terça-feira, 11 de setembro de 2012
Alunos do IFAL conquistam medalhas na Olimpíada Brasileira de Astronomia
(Alagoas 24 horas) Oito alunos do IFAL (Instituto Federal de Alagoas) – Câmpus Maceió - destacaram-se na Olimpíada Brasileira de Astronomia, etapa nacional, ao conquistarem duas medalhas de ouro e seis medalhas de prata. O resultado foi apresentado na manhã desta segunda-feira (10) pelo professor Carlos Argolo, orientador dos alunos José Monteiro de Lemos Neto (ouro), Josias Alves da Rocha (ouro), Pedro Henrique Silva de Almeida (prata), Lucas Alexandre Silva Melo (prata), Késia Priscila Omena (prata), Igor Alves Moura (prata), Bruno Alves de Moura (prata), João Victor da Silva (prata).
Cinco desses alunos foram apresentados ao reitor Sérgio Teixeira na manhã desta segunda-feira (10) no Gabinete da Reitoria. O campeão da Olimpíada Brasileira de Foguete, em 2011, Danilo Ferreira da Rocha também esteve presente ao encontro Na ocasião, o professor Argolo solicitou apoio da Reitoria aos alunos que vão participar de uma Olimpíada de Foguetes promovida, de 15 a 18 de outubro próximo, pelo Ita (Instituto Técnico Aeroespacial), em São José dos Campos-SP. “Fomos, especialmente, convidado para esta competição, por ser, o Câmpus Maceió, a única instituição a criar um foguete com bifurcação, cuja velocidade de disparo chega a 700 km/h”, ressaltou Argolo. Além desta competição, o IFAL foi convidado a participar de outra, com as mesmas características, no município de Resende-RJ. Os professores Carlos Magalhães e Ana Luiza chefiarão a delegação com cinco alunos.
O reitor Sérgio Teixeira disse que a Reitoria oferecerá todo o apoio aos alunos e sugeriu ao pró-reitor de Ensino, Luiz Henrique Lemos e ao diretor de Política Estudantil, Elton Barros, a concessão de bolsas aos alunos para possibilitá-los a participar das duas olimpíadas no sul do país.
Outra boa notícia dada pelo professor Carlos Argolo, na reunião, foi a possibilidade de a Companhia Vale do Rio Doce, conhecida no mundo inteiro pela extração de minério de ferro, ofertar bolsas para alunos do ensino médio, entre esses os do IFAL. Essa possibilidade existe a partir da uma iniciativa da indústria de apoiar a Olimpíada Brasileira de Engenharia cuja vice-coordenação é do professor Carlos Argolo. “A intenção da Vale do Rio Doce é formar seus profissionais de engenharia, já no ensino médio e o IFAL pode estar entre os centros formadores dessa nova mão-de-obra”, destacou.
Participaram da reunião, além do reitor Sérgio Teixeira, os pró-reitores Luiz Henrique (Ensino) e José Carlos Pessoa (Desenvolvimento Institucional) e o professor Carlos Magalhães.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Brasil disputa a Olimpíada Ibero-americana de Matemática na Bolívia
A competição reúne talentos de 22 países ibero-americanos.
(JC) O Brasil participará da 27ª Olimpíada Ibero-americana de Matemática (OIM), competição que ocorrerá de 29 de setembro a 6 de outubro, na cidade de Cochabamba, na Bolívia.
Além do Brasil, foram convocadas as delegações da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Os países serão representados por equipes de no máximo quatro estudantes de até 18 anos e dois professores.
O time brasileiro é formado pelos estudantes: André Macieira Braga Costa, de Belo Horizonte (MG), Franco Matheus de Alencar Severo, do Rio de Janeiro (RJ), Rafael Kazuhiro Miyazaki e Rodrigo Sanches Ângelo, ambos de São Paulo (SP), liderados pelos professores Matheus Secco Torres da Silva e Hugo Fonseca Araújo, ambos do Rio de Janeiro (RJ).
Para fazer parte da equipe, os candidatos devem como pré-requisito ter um bom desempenho na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) para, em seguida, participarem do processo de seleção que inclui a resolução de listas de exercícios, além de uma bateria de provas seletivas. Os quatro alunos melhor colocados, e que satisfazem as exigências do regulamento da olimpíada, conquistam as vagas.
