sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Mais de um milhão de visitas nas páginas da 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil

Inscrições foram prorrogadas até a próxima segunda-feira (13).

(JC) Desde o início das inscrições, as páginas da 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil já receberam mais de um milhão de visitas, originadas de 990 diferentes municípios do país, além de 51 outros países dos cinco continentes. Já estão inscritos representantes de todos os Estados da União.

Os interessados em participar terão até as 21 horas da próxima segunda-feira (13), para completar sua inscrição.

A Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por intermédio de seu Museu Exploratório de Ciências, destinada a estudantes e professores do Ensino Fundamental (8º e 9º anos) e Ensino Médio, organizados em equipes de três estudantes e um professor. A Olimpíada é constituída de cinco fases online e uma fase presencial. Cada uma das fases online dura uma semana, com tempo para os alunos estudarem os documentos disponibilizados no site e discutirem as questões, sendo assim uma verdadeira oportunidade de aprendizagem.

As inscrições devem ser realizadas pelo site do Museu Exploratório de Ciências - Unicamp (www.mc.unicamp.br).

Brasileiro é prata em Olimpíada Internacional de Química



(Agência FAPESP) O estudante paulista Daniel Arjona de Andrade Hara conquistou a medalha de prata na 44ª Olimpíada Internacional de Química (IChO, na sigla em inglês).

Hara já havia conquistado medalhas de ouro na Olimpíada de Química do Estado de São Paulo (OQSP-2012) e na Olimpíada Ibero-americana de Química de 2011.

A 44ª IChO 2012 foi disputada entre 21 e 30 de julho, em Washington, nos Estados Unidos, com a participação de jovens de 72 países.

Os demais membros da delegação brasileira, Gabriel Matheus Pinheiro, Ramon Gonçalves da Silva e Vitória Medeiros, todos do Ceará, retornam da 44ª IChO com medalhas de bronze.

Outros estudantes paulistas já haviam conquistado medalhas de bronze em edições anteriores: Tábata Pontes, na 43ª IChO 2011, na Turquia, e Jéssica Kazumi Okuma e André Silva Franco, na 42ª IChO 2010, no Japão.

Mais informações: www.icho2012.org

terça-feira, 7 de agosto de 2012

6 ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica Visa Convivência Harmônica



(MCTI) Um encontro de diferentes culturas, que têm a oportunidade de desfrutar de uma convivência harmônica. Assim definiu, aos participantes, o tom da 6 ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (International Olympiad on Astronomy and Astrophysics – IOAA), o presidente do evento Chatief Kunjaya, em sua abertura, nesta segunda-feira (6) no Planetário da Gávea. A olimpíada se encerra no dia 13 de agosto, no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), em São Cristovão, no Rio de Janeiro.

“Quero lembrá-los que o nosso propósito não é apenas o de ganhar medalhas, mas, principalmente, o de proporcionar uma convivência harmônica. Sugiro a todos que ofereçam o melhor de vocês, mas não se esqueçam de fazer amigos”, assinalou Kunjaya.

Logo após a apresentação de cada delegação, houve uma mostra de dança indígena que encantou a todos. Ao final, os estudantes dançaram, de mãos dadas, com os índios da etnia Desana, ao som de chocalhos e instrumentos rústicos fabricados manualmente pelos nativos.

Uma competição diferente, em que o mais importante, antes que a aquisição de medalhas, é a promoção da diversidade cultural. Dela participam representantes de vinte e sete nacionalidades, dos cinco continentes, como Bangladesh, Belarus, Bolívia, Brasil, Bulgária, China, Colômbia, Croácia, República Tcheca, Emirados Árabes, Grécia, Hungria, Índia, Indonésia, Irã, Cazaquistão, Coreia, Lituânia, Polônia, Portugal, Romênia, Sérvia, Singapura, Eslováquia, Sri Lanka, Tailândia e Ucrânia.

