sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Olimpíada Brasileira de Biologia 2012 já recebe inscrição

A inscrição está aberta até 31 de março de 2012 e podem participar estudantes de ensino médio e pré-universitários.

(JC) Escolas de ensino médio de todo o País já podem se inscrever na 8ª Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), organizada pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio) e que tem a parceria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A inscrição está aberta até 31 de março de 2012 e podem participar estudantes de ensino médio e pré-universitários.

O vencedor representará o Brasil na fase internacional, em Cingapura e Portugal. "A OBB é sempre uma grande oportunidade para divulgar e testar os conhecimentos em biologia de alunos brasileiros, inclusive para representar o país nas etapas internacionais", diz Leila Macedo Oda, presidente da ANBio. Em 2011, mais de 500 escolas e 40 mil alunos participaram das duas fases da Olimpíada.

Os oito primeiro colocados receberam treinamentos na Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio), na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e no Instituto de Tecnologia ORT, no Rio de Janeiro. As primeiras provas da próxima OBB serão em abril de 2012 e as etapas vão até setembro, quando também será divulgado o resultado final. "Criaremos esse ano, ainda, um tutorial online na página da Olimpíada, para esclarecer e treinar os alunos, principalmente de escolas públicas, para diminuir a defasagem e permitir maior participação desses estudantes nas fases finais", completa a presidente.

A ANBio também busca apoio de empresas interessadas em contribuir com a OBB. Já são parceiros do projeto além do CNPq, o Ministério da Educação (MEC), o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), universidades e membros da ANBio.

Mais informações: http://www.anbiojovem.org.br/obb/.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Olimpíada Brasileira de Matemática divulga resultados

A competição reuniu este ano mais de 190 mil jovens estudantes e seus professores.

(JC) A 33ª. Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) já tem seus vencedores. A relação dos estudantes premiados em 2011 pode ser consultada no endereço: www.obm.org.br. A competição, realizada em três fases, contou este ano com a participação de mais de 5,3 mil escolas da rede pública e privada de ensino e 155 instituições de ensino superior, o que implicou na participação efetiva de mais de 190 mil jovens estudantes e seus professores.

Os alunos premiados receberão medalhas e certificados em janeiro próximo além de serem convidados para participar do processo de seleção para formar as equipes que representarão o Brasil nas diversas olimpíadas internacionais de Matemática.

No que se refere à participação brasileira em competições internacionais, os resultados alcançados este ano são excelentes: Na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), realizada na Holanda, foram conquistadas três medalhas de prata e três de bronze. Na Competição Internacional de Matemática para Estudantes Universitários (IMC), realizada na Bulgária, os estudantes brasileiros conquistaram um total de treze medalhas, sendo uma de ouro, cinco de prata e sete de bronze.

Entre outros destaques, os brasileiros conquistaram este ano o primeiro lugar geral na I Olimpíada de Matemática da Lusofonia, realizada em Portugal, com duas medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Na Olimpíada do Cone Sul, na Bolívia, foram quatro medalhas de prata, na Olimpíada Iberoamericana de Matemática, na Costa Rica, foram três medalhas de prata e uma de bronze e na Competição Iberoamericana Interuniversitária de Matemática (CIIM), realizada no Equador, o Brasil conquistou três medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze.

Para a Coordenadora geral da OBM, professora Luzinalva Amorim, estes resultados refletem o excelente nível alcançado pelos estudantes. "Esses magníficos estudantes representam milhares de jovens participantes da OBM e as medalhas conquistadas por eles são frutos da dedicação, estudo, competência e excelência alcançados", disse.

A OBM, competição realizada desde 1979, visa estimular o estudo da Matemática, contribuir para a melhoria do ensino no país e identificar talentos entre os participantes. A competição é uma iniciativa conjunta do Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa), da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCTMat).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Jornada Espacial Aproxima Estudantes de Cientistas

















(Revista Fator / Brazilian Space) Cerca de 60 estudantes participaram, em novembro, da VII Jornada Espacial na cidade de São José dos Campos, em São Paulo. Eles foram selecionados pelos resultados obtidos na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Acompanhados de seus respectivos professores, os jovens visitaram o Pólo de Tecnologia Aeroespacial Brasileiro e conheceram um pouco mais sobre a atuação de pesquisadores e técnicos da área.

Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as instalações do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Também houve visitas às instalações da TV Vanguarda, onde aprenderam o processo de transmissão de TV via satélite. Os cientistas mirins ainda tiveram acesso ao Laboratório de Integração e Testes (LIT) e ao Centro de Visitantes, ambos no INPE, e puderam ver a Lua, Júpiter, Vênus e Mercúrio pelo Observatório Astronômico do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).

Além das visitas, o passeio científico contou com palestras sobre astronomia, foguetes, satélites e suas aplicações. Os assuntos foram debatidos por uma equipe de primeira: o astronauta brasileiro Marcos Pontes e os especialistas do INPE, do IAE, do ITA e da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Durante o programa, os estudantes também participaram de oficinas científicas. Entre as atividades, houve aulas de interpretação de imagens de satélites, construção e lançamento de foguetes feitos de garrafas pet, elaborados pelos próprios alunos. No Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB), puderam ver vários foguetes de sondagem nacionais e a maquete em tamanho real do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1). No último dia, quatro participantes da Jornada Espacial foram selecionados e ganharam laptops, bolsas de estudo de inglês por um ano e um serviço de consultoria para auxiliá-los na escolha da profissão. A ação foi realizada em parceria com a Fundação Estudar.

Para quem deseja participar de eventos ligados às ciências espaciais, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) abrirá suas inscrições a partir de janeiro. A prova acontecerá no dia 11 de maio de 2012. Os melhores classificados poderão integrar a equipe brasileira e representar o país nas olimpíadas internacional e latino-americana, além de participarem das Jornadas Espacial, de Energia e de Foguetes.

Organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB), em parceria com a Furnas Centrais Elétricas, a OBA reuniu, esse ano, mais de 800 mil estudantes do Brasil, distribuídos por cerca de 9 mil escolas, sendo representada por aproximadamente 70 mil professores. O intuito da iniciativa é disseminar a ciência espacial em todas as regiões do país.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

'Supercampeã olímpica', jovem de SP quer estudar astrofísica em Harvard

Estudante de 17 anos conquistou 30 medalhas em olimpíadas estudantis. Filha de vendedora e cobrador de ônibus vai prestar USP e Unicamp.



















(G1) Mais do que 30 medalhas conquistadas em olimpíadas de física, química, informática, matemática, astronomia, robótica e linguística no mundo todo, a estudante Tábata Cláudia Amaral de Pontes, de 17 anos, moradora de São Paulo, guarda lembranças, contatos, culturas e histórias dos amigos estrangeiros que fez por onde passou.

Bolsista do Colégio Etapa, Tábata é filha de uma vendedora de flores e um cobrador de ônibus. Ela conclui em 2011 o terceiro ano do ensino médio e diz que encerra a vida de "atleta". O próximo desafio é ingressar na universidade. A jovem quer estudar astrofísica e ciências sociais na Harvard University, nos EUA, ou em outra instituição de ensino superior americana. Está participando de oito processos seletivos para conseguir bolsa de estudos.

Também vai prestar física na Fuvest, medicina na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e engenharia de aeronaútica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

As medalhas de Tábata estão guardadas na casa dos pais na Vila Missionário, Zona Sul de São Paulo, onde também estão os dois baús repletos de presentes que trocou com os participantes das olimpíadas na China, Turquia e Polônia, e em várias cidades brasileiras. Ela também coleciona moedas e notas em papel.

A primeira medalha foi uma de prata que veio aos 12 anos, em 2005, quando ela fez sua estreia nos torneios estudantis com a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). No ano seguinte, ganhou o ouro e bolsa de estudos da escola Etapa, onde vai concluir o terceiro ano do ensino médio neste ano. De lá para cá, foram dezenas de competições e títulos.

Dentre a coleção de prêmios, um dos mais especiais foi a medalha de bronze conquistada em julho deste ano no mundial de química na Turquia. Representantes de 70 países estavam na disputa. Outra medalha marcante foi o ouro da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astrofísica (OLAA), realizada no Rio e em Passa Quatro (MG) na semana passada.

"Gosto muito de participar das 'iberos', as pessoas são muito diferentes e muito incríveis. Ficamos amigos e a rivalidade não é tão forte como nos torneios mundiais", diz. Para Tábata, um dos piores resultados foi no mundial de astronomia na Polônia, quando conquistou uma menção honrosa, equivalente ao quarto lugar. A concorrência nesta competição foi acirrada, segundo ela, porque Irã e China, países favoritos, mandaram duas equipes cada um.

"Tenho oportunidade que quase ninguém tem e quando não dá certo fico chateada. Os meninos riem de tudo e aprendo muito com eles", diz Tábata, chorona assumida.

Futuro
A vontade de estudar fora do país tem explicação. Além de conseguir a fluência no inglês e desfrutar da boa qualidade e infraestrutura de ensino, Tábata diz que em Harvard, por exemplo, poderá conciliar os estudos dos cursos de astrofísica e ciências sociais. Ela quer ser astrofísica para trabalhar com pesquisas do universo - sua grande paixão - e socióloga para ajudar pessoas, tocar projetos sociais e retribuir as oportunidades que teve na vida. Para a estudante, a formação em ciências humanas é fundamental.

"Com ciência é possível descobrir o mundo. Eu me sinto descobrindo o mundo e fico encantada com o céu. Como alguém pode ver o céu e não acreditar em Deus? É o que lugar onde ele mais se mostra, foi a coisa mais incrível que criou", diz Tábata, que é católica e participa ativamente das atividades da igreja.

Para Tábata, estudar em Harvard vai ser como participar de uma olimpíada por quatro anos consecutivos. "Se eu for aceita, vou estar numa sala onde a maioria dos alunos é estrangeiro. Quero estudar e voltar com riqueza cultural para mudar a educação do Brasil. Sei que vai ser muito difícil, não tenho boas ideias, mas posso ajudar nas pesquisas."