Os estudantes brasileiros também têm como base a experiência das competições de matemática nas quais vêm participando. A equipe que competirá na Bolívia é formada por estudantes que já possuem um forte currículo olímpico, o que inclui, além da premiação na OBM, a participação em competições internacionais como a Olimpíada do Cone Sul, a Romanian Master e a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO).
Sobre a OIM - A Olimpíada Ibero-americana de Matemática é uma iniciativa realizada com a colaboração dos ministérios de educação ibero-americanos e de sociedades de matemática junto a um importante grupo de professores e alunos. Os objetivos principais do evento são fortalecer e estimular o estudo da matemática, contribuir para o desenvolvimento científico da comunidade ibero-americana, detectar jovens talentos nesta ciência e incentivar a troca de experiências entre os países participantes.
A participação do Brasil - O Brasil é o país com maior número de medalhas conquistadas na competição até hoje. Desde 1985, ano em que o país iniciou a participação no evento, seus representantes conquistaram um total de 93 medalhas, sendo 48 de ouro, 34 de prata e 11 de bronze.
Além das medalhas recebidas, o Brasil conquistou em três oportunidades a Taça Porto Rico, troféu outorgado desde 1990 pela delegação de Porto Rico ao país de maior progresso na competição, e que tem como objetivo estimular o desenvolvimento das equipes olímpicas.
A participação brasileira na Olimpíada Ibero-americana de Matemática é organizada através da Olimpíada Brasileira de Matemática, iniciativa que desempenha um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas instituições públicas e privadas de todo o país.
A Olimpíada Brasileira de Matemática é um projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCTMat).
(JC) O Brasil participará da 27ª Olimpíada Ibero-americana de Matemática (OIM), competição que ocorrerá de 29 de setembro a 6 de outubro, na cidade de Cochabamba, na Bolívia.
Além do Brasil, foram convocadas as delegações da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Os países serão representados por equipes de no máximo quatro estudantes de até 18 anos e dois professores.
O time brasileiro é formado pelos estudantes: André Macieira Braga Costa, de Belo Horizonte (MG), Franco Matheus de Alencar Severo, do Rio de Janeiro (RJ), Rafael Kazuhiro Miyazaki e Rodrigo Sanches Ângelo, ambos de São Paulo (SP), liderados pelos professores Matheus Secco Torres da Silva e Hugo Fonseca Araújo, ambos do Rio de Janeiro (RJ).
Para fazer parte da equipe, os candidatos devem como pré-requisito ter um bom desempenho na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) para, em seguida, participarem do processo de seleção que inclui a resolução de listas de exercícios, além de uma bateria de provas seletivas. Os quatro alunos melhor colocados, e que satisfazem as exigências do regulamento da olimpíada, conquistam as vagas.
Os estudantes brasileiros também têm como base a experiência das competições de matemática nas quais vêm participando. A equipe que competirá na Bolívia é formada por estudantes que já possuem um forte currículo olímpico, o que inclui, além da premiação na OBM, a participação em competições internacionais como a Olimpíada do Cone Sul, a Romanian Master e a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO).
Sobre a OIM - A Olimpíada Ibero-americana de Matemática é uma iniciativa realizada com a colaboração dos ministérios de educação ibero-americanos e de sociedades de matemática junto a um importante grupo de professores e alunos. Os objetivos principais do evento são fortalecer e estimular o estudo da matemática, contribuir para o desenvolvimento científico da comunidade ibero-americana, detectar jovens talentos nesta ciência e incentivar a troca de experiências entre os países participantes.
A participação do Brasil - O Brasil é o país com maior número de medalhas conquistadas na competição até hoje. Desde 1985, ano em que o país iniciou a participação no evento, seus representantes conquistaram um total de 93 medalhas, sendo 48 de ouro, 34 de prata e 11 de bronze.
Além das medalhas recebidas, o Brasil conquistou em três oportunidades a Taça Porto Rico, troféu outorgado desde 1990 pela delegação de Porto Rico ao país de maior progresso na competição, e que tem como objetivo estimular o desenvolvimento das equipes olímpicas.