“Na Olimpíada, temos muito a aprender e também temos a oportunidade de mostrar o nosso valor para todos, afinal, o mundo inteiro está aqui”, destacou Manmohan Mandhana, jovem indiano de 18 anos, participante da competição.

O Céu do Brasil
Além da experiência única da diversidade cultural, outro fator foi unânime entre os visitantes estrangeiros é a curiosidade pelo céu brasileiro. “Eu estou empolgado e acho que este ano será melhor que o ano passado, na Polônia, porque o evento está acontecendo em um lugar muito distante da minha realidade. Espero encontrar nessa edição da IOAA, além de um bom programa de testes, uma boa observação, porque eu nunca tinha olhado para este céu antes, nunca vi constelações como as que existem aqui”, afirmou o estudante da Eslováquia Michal Racko.

O fato de não conhecer o céu do Brasil, no entanto, não será um diferencial para os visitantes estrangeiros, de acordo com o estudante de Sorocaba (SP), Pedro Rangel Caetano, que participa da IOAA pela segunda vez. “Se para os competidores internacionais a realização da IOAA no Brasil é um desafio, também é para os brasileiros. Nem nós mesmos conhecemos o céu do hemisfério sul. Como todas as Olimpíadas foram no norte até agora, nós estudamos apenas o céu de lá. Portanto, a competição será igual para todos”, concluiu.
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E mais:
Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (Fundação Planetário)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Começa hoje a Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica no Brasil

É a primeira vez que o País sedia o evento, que terá a abertura no Planetário do Rio de Janeiro, e ocorrerá na cidade fluminense de Vassouras durante a semana.

(JC) Jovens de 32 países estarão reunidos a partir de hoje (6) para participar da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês), evento sediado pela primeira vez no País. As cidades anfitriãs serão Rio de Janeiro, onde ocorreu a abertura esta manhã no Planetário da Gávea, e Vassouras, no interior do estado do Rio, que concentrará as provas de 7 a 12 de agosto. O encerramento será na capital fluminense, dia 13 de agosto, no Museu de Astronomia (Mast).

Os participantes da 6ª IOAA, 160 estudantes do ensino médio de 14 a 18 anos de 32 países, vão competir em três modalidades: teórica, na qual resolvem problemas relacionados à Astronomia e Astrofísica; observacional, em que vão demonstrar seus conhecimentos sobre o céu; e prática; na qual deverão interpretar e utilizar dados como astrônomos profissionais.

Além da disputa pelo lugar mais alto do pódio, a Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica também tem como objetivo promover a integração entre a cultura dos diferentes povos representados. Emirados Árabes, Irã, China, Polônia, Lituânia, Bangladesh, Bolívia, Chile, Grécia e Portugal são alguns dos países que enviaram representantes.

Índios - A abertura contou com a presença do presidente da IOAA, Chatief Kunjaya, e com os índios da tribo Desana, com uma apresentação especial para o público presente. Isso porque o tema da Olimpíada no Brasil é Astronomia Indígena. Além do desfile oficial das delegações dos países participantes, foi exibido na Cúpula Carl Sagan o filme 'Céu Indígena', que conta como os povos que habitavam o Brasil antes da colonização observavam e identificavam as constelações.

O astrônomo do Museu da Amazônia, Germano Bruno Afonso, foi designado coordenador cultural da Olimpíada e foi o responsável pela ida dos 10 índios Desana ao Rio. Ele lembra que a abertura marca um momento histórico, "a primeira vez que o céu dos índios será apresentado para mais de 30 países". Germano estuda as constelações identificadas pelos índios e mais de vinte delas estavam na pauta da apresentação.

Mobilização em Vassouras - A cidade de Vassouras terá diversas atividades gratuitas durante o evento, com a ideia de integrar a população com a Olimpíada. Numa delas, o astronauta Marcos Pontes vai realizar, amanhã, às 18h, uma palestra na cidade. Haverá ainda Mostra de Filmes Científicos, Planetário Inflável, Exposição de Meteoritos, Apresentação de Orquestra Sinfônica Jovem, entre outras atrações gratuitas.