Exemplo para a mãe
Há pouco mais de um ano, Tábata quase teve de desistir da bolsa de estudos do Etapa. Os pais não tinham como arcar com as despesas de transporte e alimentação da filha. Desde então, o Etapa passou a custear um quarto em um hotel próximo à escola na Avenida Vergueiro, em São Paulo, e pagar o almoço da estudante. "Sou muito sortuda", diz.

Tábata costuma voltar para casa da mãe aos domingos, no período da tarde depois de dar aulas de matemática e astronomia para crianças das 5ª e 6ª séries de um projeto chamado Vontade Olímpica de Aprender (VOA) que ela criou.

O VOA reúne cerca de 100 alunos da rede pública de São Paulo que querem participar de olimpíadas. As aulas ocorrem sempre aos domingos de manhã em uma escola pública na Vila Mariana. Tábata orgulha-se em contar que alguns de seus alunos já ganharam medalhas e bolsas de estudo. Além dela, cerca de nove pessoas participam do projeto dando aulas de outras disciplinas.

"Eles são meu xodó. É muito lindo ver uma criança de 5ª série que ganha medalha e estuda porque que quer. Eu tenho todo apoio do meu colégio, mas eles não", afirma.

Até a mãe de Tábata, Maria Renilda Amaral Pires, de 40 anos, se inspirou na dedicação da filha. Maria voltou a estudar e neste ano e vai concluir o ensino médio junto com a garota. O maior desafio de ambas agora é vencer a saudade, caso Tábata realize mais um sonho: o de ser estudante da Harvard.
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E mais:
Superdesempenho do Brasil nas Olimpíadas de Física e Astronomia (Física na Veia)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Foguete Criado por Alunos do IFRO Vence Olimpíada Nacional

Equipe do IFRO alcançou a maior distância do País no lançamento do foguete




(Rondôniadinâmica / Brazilian Space) Os estudantes do Campus Porto Velho/Zona Norte do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), que participaram da XIV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronaútica (OBA) e da V Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBFOG), receberam na manhã desta segunda-feira, 31, os certificados de participação no evento. Na oportunidade, houve a entrega da medalha de bronze ao aluno Joseph Matheus da Silva Luiz (Curso Técnico em Informática), selecionado entre os mil melhores do País. A comemoração ficou completa com a conquista do primeiro lugar no campeonato nacional de lançamento de foguetes.

A equipe do IFRO alcançou a maior distância do País no lançamento do foguete. Na OBFOG, 643 escolas realizaram testes de lançamento de foguetes Mais de oitocentos mil alunos de nove mil estabelecimentos de ensino fundamental e médio de todo país enviaram trabalhos.O IFRO inscreveu cerca de 60 alunos, que foram orientados pelo professor de Física, Tarso Leite. “Esse resultado mostra nosso compromisso com a pesquisa e o ensino na área de astronomia, além do empenho dos professores”, comenta Tarso.

O foguete desenvolvido pelos alunos foi construído com garrafa pet, madeira, turbos de pvc e alimentado com vinagre e bicarbonato de sódio. Todo o processo de criação levou em média um mês. Estudante do Curso Técnico em Edificações e membro da equipe vencedora, Felipe Israel, diz que o campeonato contribui com seu aprendizado. “Nós criamos mais conhecimento e a cada projeto nos aperfeiçoamos”, argumenta.

Organizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Astronomia (SBA), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), a OBA e a OBFOG visam à motivação de alunos e professores interessados, voluntariamente, em melhorar seu entendimento sobre Astronomia e Astronáutica. Cerca de 60 alunos de vários cursos do IFRO se envolveram com o campeonato e a equipe vencedora foi composta por quatro alunos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Brasil Ganha Ouro em Olimpíada Latino-Americana de Astronomia



(Terra/Brazilian Space) A delegação brasileira ficou em 1º lugar, com duas medalhas de ouro e três de prata, na III Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), realizada nas cidades do Rio de Janeiro e de Passa Quatro, em Minas Gerais. Os estudantes Rafael Bordoni, do Amazonas, e Tábata Amaral, de São Paulo, levaram o ouro. Já os jovens Felipe Marino Moreno, Lucas Henrique Moraes e Victor Moraes de Oliveira, a prata.

Foi a segunda vez que nosso país sediou o evento. Com esse resultado, chegamos, no total das 3 olimpíadas, a oito ouros, cinco pratas e três bronzes. A OLAA reuniu cerca de 40 alunos do ensino médio de oito países da América Latina: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, México, Paraguai e Uruguai. Eles se classificaram por meio das olimpíadas nacionais de astronomia e astronáutica de seus respectivos países.

A olimpíada foi dividida em parte teórica, prática e de reconhecimento do céu. Para o Dr. João Canalle, astrônomo e presidente da OLAA, a olimpíada científica promoveu o intercâmbio de conhecimentos entre os alunos e o de experiências didáticas entre os professores que lideraram os grupos.

Completando o quadro de medalhas, a delegação argentina conquistou uma medalha de ouro, outra de prata e uma menção honrosa. A Bolívia levou um ouro, duas pratas e uma menção honrosa. O Chile, três de bronze e uma menção honrosa. A Colômbia, duas de ouro, uma de bronze e uma menção honrosa. O México, duas de prata e três de bronze. O Paraguai, três de bronze e duas menções honrosas. E o Uruguai obteve três de bronze e uma menção honrosa.

A Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica foi fundada em outubro de 2008 na capital uruguaia, Montevidéu. A primeira OLAA foi realizada no Brasil em 2009 e a segunda aconteceu na Colômbia em 2010.

A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (Unirio) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Governo lança edital para apoiar Olimpíadas Científicas no País

(JC) O governo lançou edital, de nº 24/2011, em que seleciona propostas para a realização de Olimpíadas Científicas no País a fim de melhorar os ensinos médio e fundamental. A ideia é identificar jovens talentosos que podem ser estimulados a seguir carreiras técnico-científicas.

Lançado pelos ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), via CNPq; da Educação, via Capes, e Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o edital poderá apoiar também a realização de olimpíadas internacionais no Brasil, em sua fase final, de acordo com as condições estabelecidas no documento.

As inscrições estão abertas até o dia 5 de dezembro.

Mais informações e edital em: http://www.cnpq.br/editais/ct/2011/024.htm.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Aluna do IFPE Pode Representar o Brasil em Olimpíada de Astronomia



(G1 / Brazilian Space) A pernambucana Larissa Fernandes de Aquino, 16 anos, vai participar da seleção para a escolha dos melhores alunos que vão representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia, que acontecerá no País, em 2012. Estudante do 3º período de Segurança do Trabalho, no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) - campus Recife, Larissa ganhou a medalha de ouro na 14ª Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA), em maio deste ano.

Em janeiro, a aluna vai participar de um treinamento promovido pela OBA, fase de preparação para as avaliações do evento mundial, que acontecem em março de 2012. Larissa conta que a medalha e a indicação foram uma surpresa. “Eu soube um mês antes e comecei a estudar. A prova foi mais difícil do que eu esperava”, explica.

Larissa pretende fazer vestibular para Engenharia de Produção e afirma que estudar para a Olimpíada ajudou também na escola. “Caem matérias relacionadas à geografia e física”, diz a aluna, que ainda acrescenta ser essa uma oportunidade de conhecer mais sobre assuntos que não são dados normalmente na escola. Ela conta com o apoio do professor Guilherme Pereira, que incentiva a participação dos alunos na olimpíada.

Além da estudante de Segurança do Trabalho, outros alunos do IFPE também conquistaram medalhas na OBA. Lucas Geraldo Cilento, do curso de Eletrônica, ganhou uma medalha de ouro. Já os estudantes Jonas Henrique Alves de Souza, Victor Gabriel Ramos de Abreu, Marcos Inácio de Paula Lima, Hezrom Saulo do Nascimento Júnior, Vitória Alexandra de Queiroz Freitas, Rodrigo César Lins, Dayane Cristina da Silva e Camila Campelo Gomes receberam medalhas de bronze. Em 2010, outros alunos do Instituto conquistaram uma medalha de prata e seis de bronze.

A OBA é um evento organizado anualmente pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e com a Eletrobrás Furnas, e tem como objetivo incentivar o estudo do universo e das tecnologias na área.

O IFPE está implantando um núcleo de astronomia no campus Recife. Até o final deste ano, será inaugurada uma sala exclusiva para estudos na área, um espaço onde os alunos vão poder participar de cursos e realizar observações celestes por meio de telescópios e lunetas.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Olimpíada de astronomia atrai estudantes da América do Sul

(O Dia) O Brasil será sede, pela segunda vez, da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), que acontece de 23 a 30, no Rio de Janeiro e em Passa Quatro, Minas Gerais.

São esperados cerca de 40 estudantes do Ensino Médio de oito países da América Latina: além do Brasil estarão presentes alunos da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, México, Paraguai e Uruguai, que conhecerão o planetário,na Gávea, e o Laboratório Nacional de Astrofísica de Brazópolis, em Minas Gerais, onde estão os maiores telescópios de uso profissional no país.

Na competição estudandil, o Brasil já conquistou, até hoje, seis medalhas de ouro, duas de prata e três de bronze.

A olimpíada será dividida em parte teórica, prática e de reconhecimento do céu. Na primeira etapa os candidatos farão, no Rio de Janeiro, prova individual de reconhecimento do céu projetado na cúpula do Planetário. Depois, em Passa Quatro, os participantes farão um exame teórico em trios compostos por integrantes de diferentes nacionalidades.

Nos dias seguintes, esses mesmos grupos vão participar de um desafio de lançamento de foguetes feitos de garrafas pet. As últimas avaliações serão individuais e vão exigir o reconhecimento do céu real, o manuseio de telescópio e uma prova teórica.
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Estudantes lançam foguetes em jornada científica (JC)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Olimpíada Brasileira de Matemática se encerra no fim de semana

(Terra/JB) Mais de mil estudantes dos ensinos fundamental, médio e universitário de todo o país, participam no fim de semana, dias 15 e 16 de outubro, da fase final da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM).

Os estudantes foram classificados dentre os mais de 13 mil que participaram da segunda etapa realizada em setembro. As provas serão aplicadas a partir das 14h em diversos centros de aplicação em todo o país. Durante a prova, os participantes terão quatro horas e meia para desenvolver soluções elegantes e criativas na tentativa de resolver problemas de matemática e assim conquistar medalhas de ouro, prata, bronze ou menções honrosas. Os vencedores serão anunciados em dezembro.