A participação brasileira na Olimpíada Ibero-americana de Matemática é organizada através da Olimpíada Brasileira de Matemática, iniciativa que desempenha um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas instituições públicas e privadas de todo o país.
A Olimpíada Brasileira de Matemática é um projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCTMat).
Pernambucana representa Brasil em olimpíada internacional de astronomia
Larissa Aquino faz parte de equipe que vai competir na Colômbia. Aluna do IFPE começou a estudar corpos celestes por curiosidade.
(G1) Uma estudante pernambucana, de 17 anos, vai representar o Brasil na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, que será realizada na semana que vem na cidade de Barranquilla, na Colômbia. Larissa Aquino é aluna do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE); começou a estudar astronomia há quase dois anos, por curiosidade. Hoje, além de nuvens e astros, ela vê sonhos por meio do telescópio.
Larissa faz parte da equipe que vai representar o País na disputa. Cinco estudantes foram selecionados na Olimpíada Brasileira, e ela é a única pernambucana. “Primeiro a gente faz um curso da organização do evento. Eles enviaram apostila, fichas de treinamento com questões para responder. E teve a ajuda das pessoas interessadas em Pernambuco; do [projeto] Céu de Pernambuco, da Sociedade Astronômica do Recife. Eles nos deram apoio nesse processo”, falou.
Pernambuco é considerado um dos melhores estados do Brasil para observação astronômica. No Sertão, o clima seco deixa o céu mais limpo. Mas o estado tem apenas um observatório profissional, que fica no município de Itacuruba, há 429 quilômetros do Recife.
O professor de Larissa, Guilherme Pereira, acredita que a conquista da aluna pode incentivar e revelar novos talentos na área. “Como foi no passado, com os holandeses. O primeiro observatório do hemisfério Sul foi construído em Olinda. Isso precisa ser renovado, estimulando os estudantes a desenvolver essa área do conhecimento”, disse.
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Matéria com vídeo aqui
(G1) Uma estudante pernambucana, de 17 anos, vai representar o Brasil na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, que será realizada na semana que vem na cidade de Barranquilla, na Colômbia. Larissa Aquino é aluna do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE); começou a estudar astronomia há quase dois anos, por curiosidade. Hoje, além de nuvens e astros, ela vê sonhos por meio do telescópio.
Larissa faz parte da equipe que vai representar o País na disputa. Cinco estudantes foram selecionados na Olimpíada Brasileira, e ela é a única pernambucana. “Primeiro a gente faz um curso da organização do evento. Eles enviaram apostila, fichas de treinamento com questões para responder. E teve a ajuda das pessoas interessadas em Pernambuco; do [projeto] Céu de Pernambuco, da Sociedade Astronômica do Recife. Eles nos deram apoio nesse processo”, falou.
Pernambuco é considerado um dos melhores estados do Brasil para observação astronômica. No Sertão, o clima seco deixa o céu mais limpo. Mas o estado tem apenas um observatório profissional, que fica no município de Itacuruba, há 429 quilômetros do Recife.
O professor de Larissa, Guilherme Pereira, acredita que a conquista da aluna pode incentivar e revelar novos talentos na área. “Como foi no passado, com os holandeses. O primeiro observatório do hemisfério Sul foi construído em Olinda. Isso precisa ser renovado, estimulando os estudantes a desenvolver essa área do conhecimento”, disse.
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Estudantes de todo País participam da Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas 2012
(JC) Um milhão e duzentos mil alunos fizeram a 1ª fase da Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP) nesta terça-feira (4). Esta é a primeira vez que a OBFEP ocorre em todo território brasileiro, em 2010 e 2011 a OBFEP aconteceu de forma piloto em alguns estados como uma atividade da Olimpíada Brasileira de Física (OBF). Participam da OBFEP 2012 estudantes do Ensino Médio e do último ano do Ensino Fundamental de escolas municipais, estaduais e federais.