Este ano, a equipe que irá defender o Brasil é formada por dez estudantes selecionados a partir da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), disputada anualmente no País desde 1998. São sete representantes de São Paulo, um de Minas Gerais, um do Ceará e um do Piauí. "Temos sempre em mente que estamos em uma competição, mas a oportunidade de conviver com pessoas de tantos lugares diferentes é uma experiência única. Conhecer culturas diversas é o primeiro passo para respeitarmos as diferenças", diz Julio Campagnolo, primeiro estudante brasileiro a participar da Olimpíada Internacional de Astronomia, na Tailândia, em 2007. Na ocasião, ele conquistou a medalha de bronze.

A IOAA é a primeira competição científica de alcance mundial realizada no Brasil. Confira a programação da Semana de Astronomia de Vassouras http://www.mast.br/semana_de_astronomia_em_vassouras.pdf

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica Começa na Segunda-feira (6)



(MCTI / Brazilian Space) Começa na próxima segunda-feira (6) e vai até o dia 13 deste mês, a Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, que se realiza, pela primeira vez no país, na cidade de Vassouras, na região sul fluminense. São esperados para o evento 160 estudantes do Ensino Médio de 32 países.

Para a olimpíada – que reúne os campeões de olimpíadas de cada país – foram selecionados os dez representantes brasileiros melhor colocados na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), dos quais, sete de São Paulo, um de Minas Gerais, um do Ceará e um do Piauí.

Paralela às Olimpíadas de Londres deste ano, a competição terá concorrentes munidos de telescópios, calculadoras, além do talento, criatividade e aplicação. Reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU), a edição brasileira da Olimpíada contará com a participação de países, como Bangladesh, Bielorrússia, Bolívia, Brasil, Bulgária, China, Chile, Colômbia, Croácia, República Tcheca, Egito, Emirados Árabes, Grécia, Hungria, Índia, Indonésia, Irã, Coreia, Cazaquistão, Lituânia, Paraguai, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Sérvia, Singapura, Eslováquia, Sri Lanka, Tailândia, Ucrânia e Venezuela.

A abertura oficial do evento está prevista para ocorrer às 11h a próxima segunda-feira (6), no Planetário da Gávea, situado na rua Vice Governador Rubens Berardo, 100, Gávea. O encerramento, com entrega das medalhas, será no dia 13 de agosto, às 17h, no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), que fica na Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão.

A missão de apoiar o espírito olímpico e acolher as equipes no Brasil tem o envolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de seus institutos de pesquisa e divulgação em astronomia: o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA) e o Observatório Nacional (ON). Também apoiam o evento o Ministério da Educação, o governo do estado do Rio e as prefeituras do Rio de Janeiro e de Vassouras (RJ).

Modalidades
Todos os estudantes competem nas três modalidades de prova: observacional, além de usarem telescópios para identificar corpos celestes, os estudantes vão utilizar raios lasers que deixam rastros luminosos no céu para apontar a posição de estrelas e constelações. Na prova teórica, na qual resolvem problemas de astronomia e astrofísica; e, finalmente, a prova prática, em que utilizam e interpretam dados como um astrônomo profissional.

Patrocínio
Uma particularidade da organização da Olimpíada de Astronomia é que cada país participante deve se comprometer com a realização de uma edição da competição, arcando com todas as despesas relativas à estadia dos participantes e organização geral do evento. Para tal, é necessário o apoio de diferentes setores da sociedade.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Brasileiro ganha ouro em Olimpíada Internacional de Física

Estudante do 3º ano do Ensino Médio, o paulista Ivan Tadeu Ferreira Filho, supera mais de 400 concorrentes e conquista ouro na Olimpíada Internacional de Física, na Estônia.