A competição, realizada desde 1979, tem como objetivos incentivar e melhorar o ensino e descobrir talentos para a pesquisa em Matemática. A OBM é uma iniciativa conjunta do Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (IMPA) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCTMat).
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Brasileiros conquistam medalhas de ouro, prata e bronze no Equador (JC)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Três medalhas de bronze para Portugal




Ciência Hoje - Portugal) O Departamento de Química da Universidade de Aveiro (UA) preparou-os e eles trouxeram para Portugal três medalhas de bronze na XVI Olimpíada Ibero-Americana de Química. Os três estudantes portugueses do ensino secundário, que participaram na competição que decorreu em Teresina, na Universidade Federal do Píaui, Brasil, de 16 a 24 de Setembro, conseguiram assim pela primeira vez o pleno numa competição internacional, isto é, a conquista de medalhas por todos os estudantes lusos.

A delegação portuguesa foi constituída pelos estudantes Vasco Figueiredo Batista, Paulo Sérgio Pereira Gonçalves e João Miguel Pimenta Pereira, e pelas docentes do Departamento de Química da UA Maria Clara Magalhães e Diana Pinto, também responsáveis pela preparação da equipa. De salientar que um dos medalhados, Vasco Figueiredo Batista, ingressa este ano lectivo na Licenciatura em Química da UA com a média de acesso de 19,0 valores.

A preparação dos participantes das competições internacionais e ibero-Americanas está sedeada no Departamento de Química da UA desde 2002 e conta com a colaboração de uma equipa alargada. Neste ano lectivo, contou com os docentes Maria Clara Magalhães, Diana Pinto, Amparo Faustino, Graça Marques e Rita Ferreira. O grupo teve ainda a colaboração de Alzira Rebelo, docente do Colégio dos Carvalhos, instituição que preparou os alunos em técnicas laboratoriais básicas.

De acordo com as docentes de Aveiro que acompanharam a equipa (mentores), Maria Clara Magalhães e Diana Pinto, "é evidente que a experiência adquirida nos anos anteriores torna possível optimizar o tempo de preparação dos alunos", mas essa vantagem foi particularmente potenciada pelas "muitas horas de estudo e de entrega desta equipa".

A 16ª edição da Olimpíada Ibero-Americana juntou 52 finalistas do ensino secundário de 14 países ibero-americanos: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Espanha, El Salvador, Guatemala, México, Perú, Portugal, Uruguai e Venezuela.

As Olimpíadas de Química são uma actividade promovida pela Sociedade Portuguesa de Química e que visa dinamizar o estudo e ensino da Química nas Escolas Básicas e Secundárias, proporcionar a aproximação entre as Escolas Básicas e Secundárias e as universidades e despertar o interesse pela área, cativando vocações para carreiras científico-tecnológicas entre os estudantes.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Brasil é destaque na 14ª Olimpíada Iberoamericana de Química

Inserida nas comemorações brasileiras alusivas ao Ano Internacional da Química, realizou-se em Teresina a 14ª Olimpíada Iberoamericana de Química.

(JC) O estudante do ensino médio Raul Bruno Machado da Silva, do Colégio Farias Brito, no Ceará, conquistou o primeiro lugar geral e uma medalha de ouro neste evento que aconteceu de 16 a 24 de setembro. Também foram laureados os outros três componentes da equipe, Davi Rodrigues Chaves, do Colégio Ari de Sá, em Fortaleza, com medalha de ouro; Tábata Cláudia Amaral de Pontes, do Colégio Etapa, em São Paulo, com medalha de ouro e Daniel Arjona de Andrade Lima, do Colégio Objetivo, em Granja Viana-SP, com medalha de prata.

Das seis medalhas de ouro postas em disputa, metade ficou com o Brasil. Dessa forma o Brasil repetiu o mesmo desempenho que alcançou no ano anterior, no México, e manteve sua hegemonia sobre as equipes iberoamericanas de química. Participaram da 14ª OIAQ, Portugal e Espanha e outros 13 países das Americas com delegações de até quatro estudantes

A equipe que representou o Brasil foi selecionada pelo Programa Nacional Olimpíadas de Química, da Associação Brasileira de Química-ABQ, e preparada para esse certame internacional por professores do Instituto de Química da Unicamp.

O Programa Nacional Olimpíada de Química tem ações destinadas aos alunos do Ensino Médio e dos dois últimos anos do Ensino Fundamental com o objetivo de despertar e estimular o interesse pela ciência, melhorar o ensino de química, incentivar a escolha por carreiras científico-tecnológicas. O projeto tem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Ciência e Tecnologia, do Ministério da Educação e da Capes.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

À procura do ouro na Costa Rica

Jovens portugueses em competição internacional de Matemática




(Ciência Hoje - Portugal) Este sábado quatro jovens portugueses partem para as Olimpíadas Ibero-Americanas de Matemática (OIAM) que se realizam na Costa Rica até dia 1 de Outubro.

Raúl Penaguião, da Escola Secundária Santa Maria, em Sintra, João Santos, da Escola Secundária da Maia, Frederico Toulson, do Colégio Valsassina, em Lisboa, e Francisco Machado, da Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, têm de responder a uma expectativa elevada.

Portugal obteve a sua primeira medalha de ouro nas Olimpíadas Internacionais de Matemática (IMO) e, na competição Ibero-Americana do ano passado, a equipa portuguesa obteve a melhor pontuação de sempre. Além disto, o país já conquistou nas OIAM seis medalhas de prata, 29 de bronze e nove menções honrosas.

Em entrevista ao Ciência Hoje, Joana Teles, chefe da delegação portuguesa, explica que a competição procura “estimular o estudo da Matemática e o desenvolvimento de jovens talentos” nesta ciência, “promover a amizade” entre os jovens e seus professores e “criar uma oportunidade para a troca de experiências educativas” entre os professores dos vários países.

A participação dos jovens nestas competições internacionais é organizada pela Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM). A equipa foi “seleccionada pelo Projecto Delfos, em Coimbra, face aos resultados obtidos pelos alunos nas Olimpíadas Portuguesas de Matemática e nos estágios de preparação efectuados ao longo do ano”, no Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, explica Joana Teles.

A preparação para as competições incluiu, segundo a vice-presidente da SPM, “estágios dados pelo Projecto Delfos em Coimbra em vários fins-de-semana”. Nos períodos de férias escolares, “estágios alargados de quatro ou cinco dias”. E, “um enorme trabalho individual de cada um deles, na resolução de problemas e mais problemas”.

Para os alunos que quiserem fazer parte da equipa que participará nas próximas competições, o processo começa agora com as 30as Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM). As inscrições estão abertas até 26 de Outubro.


Sobre as OIAM
As Olimpíadas Ibero-Americanas de Matemática são uma competição de Matemática dirigida a estudantes, com idade inferior a 18 anos em 31 de Dezembro do ano em que se realiza a competição. São organizadas anualmente, sempre no mês de Setembro, desde o ano de 1985. Envolvem jovens dos vinte e dois países Ibero-Americanos: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Perú, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Portugal participa neste encontro desde 1990.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

8ª Olimpíada de Robótica da Universidade Federal de Juiz de Fora

Equipe de Lego conquista o 1º lugar.

(JC) A equipe de Lego conquistou o primeiro lugar na 8ª Olimpíada de Robótica da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que aconteceu nos dias 5 e 6 de setembro, na Faculdade de Engenharia UFJF. A Olimpíada realiza, em forma de competição, o tradicional futebol de robôs rádio-controlados e os desafios Lego-Mindstorms, no qual envolvem calouros e alunos de escolas públicas.

O organizador geral do evento e estudante de engenharia da UFJF, Matheus Limonge, acredita que a integração da competição com os estudantes do ensino fundamental é primordial para a aprendizagem e se enquadra com o objetivo do evento. "A nossa proposta é fazer com que esses alunos possam ter contato com a robótica antes mesmo de entrarem na graduação, o que pode ser muito interessante para o seu futuro profissional", define. "Acredito que a experiência que adquirimos nessa competição, além de despertar nos alunos o interesse pela robótica, possibilitou que desenvolvessem a criatividade, o espírito de equipe e de cooperação", revela a bolsista do projeto de extensão, que coordenou a participação estudantes, Gabriela Lígia Reis.

Para tanto, a equipe Lego da UFSJ contou com a colaboração de oito alunos do ensino fundamental da Escola Estadual Iago Pimentel e Governador Milton Campos, de São João del-Rei, no qual cada integrante ganhou um netbook, além das medalhas e troféu.

Olimpíada - O evento é organizado por alunos do curso de Engenharia Elétrica da UFJF que fazem parte do Ramo Estudantil IEEE e do Programa de Educação Tutorial (PET) da graduação. A Olimpíada, que acontece todos os anos, teve em sua programação palestras e competições que incentivam a integração e o aprendizado entre os alunos da cidade sede e das regiões.

Matheus Limonge explica que o objetivo da Olimpíada é compartilhar conhecimento e promover a integração com alunos de outras universidades. Além disso, o organizador afirma que essa é uma possibilidade para os estudantes da Engenharia da UFJF colocarem em prática tudo o que aprenderam em seu cotidiano.

Inclusão e Prazer - O Projeto de Extensão de Lego, "A Robótica e a inclusão digital: uma visão extensionista", do departamento de Engenharia Elétrica (DEPEL), trabalha com a divulgação das noções de robótica para estudantes do ensino fundamental e médio da Escola Estadual Iago Pimentel, Governador Milton Campos e Escola Estadual Cônego Luiz Giarola Carlos, de São João del-Rei e Barroso.