A OBFEP ocorre em duas fases, sendo a 1ª uma prova teórica e a 2ª fase composta de uma parte teórica e uma prática. Na 2ª fase, que acontecerá em 10 de novembro para cerca de 50 mil estudantes, cada aluno, além da prova teórica, receberá um kit com o qual fará experimentos compreendendo medidas e análise dos resultados. O objetivo do experimento é despertar no aluno seu talento criativo e inovador.
A OBFEP é organizada pela Sociedade Brasileira de Física (SBF), conta com financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) através do CNPq e pode-se citar entre seus objetivos: contribuir para a melhoria da qualidade do ensino em ciências na educação básica; promover maior inclusão social por meio da difusão da ciência; ampliar o uso das tecnologias da informação e da comunicação com fins educacionais; ampliar canais de colaboração entre universidades, institutos, sociedades científicas e escolas públicas; fomentar a integração entre escola e comunidade.
Confira mais informações no portal www.obfep.org.br.
A OBFEP ocorre em duas fases, sendo a 1ª uma prova teórica e a 2ª fase composta de uma parte teórica e uma prática. Na 2ª fase, que acontecerá em 10 de novembro para cerca de 50 mil estudantes, cada aluno, além da prova teórica, receberá um kit com o qual fará experimentos compreendendo medidas e análise dos resultados. O objetivo do experimento é despertar no aluno seu talento criativo e inovador.
A OBFEP é organizada pela Sociedade Brasileira de Física (SBF), conta com financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) através do CNPq e pode-se citar entre seus objetivos: contribuir para a melhoria da qualidade do ensino em ciências na educação básica; promover maior inclusão social por meio da difusão da ciência; ampliar o uso das tecnologias da informação e da comunicação com fins educacionais; ampliar canais de colaboração entre universidades, institutos, sociedades científicas e escolas públicas; fomentar a integração entre escola e comunidade.
Confira mais informações no portal www.obfep.org.br.
Alunos da EEEP Otília Correia Saraiva são Classificados para Modalidade Nacional da Olimpíada Brasileira de Foguetes
(Brazilian Space) Um dos focos educacionais da Escola Estadual de Educação Profissional Otília Correia Saraiva – Liceu de Barbalha/CE é a práticas da reciclagem.
Reciclar nada mais é que o retornar a matéria-prima ao ciclo de produção, embora o termo já venha sendo utilizado popularmente para designar o conjunto de operações envolvidas.
Dentre um dos maiores problemas ambientais da atualidade, temos os entulhos de garrafas e canos em PVC, esse material, é em escala, projetado para ser “jogado” fora. Objetos como copos descartáveis, sacolas plásticas, vasilhames de tintas, são produzidas com um único objetivo o descarte após um único uso.
Por decomposição natural, o plástico demora para se deteriorar mais de cem anos, sem contar ao risco à saúde humana, uma vez que serve de abrigo para pequenos animais vetores de doenças infecto contagiosas.
Nesse contexto, surgiu desde 2010 um projeto pedagógico que propôs trabalhar a reciclagem de forma consciente, fazendo mão do uso do lixo na produção de instrumentos facilitadores da aprendizagem como matéria prima essencial na elaboração de materiais didáticos, de baixo custo e fácil manipulação.
Nos decorreres do projeto os alunos produzem foguetes de garrafa PET. Um foguete é uma máquina que se desloca expelindo atrás de si um fluxo de gás a alta velocidade. Por conservação da quantidade de movimento (massa multiplicada por velocidade) o foguete desloca-se no sentido contrário com velocidade tal que, multiplicada pela massa do foguete, o valor da quantidade de movimento é igual ao dos gases expelidos.
A proposta pedagógica contida no projeto baseia-se em subsidiar as aulas de Biologia com eixo principal na reciclagem com garrafas tipo PET, de Física com eixo principal o estudo da Astronomia e da Astronáutica e da Química com eixo nas reações com compostos inorgânicos enfatizando a simples e a dupla troca ou deslocamento.
Basicamente os foguetes são compostos por: Combustível a base de ácido acético (contido no vinagre) e bicarbonato de sódio, Bocal confeccionado em PET, Centro de massa e Centro de pressão existentes a partir do equilíbrio de peso e pressão interna do tanque de combustível, confeccionado em PET e pelas Aletas projetadas com plástico, isopor ou papelão. A base ou plataforma de lançamento está confeccionada por canos tipo PVC e apresentam sistema simples de abordagem durante o lançamento.
O Projeto culmina com a promoção da Jornada de Foguetes onde os alunos lançam seus projéteis para alcance médio de cem metros paralelos ao horizonte.
O produto desta Jornada, realizada em maio na escola, subsidiou aos alunos Vitória Shiévila dos Santos Gonçalves e Francisco Hítalo Alves Florencio, ambos dos segundo ano do ensino médio integrado ao curso técnico em manutenção de redes de computadores, vaga para representarem o Estado na VI Mostra Brasileira de Foguetes -VI MOBFOG (modalidade nacional), promovida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que realizar-se-á nos dias 15, 16, 17 e 18 de Outubro no Estado do Rio de Janeiro.
Desde já desejamos a equipe e ao professor Andrevaldo Glaidson Pereira Tavares boa sorte! Que o produto dessa Jornada possa aferir a Barbalha um troféu nacional em Astronomia.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Estudantes do AM são destaque em Olimpíada Brasileira de Astronomia
Este ano, o Amazonas contou com a participação de 643 alunos de Coari. Provas da OBA continham questões de Astronomia, Astronáutica e Energia.
(G1) A coordenação da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), em Coari, premiou 21 estudantes do município, a 363 quilômetros de Manaus, com medalhas de ouro, prata e bronze em quatro categorias. O projeto foi patrocinado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e o resultado é proveniente do estímulo das escolas públicas do município em promover a participação de alunos, pela primeira vez na OBA, organizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Eletrobrás Furnas.
O evento, que este ano apresenta sua 15ª edição, serve como instrumento de aprendizagem para estudantes dos ensinos Fundamental e Médio e para identificar jovens talentos que possam seguir a carreira científico-tecnológica. A ideia de participação do município na OBA veio da mestra em Física, pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Andréa Baima do Lago Silva, servidora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas - Campus Coari (Ifam - CCO), durante uma iniciativa em conjunto com a Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Coari que envolveu alunos desde a terceira série do Fundamental até o terceiro ano do Ensino Médio.
A professora também ressaltou que o objetivo da Olimpíada é fomentar o interesse dos jovens pela Astronomia, Astronáutica e ciências afins, além de promover a difusão dos conhecimentos básicos de uma forma lúdica e cooperativa.
OBA Nacional
As provas foram divididas em quatro níveis distintos, de acordo com a escolaridade dos alunos, e continham dez questões: cinco de Astronomia, três de Astronáutica e duas sobre Energia. As instituições que aceitaram o desafio de aplicar a OBA foram: Escola Professor Rui Souto de Alencar, Escola Raimunda Cruz e Silva, Escola Maria de Nazaré Pereira da Silva, Escola Ursulina Souza de Oliveira e Escola Domingos Agenor Smith.
Segundo Andréa Baima, um ponto positivo é que a atividade promoveu a interação da comunidade do município com as escolas. “A participação da comunidade coariense foi fundamental para que a Olimpíada obtivesse êxito entre as escolas. A junção dos pais e escolas participantes foi primordial para que o evento chegasse onde chegou", disse.
"Em 2012, o Amazonas contou com a participação de 643 alunos de Coari. Esta adesão foi notória na cidade. Os gestores das escolas participantes solicitaram que o projeto fosse ampliado e que, no próximo ano, haja atividades a partir do primeiro dia de aula”, destacou a mestra em Física.
(G1) A coordenação da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), em Coari, premiou 21 estudantes do município, a 363 quilômetros de Manaus, com medalhas de ouro, prata e bronze em quatro categorias. O projeto foi patrocinado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e o resultado é proveniente do estímulo das escolas públicas do município em promover a participação de alunos, pela primeira vez na OBA, organizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Eletrobrás Furnas.
O evento, que este ano apresenta sua 15ª edição, serve como instrumento de aprendizagem para estudantes dos ensinos Fundamental e Médio e para identificar jovens talentos que possam seguir a carreira científico-tecnológica. A ideia de participação do município na OBA veio da mestra em Física, pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Andréa Baima do Lago Silva, servidora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas - Campus Coari (Ifam - CCO), durante uma iniciativa em conjunto com a Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Coari que envolveu alunos desde a terceira série do Fundamental até o terceiro ano do Ensino Médio.