Com o lema "inclusão digital de forma prazerosa", o coordenador do projeto, professor Márcio Falcão e os bolsistas Gabriela Lígia Reis, Maurício Vieira de Souza e Vitor Marques de Oliveira, incentivam alunos a dinamizarem o conhecimento aperfeiçoando o pensamento lógico e matemático. "O projeto tem conseguido grande inserção na robótica educacional, levando as escolas do ensino básico e fundamental para conquistas, como essa, que muito nos orgulha", elogia o professor Márcio Falcão.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Brasil conquista medalhas em Olimpíada de Biologia

O Brasil conquistou duas medalhas de bronze na 5ª Olimpíada Iberoamericana de Biologia. A competição foi realizada na cidade de San José, na Costa Rica, entre os dias 4 e 10 de setembro. Os jovens medalhistas foram os cearenses Matheus Rolim Alencar e Yuri Neyson Ferreira Brito. Além deles, a equipe foi composta pelos estudantes Gabriel Drumond Ferreira, de Minas Gerais, e Cayke Felipe dos Anjos, do Rio Grande do Norte. Os professores Rubens Oda, da Associação Nacional de Biossegurança (ANBio), e José Carlos Mattos (UERJ) coordenaram o grupo.

Os candidatos enfrentaram uma prova teórica bem difícil. Já na prática, tiveram de aplicar seus conhecimentos em biologia molecular (eletroforese), fisiologia vegetal (transporte de seiva) e fisiologia animal (controle nervoso e hormonal em insetos). Os alunos ainda participaram de um rally em grupo, que mesclava a resolução de questões de ecologia com provas no estilo gincana, com o objetivo de promover uma maior integração. Além das provas e das medalhas, os participantes conheceram a natureza, a cultura e a gastronomia de Costa Rica.

Segundo Rubens Oda, a olimpíada iberoamericana de ciência visa ao intercâmbio entre os países latino-americanos e a premiação de jovens baseada na meritocracia, impulsionando-os para uma formação técnico-científica. “É muito importante, para um país em desenvolvimento, como o Brasil, participar desse tipo de competição”.

Os estudantes e instituições de ensino que almejam disputar competições internacionais envolvendo a biologia devem primeiramente participar da Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), que abre inscrições a partir de outubro. Os melhores colocados garantem vagas para as próximas olimpíadas iberoamericana e internacional de Biologia, que serão realizadas, respectivamente, em Portugal e em Singapura no ano de 2012.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Alunos portugueses competem na Costa Rica

Estão a decorrer as V Olimpíadas Iberoamericanas de Biologia





(Ciência Hoje -Portugal) Quatro alunos portugueses estão a participar, até dia 11, nas V Olimpíadas Iberoamericanas de Biologia (OIAB). A Ordem dos Biólogos, responsável pela participação portuguesa na iniciativa que este ano decorre na Costa Rica, já assegurou que o evento do próximo ano será realizado em Portugal.

Os representantes lusos para as competições nas OIAB foram seleccionados entre 4000 alunos de 160 escolas nas olimpíadas nacionais. Beatriz Madureira, aluna do 12º ano no Colégio S. Miguel, em Fátima, foi a primeira classificada.
Ana Beatriz Teixeira, do Agrupamento de Escolas de Castro Daire, Diogo Maia e Silva, da Secundária Raul Proença (Caldas da Rainha) e Rui Nunes, do Colégio Manuel Bernardes (Lisboa), completam o grupo.

O objectivo das OIAB é promover o estudo das ciências biológicas e estimular o desenvolvimento dos jovens talentos nesta ciência, assim como estreitar laços de amizade entre os países participantes, fomentar a cooperação e o intercâmbio de experiências.

Depois de no ano passado o primeiro grupo a participar nas Olimpíadas, realizadas na cidade de Lima, Peru, ter sido surpreendido com matérias não incluídas nos currículos de biologia ministrados em Portugal, este ano a Ordem dos Biólogos e a Ciência Viva (parceira) promoveram uma jornada de treino em laboratório para ajudar os participantes a prepararem-se para as provas.

A próxima edição das Olimpíadas Iberoamericanas de Biologia será realizada em Portugal. Com isto, na primeira semana de Setembro de 2012, Cascais será transformada na ‘capital da biologia’, recebendo delegações de todos os países iberoamericanos.
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E mais:
Portugal distingue-se nas Olimpíadas Iberoamericanas de Biologia (Ciência Hoje - Portugal)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Estudantes brasileiros ganham bronze em olimpíada de astronomia

Competição reuniu estudantes do ensino médio de 27 países. Em 2012, olimpíada será no Rio de Janeiro.


Gustavo Haddad e Ivan Tadeu ganharam medalhas de bronze, Tábata Amaral recebeu menção honrosa


(G1) Dois dos cinco estudantes do ensino médio que representaram o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês), em Chorzow, na Polônia, conquistaram medalhas de bronze na competição de conhecimento. Gustavo Haddad Braga e Ivan Tadeu Ferreira Antunes Filho, ambos de 16 anos, voltam ao Brasil com mais uma medalha em competições internacionais. Pedro Rangel Caetano, de 16 anos, e Tábata Cláudia Amaral de Pontes, 17, receberam menção honrosa na competição que terminou no domingo (4).

A Olimpíada de Astronomia e Astrofísica reuniu 150 alunos de 27 países que vão testar seus conhecimentos em astronomia, física e matemática em quatro provas decisivas. O grupo brasileiro, que teve ainda a participação de Rafael de Lima Bordoni, 18 anos, foi coordenado pelos professores Thais Mothé-Diniz, do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Felipe Gonçalves Assis, ex-participante da olimpíada.

Os estudantes foram os melhores colocados na olimpíada brasileira. Eles passaram uma semana em treinamento no Planetário do Ibirapuera, em São Paulo, onde aulas de astronomia e astrofísica, além de analisarem o céu da Polônia através de uma projeção. Na competição internacional, os brasileiros tiveram que demonstrar seus conhecimentos sobre o céu que é visível a olho nu. Depois, resolveram problemas de variados níveis sobre astrofísica, astronomia de posição, mecânica celeste e cosmologia. Tiveram ainda de fazer a interpretação de dados de observação do céu como se fossem astrônomos profissionais.


Logotipo da Olimpíada de Astronomia e
Astrofísica que será realizada em 2012 no
RJ (Foto: Divulgação/UFRJ)

Em 2012, olimpíada será no Rio
A próxima edição da IOAA será no Brasil. O estado do Rio de Janeiro será palco da sétima edição da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, em 2012. A cidade ainda não foi definida. A professora da UFRJ, Thaís Mothé-Diniz, faz parte do comitê de organização do evento. "Queremos dar ênfase aos estudos de astronomia dos ancestrais latino-americanos, os índios brasileiros, os maias e os incas, por exemplo", destaca a especialista.

Por enquanto o maior desafio é obter apoio financeiro para a hospedagem das delegações internacionais no país. O logotipo do evento remete aos conhecimentos de astronomia dos indígenas brasileiros.
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Cabeça nas Estrelas e Pés no Chão



(Diário da Amazônia / Brazilian Space) Uma disputa acirrada em prol do conhecimento contou com a participação de mais de 800 mil alunos de escolas particulares é públicas de todo o Brasil: trata-se da XIV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) realizada em maio desse ano. Um aluno de Rondônia conseguiu ficar entre os 40 selecionados para participar da Jornada Espacial que acontecerá em São José dos Campos (SP), de 30 de outubro a 5 de novembro.

A classificação surpreendeu até mesmo Rafael Izidoro dos Santos, 17 anos, aluno do 3º ano do Colégio Don Bosco, que conseguiu conquistar a classificação. No ano passado ele também tinha participado da Olimpíada, mas não conseguiu expressividade. Este ano foi diferente. Física, Química e História são as disciplinas que Rafael mais gosta. Ele conta que sempre se interessou e teve curiosidade pelo espaço.

Apesar da escola ter tido mais de 20 alunos participando da Olimpíada, apenas Rafael conseguiu a classificação. Rafael não fez uma preparação especial para a olimpíada, mas afirma que sempre presta muita atenção em sala de aula sobre os conceitos que envolvem a astronomia. “A prova de questões abertas exigiu muita interpretação”.

O diretor pedagógico da escola, Jean Barcell Caldin, fala do orgulho que todos da escola sentem por Rafael garante que a escola sempre incentiva a participação dos alunos em eventos de conhecimento. “É uma forma que o colégio tem para, através dessas atividades, desenvolver o desempenho dos alunos e ao mesmo tempo colocar em prática o que eles aprenderam em sala de aula”.

Mesmo com a afinidade com a Astronomia, Rafael pretende fazer o curso de Direito, e em seguida de Engenharia. Filho de uma funcionária pública e de um militar aposentado, Rafael diz que sempre teve o apoio dos pais com incentivo aos estudos e a liberdade para escolher o curso superior que tem vontade de fazer. Agora, o estudante esta na expectativa de participar da Jornada Espacial, onde poderá visitar o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial. Além da oportunidade de conhecer pesquisadores de astronomia e astronáutica.

Outras 133 escolas de Rondônia estão inscritas nas olimpíadas. O evento é organizado pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e com Eletrobrás/Furnas. A primeira edição ocorreu em 1998.
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E mais:
OBA 2011, Segunda Peneira (Física na Veia)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Equipe do Liceu de Barbalha Participa de J. B. de Foguetes



(Brazilian Space) A equipe TRAVELERES OF THE TIME, composta pelos jovens Vicente Alves Torquatro, Washington Moura Braz, Hyago dos Santos Sampaio e Elias Matias Neto, alunos da Escola Estadual de Educação Profissional Otília Correia Saraiva – Liceu de Barbalha, na coordenação do prof. Andrevaldo Glaidson Pereira Tavares, foi selecionada para participar da modalidade nacional da Olimpíada Brasileira de Foguetes (III Jornada Brasileira de Foguetes).

Em sua terceira edição, a Jornada Brasileira de Foguetes, acontecerá nos dias 31 de outubro, 01 e 02 de novembro, na cidade de Passa Quatro – MG, onde durante a referida jornada, as trinta melhores equipes do Brasil, apresentarão seus projetos e concorrerão entre si pela classificação de primeiro lugar do país.

Conforme regulamento da olimpíada, os foguetes foram confeccionados exclusivamente com garrafa plástica tipo PET, sendo movido a partir de gases produzidos durante a neutralização do ácido acético pelo bicarbonato de sódio; o arremesso deverá ter início em uma plataforma construída com material reciclado e deve seguir uma contagem regressiva.

A equipe TRAVELERES OF THE TIME do ‘Liceu de Barbalha’ juntamente com outras oito equipes estarão representando o Estado do Ceará no evento.