A professora também ressaltou que o objetivo da Olimpíada é fomentar o interesse dos jovens pela Astronomia, Astronáutica e ciências afins, além de promover a difusão dos conhecimentos básicos de uma forma lúdica e cooperativa.
OBA Nacional
As provas foram divididas em quatro níveis distintos, de acordo com a escolaridade dos alunos, e continham dez questões: cinco de Astronomia, três de Astronáutica e duas sobre Energia. As instituições que aceitaram o desafio de aplicar a OBA foram: Escola Professor Rui Souto de Alencar, Escola Raimunda Cruz e Silva, Escola Maria de Nazaré Pereira da Silva, Escola Ursulina Souza de Oliveira e Escola Domingos Agenor Smith.
Segundo Andréa Baima, um ponto positivo é que a atividade promoveu a interação da comunidade do município com as escolas. “A participação da comunidade coariense foi fundamental para que a Olimpíada obtivesse êxito entre as escolas. A junção dos pais e escolas participantes foi primordial para que o evento chegasse onde chegou", disse.
"Em 2012, o Amazonas contou com a participação de 643 alunos de Coari. Esta adesão foi notória na cidade. Os gestores das escolas participantes solicitaram que o projeto fosse ampliado e que, no próximo ano, haja atividades a partir do primeiro dia de aula”, destacou a mestra em Física.
Brasileiros participam da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica
Evento será realizado na cidade de Barranquilla, na Colômbia
(O Dia) Estudantes de oito países da América Latina vão se reunir na cidade de Barranquilla, na Colômbia, para a Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA 2012). Cada delegação poderá levar até cinco alunos. O evento acontece entre os dias 9 e 15 de setembro. Alunos do Timor Leste também foram convidados, mas ainda não confirmaram a participação.
Até hoje, o Brasil conquistou oito medalhas de ouro, cinco de prata e três de bronze. Os jovens que vão nos representar foram selecionados pelos resultados obtidos na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). São eles: Amanda Seraphim Pedarnig (Valinhos, SP), Larissa Fernandes de Aquino (Olinda, PE), Luis Fernando Machado Poletti Valle (Guarulhos, SP), Victor Venturi (Campinas, SP) e Weslley de Vasconcelos Rodrigues da Silva (Teresina, PI). Os líderes da equipe brasileira serão os professores João Batista Garcia Canalle e Julio Cesar Klafke
Durante o evento, os participantes vão conhecer o Planetário de Barranquilla, o Centro Interativo de Ciência Combarranquilla, a Universidade Livre, a Berckley International School e o Museu do Caribe. Os estudantes ainda vão participar de conferências em duas escolas para motivar crianças e professores com o objetivo de incentivá-los a participar das olimpíadas científicas.
A olimpíada será dividida em parte teórica, prática e de reconhecimento do céu. A prova teórica será dividida em duas partes: individual e em grupo, mesclando as delegações. Os estudantes ainda participarão de uma competição de lançamento de foguetes em grupos multinacionais. As últimas avaliações serão individuais e vão exigir o reconhecimento do céu real e o manuseio de telescópio.
Para o Dr. João Canalle, coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a iniciativa vai promover o intercâmbio de conhecimentos entre os alunos e o de experiências didáticas entre os professores que lideram os grupos.
- Por meio desse evento, desejamos unir as nações, fomentar e popularizar a astronomia e a astronáutica nos países participantes. A olimpíada também tem o intuito de compartilhar o ensino das ciências espaciais com todos os membros, além de podermos conhecer melhor as diferentes culturas do nosso continente – ressalta Canalle.
Treinamento
Antes de viajarem à Colômbia, os estudantes da delegação brasileira participaram de um treinamento intensivo com astrônomos, ex-participantes de olimpíadas e acadêmicos na cidade de Passa Quatro, em Minas Gerais.
As aulas foram coordenadas pelos professores Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR); Luciana Antunes Rios, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Julio Klafke, da Universidade Paulista (UNIP); Pâmela Marjorie C. Coelho, coordenadora da Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog); e pelos estudantes universitários Rafael Tafarello (USP) e Júlio César Campagnolo (Observatório Nacional).
Para participar das olimpíadas internacional e Latino-Americana, o candidato precisa de uma excelente pontuação na prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Em seguida, participa das seletivas e ainda passa por mais uma etapa. Depois de todo esse processo, os classificados fazem um treinamento intensivo com vários astrônomos, como o que aconteceu na cidade de Passa Quatro.
Organização
A Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica foi fundada em outubro de 2008 na capital uruguaia, Montevidéu. O Brasil já foi sede da OLAA por duas vezes. E será a segunda vez que a Colômbia recebe o evento.
E a OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).
Mais informações:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
www.oba.org.br
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(O Dia) Estudantes de oito países da América Latina vão se reunir na cidade de Barranquilla, na Colômbia, para a Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA 2012). Cada delegação poderá levar até cinco alunos. O evento acontece entre os dias 9 e 15 de setembro. Alunos do Timor Leste também foram convidados, mas ainda não confirmaram a participação.
Até hoje, o Brasil conquistou oito medalhas de ouro, cinco de prata e três de bronze. Os jovens que vão nos representar foram selecionados pelos resultados obtidos na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). São eles: Amanda Seraphim Pedarnig (Valinhos, SP), Larissa Fernandes de Aquino (Olinda, PE), Luis Fernando Machado Poletti Valle (Guarulhos, SP), Victor Venturi (Campinas, SP) e Weslley de Vasconcelos Rodrigues da Silva (Teresina, PI). Os líderes da equipe brasileira serão os professores João Batista Garcia Canalle e Julio Cesar Klafke
Durante o evento, os participantes vão conhecer o Planetário de Barranquilla, o Centro Interativo de Ciência Combarranquilla, a Universidade Livre, a Berckley International School e o Museu do Caribe. Os estudantes ainda vão participar de conferências em duas escolas para motivar crianças e professores com o objetivo de incentivá-los a participar das olimpíadas científicas.
A olimpíada será dividida em parte teórica, prática e de reconhecimento do céu. A prova teórica será dividida em duas partes: individual e em grupo, mesclando as delegações. Os estudantes ainda participarão de uma competição de lançamento de foguetes em grupos multinacionais. As últimas avaliações serão individuais e vão exigir o reconhecimento do céu real e o manuseio de telescópio.
Para o Dr. João Canalle, coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a iniciativa vai promover o intercâmbio de conhecimentos entre os alunos e o de experiências didáticas entre os professores que lideram os grupos.
- Por meio desse evento, desejamos unir as nações, fomentar e popularizar a astronomia e a astronáutica nos países participantes. A olimpíada também tem o intuito de compartilhar o ensino das ciências espaciais com todos os membros, além de podermos conhecer melhor as diferentes culturas do nosso continente – ressalta Canalle.
Treinamento
Antes de viajarem à Colômbia, os estudantes da delegação brasileira participaram de um treinamento intensivo com astrônomos, ex-participantes de olimpíadas e acadêmicos na cidade de Passa Quatro, em Minas Gerais.
As aulas foram coordenadas pelos professores Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR); Luciana Antunes Rios, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Julio Klafke, da Universidade Paulista (UNIP); Pâmela Marjorie C. Coelho, coordenadora da Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog); e pelos estudantes universitários Rafael Tafarello (USP) e Júlio César Campagnolo (Observatório Nacional).
Para participar das olimpíadas internacional e Latino-Americana, o candidato precisa de uma excelente pontuação na prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Em seguida, participa das seletivas e ainda passa por mais uma etapa. Depois de todo esse processo, os classificados fazem um treinamento intensivo com vários astrônomos, como o que aconteceu na cidade de Passa Quatro.
Organização
A Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica foi fundada em outubro de 2008 na capital uruguaia, Montevidéu. O Brasil já foi sede da OLAA por duas vezes. E será a segunda vez que a Colômbia recebe o evento.
E a OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).
Mais informações:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
www.oba.org.br
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