As equipes cearenses selecionadas (dentre as 30 melhores em desempenho do país) foram: Colégio da Polícia Militar do Ceará (Fortaleza), Escola Estadual de Educação Profissional Avelino Magalhães (Tabuleiro do Norte), Escola Estadual de Educação Fundamental e Médio Elza Goersch (Forquilha), Escola Estadual de Educação Profissional Senador Pompeu (Senador Pompeu), Escola Estadual de Educação Profissional Adelino Cunha Alcântara (São Gonçalo do Amarante), Escola Estadual de Educação Profissional Professor Walquer Cavalcante Maia (Russas), Escola de Ensino Médio (Ibicuitinga), Escola Estadual de Educação Profissional Otília Correia Saraiva (Barbalha) e a Escola de Ensino Médio Liceu Vila Velha (Fortaleza). Veja abaixo a lista de todas as escolas selecionadas (convidadas) de todo o Brasil.




A Olimpíada Brasileira de Foguetes – OBFOG, em sua quinta edição, contou com a participação de 900.000 alunos espalhados por todo o país, sendo ela uma iniciativa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, nas pessoas do Astrônomo Prof. Dr. João Batista Canalle e Dra. Pâmela Marjorie C. Coelho.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Olimpíada Brasileira de Física nas Escolas Públicas

(SAMA) Estão abertas, até o próximo dia 25 de agosto, as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Física nas Escolas Públicas 2011. De acordo com a coordenação, os estudantes do Campus Monte Castelo que participaram da primeira etapa da Olimpíada Brasileira de Física (OBF) já estão automaticamente inscritos na OBFEP 2011. Novas inscrições ainda poderão ser feitas através do email fsales@ifma.edu.br, fornecendo o nome do estudante, curso e série.

As provas da OBFEP são baseadas num tema pré-determinado. Em 2011 será “A Física e o Meio Ambiente”. A participação de estudantes na OBFEP será somente através da escola, que nomeará um professor ou representante, responsável pela organização local da prova. As inscrições deverão ser realizadas pelas escolas através do portal: http://www.sbf1.sbfisica.org.br/olimpiadas/obfep2011/

A OBFEP é uma etapa especial da OBF, destinada exclusivamente a estudantes do ensino médio e do último ano (9º ano) do ensino fundamental de escolas públicas. A Olimpíada será realizada em colaboração com a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), como ocorreu em 2010 e, por se tratar de um Projeto Piloto, acontecerá somente em alguns estados.

Em 2011, a prova da OBFEP será teórica e aplicada em apenas uma fase, a ser realizada no dia 13/09/2011 (terça-feira), nas escolas que manifestarem interesse. A prova será específica para a série que o aluno cursa no ano de 2011. Os alunos serão re-agrupados nos seguintes níveis:

• Nível A: para os estudantes que cursam o 9º ano do ensino fundamental;
• Nível B: para estudantes que cursam as 1ª e 2ª séries do ensino médio;
• Nível C: para estudantes da 3ª série do ensino médio.

Os detalhes do programa de cada nível podem ser obtidos no item Regulamento.

Estudantes viajam para disputar olimpíada de astronomia na Polônia

Cinco alunos do ensino médio vão representar o Brasil na competição. Em 2012, evento será realizado no Rio de Janeiro.



Os estudantes Rafael, Tábata, Gustavo, Ivan e Pedro vão representar o Brasil na olimpíada (Foto: Divulgação)


(G1) Cinco estudantes do ensino médio viajam nesta quarta-feira (24) para a Polônia para representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês), que será realizada na cidade de Chorzów. A competição começa na sexta-feira (26) e se encerra no dia 3 de setembro. Serão 150 alunos de 27 países que vão testar seus conhecimentos em astronomia, física e matemática em quatro provas decisivas.

O grupo brasileiro é formado pelos estudantes Ivan Tadeu Ferreira Antunes Filho, de 16 anos; Pedro Rangel Caetano, 16; Tábata Cláudia Amaral de Pontes, 17; e Gustavo Haddad Braga, 16, de São Paulo; e Rafael de Lima Bordoni, 18, do Amazonas. Eles terão a companhia dos professores Thais Mothé-Diniz, do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Felipe Gonçalves Assis, ex-participante da olimpíada.

Os estudantes foram os melhores colocados na olimpíada brasileira. Eles passaram uma semana em treinamento no Planetário do Ibirapuera, em São Paulo, onde aulas de astronomia e astrofísica, além de analisarem o céu da Polônia através de uma projeção. Na competição internacional, serão submetidos a quatro provas: uma prova teórica com problemas de astronomia, que são resolvidos com conhecimentos de ficia e matematica; uma prova observacional, na qual os estudantes terão de usar um telescópio para localizar astros do céu polonês; uma prova de análise de dados; e uma prova por equipe para resolução em conjunto de uma tarefa.


Ivan Tadeu e Gustavo Haddad ganharam medalhas
na Olimpíada de Física na Bélgica (Foto: Objetivo/
Divulgação)




Nova experiência

A viagem para a Europa será uma experiência nova para o jovem Rafael. Aluno do Colégio Militar de Manaus, o estudante ganhou uma bolsa do Etapa, de São Paulo. "Agora será um novo desafio. Sempre gostei de matemática, e a participação nessas olimpíadas abre novas portas", afirma Rafael, que no final do ano vai prestar vestibular para matemática na USP.

Gustavo e Ivan, alunos do Objetivo, ganharam em julho medalhas na Olimpíada Internacional de Física, na Bélgica. "As competições envolvem criatividade. Tem de ser criativo para encontrar as respostas e é um desafio utilizar o conhecimento do ensino médio como ferramenta", diz Gustavo.

Tábata desde pequena coleciona títulos. Também bolsista do Etapa, ela já conheceu a China e a Turquia em competições de conhecimento. E ganhou medalhas em olimpíadas nacionais de matemática. "O sonho dela é estudar fora do país", diz a mãe, Maria Renilda Amaral.

A mãe de Pedro, que estuda no colégio Ser, de Sorocaba (SP), vê na participação do filho na olimpíada o resultado de uma identificação com o estudo. "Meu filho sempre teve interesse em descobrir o funcionamento das coisas e do mundo", diz Joselaine Caetano. "Para ele sempre foi uma brincadeira no bom sentido. Essas olimpíadas são uma oportunidade de conhecer mais."


Logotipo da Olimpíada de Astronomia e
Astrofísica que será realizada em 2012 no
RJ (Foto: Divulgação/UFRJ)



Em 2012, olimpíada será no Rio
O estado do Rio de Janeiro será palco da sétima edição da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, em 2012. A cidade ainda não foi definida. A professora da UFRJ, Thaís Mothé-Diniz, faz parte do comitê de organização do evento. "Queremos dar ênfase aos estudos de astronomia dos ancestrais latino-americanos, os índios brasileiros, os maias e os incas, por exemplo", destaca a especialista.

Por enquanto o maior desafio é obter apoio financeiro para a hospedagem das delegações internacionais no país. O logotipo do evento remete aos conhecimentos de astronomia dos indígenas brasileiros.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Brasil conquista medalhas de prata na Olimpíada de Matemática do Cone Sul realizada na Bolívia

Estudantes de oito países latino-americanos participaram da competição.

(JC) Estudantes brasileiros tiveram uma participação destacada na Olimpíada de Matemática do Cone Sul que foi realizada entre os dias 14 e 20 de agosto na cidade de La Paz, Bolívia. Os estudantes Rafael Miyazaki de São Paulo (SP), Henrique Fiúza do Nascimento de Brasília (DF), Rafael de Melo de Caucaia (CE) e Vinícius Canto Costa do Rio de Janeiro (RJ), conquistaram medalhas de prata. Com este resultado o Brasil ficou em segunda posição entre os oito países participantes.

O evento contou este ano com a participação de 32 estudantes representando as delegações da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. A equipe brasileira formada por quatro estudantes, todos vencedores da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), foi liderada pelos professores Francisco Bruno Holanda e Régis Barbosa Feitosa, ambos de Fortaleza (CE).

Durante as provas, realizadas em dois dias consecutivos, os participantes tiveram quatro horas e meia, em cada dia, para resolver três problemas de matemática, propostos pelos países participantes e selecionados por um júri internacional. Os problemas abrangem disciplinas como álgebra, teoria dos números, geometria e combinatória. A soma dos pontos obtidos na solução de cada problema determinou os vencedores do certame.

Histórico - A competição, que existe há 23 anos, tem como objetivo proporcionar uma oportunidade para os jovens participantes demonstrarem suas habilidades em matemática, possibilitar a troca de conhecimentos e reforçar os contatos interculturais entre estudantes do ensino médio de diversos países latino-americanos. O Brasil participa desta competição desde 1988 e já conquistou um total de 81 medalhas, sendo 19 de ouro, 34 de prata e 28 de bronze. Em 2012 o certame acontecerá no Peru.

O processo de seleção para participar da competição é organizado através da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) - iniciativa que desempenha um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas escolas e universidades públicas e privadas de todo o Brasil.

A OBM e um projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Matemática (INCTMat).

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Quase 19 milhões devem fazer prova de olimpíada de matemática

(JC) Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas começa nesta nesta quarta-feira. Mobiliza mais de 18 milhões de estudantes e cerca de 150 mil professores de 5,5 mil municípios.

Nesta quarta-feira (17), 18,7 milhões de estudantes de 5,5 mil municípios de todos os estados devem fazer as provas da primeira fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), em 44,6 mil escolas do ensino fundamental e médio.

A Obmep tem como objetivo estimular o estudo da matemática entre alunos e professores do ensino médio e fundamental e é promovida pelos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). É realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa/MCTI), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

Para chegar até as escolas, localizadas tanto em grandes centros urbanos quanto em localidades distantes e de difícil acesso de zonas rurais, as crianças vão a pé, de bicicleta, de ônibus, de trem e, em alguns casos, até de barco.

Leia sobre as provas, o calendário e as histórias dos participantes no site: http://www.obmep.org.br/

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Estudantes brasileiros na Olimpíada Internacional de Astronomia

Equipe brasileira participa de competição científica na Polônia.

Estudantes do ensino médio vão se encontrar na cidade de Cracóvia, na Polônia, para um desafio científico. Entre os dias 25 de agosto e 3 de setembro, a cidade será sede da 5ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês). O evento reúne 27 países, entre eles, o Brasil, que vai sediar o evento no ano que vem. Participante desde a primeira edição, o nosso país já conquistou seis medalhas de prata, seis de bronze e três menções honrosas. A esperança agora é conquistar a de ouro.

Cinco jovens representarão o Brasil. Eles conquistaram as primeiras colocações na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), em maio: Ivan Tadeu, 16, Pedro Caetano, 16, Tábata Amaral, 17, e Gustavo Haddad, 16, de São Paulo; e Rafael Bordoni, 18, do Amazonas. À frente da equipe, estarão os professores Thais Mothé-Diniz, do Observatório do Valongo, da UFRJ e Felipe Gonçalves Assis, ex-participante da Olimpíada.

Durante toda a semana passada, os estudantes selecionados participaram de um treinamento em São Paulo, com palestras, aulas de astronomia e astrofísica, além de analisarem o céu da Polônia por meio de projeções no Planetário. A preparação foi organizada por João Canalle, coordenador da OBA, e realizada pelos professores Julio Klafke e Thaís Mothe Diniz, todos membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB). "O encontro dos jovens antes da viagem promove maior integração à equipe, o que é muito importante numa competição", ressalta Canalle.

Utilizando telescópios, calculadoras e muita criatividade, os jovens farão as provas da olimpíada internacional em três modalidades: observacional, teórica e prática. Primeiramente, os participantes vão demonstrar seus conhecimentos sobre o céu "que podemos ver". Depois, terão de resolver problemas de variados níveis sobre astrofísica, astronomia de posição, mecânica celeste e cosmologia. Por fim, vão aplicar tudo o que leram nos livros, utilizando e interpretando dados de observação do céu como um astrônomo profissional.

Segundo Canalle, a competição ajuda a motivar os estudantes a se interessarem pela astronomia. "Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. Tanto a OBA quanto a IOAA surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em Astrofísica", prevê.

A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização da competição exige que cada país se comprometa a realizar uma edição da Olimpíada, arcando com todas as despesas relativas à estadia dos participantes e à organização geral do evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade. Já a OBA é realizada por uma comissão formada por membros da SAB. O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ) e Jaime Fernando Villas da Rocha (Unirio).

Mais informações: http://www.oba.org.br.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

18 Alunos do Liceu de Barbalha Estão Classifica​dos para a Segunda Etapa da Olimpíada Internacional de Astronomia

(Brazilian Space) A Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica – OLAA é uma competição anual de astronomia e astronáutica para estudantes do ensino médio. Em sua idealização teve objetivos como divulgar a astronomia, por isso sua primeira edição ocorreu no Ano Internacional da Astronomia, e fazer uma interação entre os estudantes de ensino médio da América do Sul.

A primeira edição da OLAA ocorreu em outubro de 2009 e contou com a participação de delegações de sete países latino-americanos (México, Colômbia, Bolívia, Brasil, Paraguai,Uruguai e Chile), totalizando 33 alunos participantes. A prova observacional foi realizada no Laboratório Nacional de Astrofísica em Itajubá, MG.

A segunda edição ocorreu em setembro de 2010, em Bogotá, Colômbia, contando com a participação dos mesmos sete países que participaram da primeira edição, mas com 35 alunos. A prova observacional ocorreu no Deserto da Tatacoa.

A terceira edição (2011) ocorrerá em Santiago, Chile. Para participar da OLAA, os alunos são selecionados por etapas assim descritas:

1. 100 melhores alunos em resultado da OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (13/05/2011) para alunos do 1º e 2º ano do Ensino Médio;

2. Pré-seleção: 50 melhores alunos sem resultado por nota da prova de conhecimentos aplicados à Astronomia e Astronáutica (02/09/2011);

3. Curso preparatório: 05 alunos serão escolhidos dentre os 50 para compor a delegação representante do Brasil na III OLAA.

A XIV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica – XIV OBA aconteceu no dia 13 de maio de 2011, tendo a participação de 9.129 escolas e 797.979 alunos distribuídos em todo o Brasil, dentre eles 100 alunos foram escolhidos para a pré-seleção (segunda etapa) que acontecerá dia 02 de setembro de 2011, dos quais 18 do Liceu de Barbalha foram escolhidos para participarem, confira os nomes:

Alexandre Martins da Silva Santos – 1º “B”
Emanuela Fernandes Gonçalves – 1º “B”
Guilherme Sousa Brandão – 1º “B”
Jose Walison Martins – 1º “B”
Luis Filipe do Nascimento – 1º “B”
Maria Silvana da Silva Martins – 1º “B”
Rodrigo da Silva Viana – 1º “B”
Timóteo Erik Pereira Alves– 1º “B”
Valéria Martins do Nascimento – 1º “B”
Vitória Shiévila dos Santos Gonçalves – 1º “B”
Washington Moura Braz – 1º “B”
Andyara Malena Rocha de Sousa – 1º “C”
Jonas Delano Bernardes de Sousa – 1º “C”
Jonatan Augusto Almeida Oliveira – 1º “C”
Maria Luisa Farias Grangeiro – 1º “C”
Ravena Yáscara Sampaio de Oliveira – 2º “A”
Yasminne Santos Vidal – 2º “A”
João José de Sousa Neto – 2º “B”

Os conteúdos da prova de pré-seleção são os mesmos da OBA e estão disponíveis no site www.oba.org.br

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Ouro, prata e bronze em matemática


(Agência FAPESP) Estudantes brasileiros tiveram uma participação notável na 18ª International Mathematics Competition for University Students 2011 (IMC), que terminou em 3 de agosto na cidade de Blagoevgrad, na Bulgária, ao conquistar medalhas de ouro, prata e bronze.

Renan Henrique Finder, aluno da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro ganhou o ouro, ficando na 13ª colocação geral na competição, com 65 de um total de 100 pontos possíveis. O grupo brasileiro levou outras 12 medalhas, sendo cinco de prata e sete de bronze.

Neste ano, a competição contou com a participação de 305 estudantes representando 77 instituições de ensino superior de todo o mundo.

A delegação brasileira foi composta pelas equipes olímpicas da PUC-Rio, do Instituto Militar de Engenharia, da Universidade Federal de Minas Gerais, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica e da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, lideradas pelos professores Thiago Barros Rodrigues Costa e Samuel Barbosa Feitosa.

Costa realizou projeto de iniciação científica no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IME) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com Bolsa da FAPESP e conquistou medalhas de ouro na mesma competição, em 2005 e 2006.

O evento, que reúne talentos universitários para a matemática, é extremamente desafiador. Os participantes devem resolver duas provas aplicadas em dois dias consecutivos, com um tempo de cinco horas cada dia. As provas, que devem ser resolvidas em inglês, incluem questões dos campos da álgebra, análise real e complexa, além de combinatória, cujas pontuações somadas determinam os vencedores.

“Estamos orgulhosos de que estudantes brasileiros estejam competindo de igual para igual com estudantes vindos das universidades mais prestigiosas do mundo e obtendo resultados de grande destaque. Isto confirma a excelência alcançada pelo Brasil neste tipo de competições de Matemática”, disse Feitosa.

O Brasil participa da competição desde 2003, tendo conquistado desde então um total de 84 medalhas, sendo uma de ouro especial (Grand First Prize), 12 de ouro (First Prize), 29 de prata (Second Prize) e 42 de bronze (Third Prize).

Os estudantes brasileiros foram selecionados por meio da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) – iniciativa que desempenha um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas escolas e universidades públicas e privadas de todo o Brasil.

A OBM é um projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT– Mat).

Mais informações: www.obm.org.br/opencms

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Inscrições para a Olimpíada de História do Brasil terminam dia 9

(JC) A Olimpíada acontece em cinco etapas. Serão quatro fases online, com duração de uma semana para a realização das provas, e uma presencial, realizada durante dois dias, na Unicamp.

Já estão confirmados mais de 12 mil participantes na 3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). Organizada pelo Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, a competição envolve professores e estudantes na resolução dos problemas. As inscrições terminam no dia 9 de agosto.

Podem participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do ensino fundamental e demais séries do ensino médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história.

A Olimpíada acontece em cinco etapas. Serão quatro fases online, com duração de uma semana para a realização das provas, e uma presencial, realizada durante dois dias, na Universidade Estadual de Campinas. A primeira fase começa dia 15 de agosto. A final presencial acontece no dias 15 e 16 de outubro (sábado e domingo).

A ONHB premiará escolas, alunos e professores, com medalhas de ouro, prata e bronze e certificados de participação. A escola receberá doação de livros para o acervo da biblioteca e a assinatura da Revista de História da Biblioteca Nacional por um ano.

Sobre - Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma realização do Museu Exploratório de Ciências - UNICAMP, concebida e elaborada por historiadores e professores de história do MC e da universidade. Como proposta, os participantes têm a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias utilizadas pelos historiadores.

O evento é patrocinado pelo CNPq e conta com o apoio da Revista de História da Biblioteca Nacional, da Azul Linhas Aéreas Brasileira e da TV Globo. A 1ª Olimpíada, realizada em 2009, inscreveu mais de 16 mil participantes e reuniu cerca de duas mil pessoas na final presencial realizada na Unicamp, nos dias 12 e 13 de dezembro. No ano passado, a 2ª edição cresceu exponencialmente, tendo grande alcance nacional com mais de 43 mil participantes. A estimativa dos organizadores para 2011 é triplicar a quantidade de participantes.

Interessados em participar devem realizar a inscrição no site: http://olimpiada.museudeciencias.com.br/3-olimpiada/.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Estudante brasileiro ganha medalha em Olimpíada Internacional de Informática

(Agência Brasil) Pela primeira vez, um estudante brasileiro conquistou medalha na Olimpíada Internacional de Informática. Aluno da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, Felipe Abella Cavalcante Mendonça de Souza terminou a competição, que este ano foi na Tailândia, como terceiro colocado geral, com 598 de 600 pontos possíveis.

Mais três brasileiros conquistaram medalhas na olimpíada, todas de bronze. No total de medalhas, o Brasil superou concorrentes como a Inglaterra, França, o Canadá e a Alemanha, equipes com tradição na competição, segundo a Sociedade Brasileira de Computação (SBC).

Os estudantes brasileiros foram selecionados durante a Olimpíada Brasileira de Informática, organizada pela SBC e pelo Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A equipe do Brasil concorreu com mais de 300 estudantes, de cerca de 80 países.
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Brasil conquista medalhas de Prata e Bronze na Olimpíada Internacional de Matemática

Considerada pela Unesco como a competição mais importante da área, a IMO contou este ano com a participação de 101 países reunindo 564 estudantes, entre 14 e 19 anos.

(OBM / JC) O Brasil obteve um excelente resultado este ano na 52ª Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), que acontece até o dia 24 de julho na cidade de Amsterdã na Holanda, conquistando três medalhas de prata e três de bronze. Os estudantes: André Macieira Braga (Belo Horizonte - MG), João Lucas Camelo Sá (Fortaleza - CE) e Henrique Fiúza do Nascimento (Brasília - DF), conquistaram as medalhas de prata, enquanto Débora Barbosa Alves (São Paulo - SP), Maria Clara Mendes Silva (Pirajuba - MG) e Gustavo Lisbôa Empinotti (Florianópolis - SC) conquistaram medalhas de bronze. Com este resultado o Brasil classificou em vigésimo lugar entre os países participantes.

Considerada pela Unesco como a competição mais importante da área, a IMO contou este ano com a participação de 101 países reunindo 564 estudantes, entre 14 e 19 anos, mais talentosos do mundo no assunto. O Brasil foi representado por uma equipe de seis estudantes liderados pelos professores Nicolau Corção Saldanha (Rio de Janeiro - RJ) e Eduardo Tengan (São Carlos - SP).

Um comitê internacional elegeu os problemas que seriam resolvidos entre os propostos pelos países participantes. As provas foram realizadas em dois dias consecutivos abrangendo disciplinas como Álgebra, Teoria dos números, Geometria e Combinatória. Em cada dia, os participantes resolveram três problemas, com valor de sete pontos cada, aplicados em 4 horas e meia de prova. A resolução destes problemas requer mais criatividade, engenho e habilidade em matemática do que conhecimentos e fórmulas aplicadas.

Brasil e as medalhas na IMO - A Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) é realizada desde 1959. O Brasil participa da competição desde 1979 conquistando desde então um total de 96 medalhas, sendo oito de ouro, 26 de prata e 62 de bronze.

A participação brasileira na competição é organizada através da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), iniciativa que tem desempenhado um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em Matemática nas modalidades de ensino fundamental e médio nas escolas públicas e privadas de todo o Brasil.

A Olimpíada Brasileira de Matemática é um projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT- Mat).

sábado, 23 de julho de 2011

Jovem de 16 anos conquista primeira medalha portuguesa de ouro nas Olimpíadas de Matemática

Êxito contagiou ministro Nuno Crato que amanhã vai receber a equipa no aeroporto da Portela



(Ciência Hoje - Portugal) Miguel Martins dos Santos, de 16 anos, da Escola Secundária de Alcanena, conseguiu a primeira medalha de ouro na história da participação portuguesa nas Olimpíadas Internacionais de Matemática (IMO), que hoje terminam na Holanda. Obteve a vitória numa competição que contou com a participação de 574 estudantes de mais de uma centena de países. Estudante do 10º ano competiu em pé de igualdade com jovens que estão a terminar o ensino secundário.

O êxito parece ter contagiado o ministro da Educação, Ensino Superior e Ciência que, segundo uma nota da Sociedade Portuguesa de Matemática – a que presidia –, irá receber amanhã a equipa portuguesa à sua chegada ao aeroporto da Portela, em Lisboa, às 14h35.

Apostado em reforçar o peso da matemática (e do português) no Ensino Secundário, Nuno Crato encontra inesperados aliados nos estudantes que competiram nos últimos dias em Amesterdão.

Outros dois jovens, João Magalhães dos Santos, da Maia, e Raul Penaguião, de Sintra, ambos alunos do 12º ano, arrecadaram duas medalhas de bronze e Luís Duarte, do 10º ano em Alcains, obteve uma menção honrosa.

Recorde-se que Miguel Santos em três participações nas Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM) nunca deixou escapar a medalha de ouro e, em 2010, com apenas 15 anos, estreou-se nas IMO, levando para casa uma menção honrosa.

Miguel Martins dos Santos e João Magalhães dos Santos, os dois melhores classificados nas IMO, terão agora de se preparar para uma nova competição, que decorrerá em Setembro: as Olimpíadas Ibero-americanas de Matemática (OIAM) que terão lugar na Costa Rica.

Entretanto, Portugal tem sido o país anfitrião das primeiras Olimpíadas de Matemática da Lusofonia (OIM), que estão a decorrer em Coimbra até 31 de Julho.
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sexta-feira, 22 de julho de 2011

ICMC recebe alunos de todo o país para a premiação da XIII Olimpíada Brasileira de Informática

Durante uma semana os pequenos gênios tiveram aulas de programação em diversos módulos em uma carga horária de 8 horas por dia.


(Agência CiênciaWeb) Viajar, passar uma semana fora de casa e conhecer várias pessoas novas. Essa parece a rotina normal de um estudante que está em férias escolares. Mas, em São Carlos, cerca de 40 alunos dos ensinos fundamental e médio fizeram tudo isso com um pequeno diferencial: eles se reuniram, acreditem se quiserem, para estudar durante as férias. É isso mesmo, além de conhecer os pontos turísticos de São Carlos como o observatório astronômico da USP, alunos de vários cantos do país tiveram, com a coordenação do ICMC (Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação) da USP São Carlos, oito horas de aulas por dia de programação.

Mesmo com essa agenda repleta de conhecimento, os alunos não desanimaram nem por um momento. É o caso de Bruna Caroline Gonçalves, 15 anos, aluna do colégio particular Ari de Sá Cavalcante Sede, que fica em Fortaleza, no Ceará, que ficou em 4o. lugar na modalidade iniciação nível 2. Ela conta que a única coisa que estranhou em sua passagem por São Carlos foi a mudança do clima.

Bruna compõe o time restrito de 8 garotas selecionadas em meio aos 32 garotos para a final da OBI – Olimpíada Brasileira de Informática. “Acho que o curso de computação em si chama mais atenção dos meninos, mas eu sempre gostei de informática. Meu primeiro contato com o computador foi aos 6 anos. Na época, meus tios apresentaram jogos de computador e desde então o meu interesse por informática só tem crescido”, relata.

Já o estudante João Vitor Alonso dos Santos, 11 anos, aluno da escola estadual Nossa Senhora da Penha, que fica em Passos, Minas Gerais, teve contato com o computador ainda mais cedo. Desde os 4 anos, que ele interage com o mundo virtual.

O estudante integra um grupo ainda mais restrito: o dos alunos da rede publica. Do total de 40 alunos classificados para a premiação, apenas 2 são de escolas da rede pública. “Na minha escola até tem sala de informática, mas as aulas só são dadas para os alunos a partir do oitavo ano”, revela João Vitor, que patrocinado pela mãe faz um curso de informática em uma escola especializada. “O meu sonho é um dia poder chegar até as Olimpíadas Internacionais”, afirma.

Ouro Olímpico
Adriana Mayumi Shiguihara,12 anos, estuda em um colégio privado na cidade de São Paulo foi a ganhadora da medalha de ouro na modalidade Iniciação Nível 1. Participante da Olimpíada pelo segundo ano consecutivo, na primeira vez, ela não obteve a colocação desejada. “Estou super feliz, mas ainda não sei se é nessa área que eu vou querer seguir, pois tudo que envolve exatas, eu gosto. Então eu quero fazer vários cursos para depois poder escolher o que achar melhor”.

A ONI foi criada em 1999 por uma iniciativa dos professores da ICMC da USP São Carlos, José Carlos Maldonado e Ricardo Reis. Atualmente, conta com 5 modalidades distintas na competição divididas pela escolaridade e pelo conhecimento em programação dos candidatos e está na 13a. edição. A competição foi promovida pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), com apoio da Fundação Carlos Chagas (FCC), e contou com a participação de 19.270 alunos de todo o país dos ensinos fundamental e médio.

Em uma etapa futura, quatro alunos serão escolhidos para representar a equipe brasileira na Olimpíada Internacional de Informática. Ricardo Anido, Diretor de Relações Profissionais da SBC e professor do Instituto de Computação (IC) da UNICAMP, esteve presente na premiação e reiterou a importância do evento. “Essa é uma oportunidade única para o aluno; obter uma medalha na olimpíada internacional pode render bolsas de estudo em qualquer escola do mundo”, ressalta Anido. Segundo ele, as expectativas são as melhores possíveis para a Olimpíada Internacional que acontecerá ainda este ano, na Tailândia.“A gente tem bastante chance de ter medalhas de prata e, alguma chance, de ter medalha de ouro, já que em vários países do leste europeu, os alunos têm aulas de programação nas escolas desde o ensino fundamental. Essa base que eles ganham é difícil de recuperar, mas alguns de nossos alunos com muito estudo e muita perseverança, conseguem chegar lá”, conclui.

A premiação da XIII Olimpíada Brasileira de Informática foi realizada no ICMC, no dia 15 de julho. Outras informações através do site www.sbc.org.br/olimpiada

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Pela primeira vez, ouro para o Brasil na Olimpíada Internacional de Física

(SBF / JC) Estudantes brasileiros conquistam uma medalha de ouro, a primeira concedida a um país ibero-americano, e quatro de bronze em competição internacional em Bangkok, na Tailândia.

O estudante Gustavo Haddad Braga é um herói olímpico de um tipo pouco comum. Nada de atletismo, vôlei ou natação. Ele acaba de conquistar para o Brasil a primeira medalha de ouro em uma Olimpíada Internacional de Física. Foi a coroação de um desempenho cada vez melhor das delegações brasileiras na prestigiada competição. Na 42ª edição da International Physics Olympics (IPhO, na sigla), realizada de 10 a 18 de julho, em Bangkok, na Tailândia, todos os cinco alunos do Brasil conquistaram medalhas.

Além do ouro para Gustavo, que representou a primeira conquista do tipo para um país iberoamericano, foram quatro medalhas de bronze, obtidas pelos alunos do ensino médio Ivan Tadeu, do Colégio Objetivo São Paulo (mesma escola de Gustavo), José Guilherme Alves, do Colégio Ari de Sá, do Ceará, Lucas Hernandes, do Colégio Etapa de São Paulo e Ricardo Duarte Lima, do Colégio Farias Brito, do Ceará.

O Brasil participa da IPhO desde 2000 por iniciativa da Sociedade Brasileira de Física (SBF). O evento visa a estimular o interesse pela disciplina, aproximar o ensino médio das universidades e selecionar talentos para as competições internacionais. Nesta edição, os estudantes brasileiros concorreram com 394 alunos de 84 países. Os participantes nacionais são selecionados por meio da Olimpíada Brasileira de Física (OBF). "Foi uma experiência incrível. Além dos novos conhecimentos na disciplina, conheci pessoas de toda parte do mundo e também tive a oportunidade de rever alguns estudantes da edição anterior da competição, na Croácia, criando uma rede de contatos muito interessante", disse Gustavo.

"Estou muito feliz e orgulhoso por ser o primeiro brasileiro da história a ganhar essa medalha de ouro na competição, uma conquista que levarei por toda a minha carreira", apontou. A equipe brasileira foi liderada pelo professor do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), Euclydes Marega Jr., que também é coordenador-geral da Olimpíada Brasileira de Física (OBF). "A IPhO é a competição de mais alto nível no mundo na área da física para estudantes do ensino médio", disse. "Sem dúvida, tivemos a melhor participação nos 12 anos em que o Brasil participa. Tanto por ser a primeira medalha de ouro que ganhamos, como também pelo alto nível técnico das provas, cujos resultados nos equiparam agora aos países mais avançados na área."

Foram dois dias de prova com cinco horas cada. No primeiro foram aplicadas três questões teóricas e, no segundo, duas questões experimentais. No total, 50 pontos estavam em jogo e Gustavo Haddad conseguiu obter 41,29 pontos no total. Segundo ele, a prova desse ano abordou basicamente problemas de gravitação, termodinâmica, elétrica e mecânica. "As questões são bem complexas e possuem um nível técnico bem avançado que se compara às disciplinas do ensino superior aqui no Brasil, apesar de a competição ser direcionada ao ensino médio. Os problemas em pauta nos permitem, inclusive, aprender novos conceitos durante a prova, uma vez que eles geralmente incluem o desenvolvimento de modelos para o estudo de novos fenômenos da física", explica Gustavo.

"Além da minha família que sempre me incentivou muito, atribuo essa conquista aos meus professores do Colégio Objetivo e também ao treinamento experimental oferecido pela SBF no Instituto de Física de São Carlos. Esse tipo de evento é fundamental para a formação e identificação de novos talentos. Eu mesmo, por exemplo, comecei a estudar e a me interessar mais pela disciplina por conta da Olimpíada Brasileira de Física", relata.

Gustavo embarcou ontem (20) para Portugal, onde participará da Olimpíada de Matemática da Lusofonia e, no final de agosto, também participará da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA), na Polônia. Os estudantes brasileiros foram selecionados pela OBF entre alunos de mais de 4,5 mil escolas brasileiras. Em seguida, os selecionados pela OBF são preparados pela Sociedade Brasileira de Física (SBF) para participar da IPhO e também da Olimpíada Ibero-Americana de Física (OIbF).

Atualmente, o Brasil é o país da América Latina com o maior número de medalhas na IPhO e na OIbF. Em 2010, todos os componentes de equipe brasileira na IPhO foram medalhistas. Na OIbF, em que tradicionalmente participam países da América Latina, Portugal e Espanha, o Brasil também é o país com maior número de medalhas, tendo sido campeão em várias edições. Em 2010, por exemplo, quatro estudantes conquistaram medalhas de ouro na OIbF.

"Com essa medalha de ouro na IPhO, o Brasil passa a fazer parte de um grupo seleto de países, ficando à frente de outras nações da Europa como Itália e Suíça, e ao lado de França e Alemanha, que têm uma larga tradição nesse tipo de evento", destaca José David Mangueira Viana, do Instituto de Física da Universidade de Brasília (UnB). "Por isso parabenizamos os nossos medalhistas, seus professores e escolas, as coordenações estaduais e toda a equipe de preparação da OBF coordenada pelo professor Euclydes Marega Jr.", complementa.

Mais informações sobre a IPhO: http://ipho2010.hfd.hr. Mais informações sobre a OBF: www.sbfisica.org.br/v1.
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Portugueses destacam-se nas Olimpíadas Internacionais de Física (Ciência Hoje - Portugal)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Olimpíada de História alcança todos os estados brasileiros

Mais de 10 mil estudantes já se inscreveram.

(JC) A 3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), organizada pelo Museu Exploratório de Ciências, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já conta com a participação de representantes de todos os estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal. Mais de 10 mil pessoas, entre estudantes e professores de história já confirmaram a participação na competição que se inicia no dia 15 de agosto.

As inscrições estão disponíveis na página do Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e acontecem até o dia 9 de agosto.

O estado de São Paulo lidera a participação com 25% do total de equipes inscritas. O Ceará está em segundo, com 12 %, seguido por Minas Gerais, com 11%. Como nas últimas edições, realizadas em 2009 e 2010, as escolas públicas representam a maior parte das inscrições. Das 689 equipes paulistas inscritas até o momento, 381 são de escolas públicas. Destas, 236 fazem parte da rede estadual de ensino, 143 da rede municipal e 2 pertencem a instituições federais.

Podem participar estudantes regularmente matriculados no oitavo e nono anos do ensino fundamental e demais séries do ensino médio. A Olimpíada é realizada em equipes formadas por três estudantes e um professor de história. A taxa de inscrição é de 20 reais para as equipes de escolas públicas e 40 reais para as equipes das escolas particulares.

Serão cinco fases online e uma presencial. A primeira fase da competição tem início em 15 de agosto. A final presencial acontece na Unicamp nos dias 15 e 16 de outubro.

Mais informações no site: http://www.mc.unicamp.br/.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Equipe brasileira participa da Olimpíada Internacional de Biologia

(JB) O mundo científico vai focar a atenção na cidade de Taipei, capital de Taiwan, durante essa semana. O local será sede da 22ª Olimpíada Internacional de Biologia (IBO, na sigla em inglês). O evento reúne 49 países, entre eles, o Brasil. Voltada para alunos do ensino médio, a competição vai até 17 de julho. Na última edição da IBO, na Coréia do Sul, o Brasil ficou com a medalha de bronze.

Quatro estudantes brasileiros vão representar o país. Eles conquistaram as primeiras colocações na Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), que aconteceu no dia 29 de maio. Todos são da região Nordeste: Pedro Oliveira, 18, e Rafael Lima, 19, de Fortaleza (CE); e Mattheus Fernandes, 18, e Pablo Ivo Ferreira, 19, de Natal (RN). Durante uma semana, os jovens assistiram a palestras e conheceram os laboratórios da UERJ, UniRio e do Instituto ORT, no Rio de Janeiro.

Organizado pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio), o treinamento da nossa equipe olímpica contou com aulas práticas de Bioquímica, Biotecnologia, Microscopia, Ecologia, Genética, histologia vegetal e dissecção de vertebrados e invertebrados.

Os jovens tiveram contato com equipamentos que só conheceriam na universidade, como, por exemplo, o espectrofotômetro, aparelho usado para medir (identificar e determinar) a concentração de substâncias, que absorvem energia radiante num solvente.

Segundo Dr. Rubens Oda, coordenador nacional da OBB e professor de biologia do Sistema Elite de Ensino, o desafio tem como objetivo aproximar o Brasil do nível curricular dos países de ponta nessa ciência. “A olimpíada estreita a ponte entre a universidade e o ensino médio, contribuindo para a divulgação de novas descobertas, a inclusão social e a aprendizagem científica”, enfatiza.

Para Oda, um dos países líderes no Projeto Genoma, que possui uma importante biodiversidade, além de uma agricultura desenvolvida, precisa mostrar sua força na área biológica e se alinhar ao conhecimento do Primeiro Mundo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Olimpíada de Geociências

(JC) O Museu da Geodiversidade realizará este ano a 1a Olimpíada Nacional de Geociencias, que conta com a participação de estudantes das redes pública e privada de Ensino Médio de todo o país. Para participar, basta montar uma equipe em sua escola formada por tres alunos e um professor de qualquer disciplina.

Através da participação nesta competição serão promovidos o convívio social, o trabalho em equipe, a cultura, a solidariedade, e a valorização do conhecimento. É a partir de olimpíadas científicas como esta que se desenvolve e se incentiva a participação ativa em desafios envolvendo diversos campos do saber.

O evento contará com etapas formadas por provas e tarefas. Desta forma, os alunos terão duas formas de aprendizagem: uma teórica e outra prática. Na primeira, mais voltada à teoria, aprenderão sobre as Ciencias da Terra ao estudarem para realizar as provas objetivas. Já ao realizar tarefas, os alunos tentarão colocar em prática os conhecimentos sobre recursos naturais estudados na teoria, explorando, para isso, também suas potencialidades artísticas e criativas. Dessa forma, preocupar-se-ão não apenas em preservar o patrimônio natural que eles agora reconhecem, mas também em difundir esse novo conhecimento na comunidade escolar, auxiliando e motivando outras pessoas a seguirem a mesma busca pela compreensão e conscientização em relação ao meio ambiente, local que lhe oferece abrigo e sustento.

Durante a Olimpíada será necessário um trabalho de pesquisa e debate intenso entre professores e estudantes sobre os temas, além da necessidade de atividades com material diversificado, o que será exigido especialmente para a execução das tarefas propostas em cada etapa.

Por ser uma atividade de alcance nacional, a Olimpíada acontecerá a distância durante as cinco primeiras fases e presencialmente na última. Portanto, dominar bem o uso da Internet e obter os aparatos tecnológicos necessários é condição indispensável para dinamizar a execução do evento.

Para maiores detalhes sobre a Olimpíada, acesse o regulamento e inscreva-se já.

http://olimpiada.igeo.ufrj.br