(JC) Ivan Tadeu Ferreira Antunes Filho, aluno da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Objetivo Integrado, em São Paulo, ganhou a medalha de ouro na 43ª Olimpíada Internacional de Física (IPhO - International Physics Olympiad), realizada na Estônia, entre os dias 13 e 25 de julho. Durante os dois anos que antecederam o evento, o estudante contou com apoio de uma equipe de treinadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Segundo o professor Euclydes Marega Júnior, um dos orientadores de Ivan, ele é um aluno brilhante, que já havia se destacado na Olimpíada Brasileira de Física, sendo, por isso, selecionado para o desafio internacional. Durante os dois anos de preparação, Ivan contou com o suporte do CNPq no que se refere ao transporte, estadia e alimentação para os certames. "Ivan foi um dos 35 estudantes que ganhou a medalha de ouro, numa competição muito difícil da qual participaram 460 concorrentes", assinalou Euclydes. O professor do IFSC explica que cada país tem o direito de enviar à olimpíada cinco representantes. Entre os 460 competidores, Ivan ficou no 38º lugar dos 45 da seleção final.

Essa é a segunda vez que o Brasil ganha ouro na competição, reconhecida mundialmente pelo alto grau de dificuldade, da qual participaram 80 países. A primeira foi em Bangkok, capital da Tailândia, no ano passado. Com a façanha, o Brasil consolida sua posição entre os dez países com melhores resultados na competição, ao lado de China, Coreia, Japão, Estados Unidos, Hungria e Alemanha.

Marega Júnior explica que o Brasil poderia estar em melhor colocação no cenário mundial, mas demorou a investir no esporte. "Começamos a treinar para o evento há mais ou menos 12 anos, enquanto outros países já fazem isso desde 1967", comentou. O próximo desafio será no ano que vem, igualmente em julho, quando a IPhO ocorre em Kopenhagen, Dinamarca.

A IPhO é uma das competições mais tradicionais e desafiadoras entre os torneios de Física. Para se ter uma idéia, a edição deste ano reuniu 81 países e cerca de 400 alunos, que foram avaliados por meio de exames teóricos e experimentais.

A prova - A prova teórica teve três questões, que exigiram cinco horas para resolução. Também com o mesmo tempo, a prova prática ofereceu dois experimentos: um de circuitos elétricos - que consistia de uma "caixa preta" com elementos de circuito que precisavam ser descobertos e analisados - e outro que misturava conceitos de óptica e propriedades magnéticas da água.

Segundo o coordenador dos cursos especiais de Física do colégio de Ivan, Ronaldo Fogo, as provas deste ano foram uma das mais complexas de todos os tempos, exigindo um enorme grau de conhecimento. Comparativamente aos últimos anos, a própria nota de corte foi muito baixa, o que representa o enorme grau de dificuldade da prova. Ivan Tadeu saiu-se bem em tudo isso. "Seu desempenho superou estudantes franceses, ingleses, italianos, holandeses, espanhóis e canadenses", comenta o professor Ronaldo.

Mas essa não foi a primeira bela atuação de Ivan na IPhO: no ano passado, junto com seu colega, o aluno Gustavo Haddad Braga, ele também fez parte do seleto grupo de medalhistas brasileiros, trazendo o bronze para casa. Gustavo, por sua vez, trouxe a primeira medalha de ouro para o Brasil, colocando o País à frente de nações como a Itália, Suíça, França e Alemanha.

"E agora, pela segunda vez consecutiva, conquistamos medalha de ouro. É sem dúvida um resultado inacreditável. Mais uma vez ficamos à frente de grandes potências no mundo da Física", comemora Ronaldo.

Para chegar à IPhO, Ivan contou com seu excelente desempenho em 2010 na Olimpíada Brasileira de Física, com a conquista de medalha de prata. Esse excelente resultado culminou na classificação do aluno a participar da seletiva para a Internacional, realizada na USP de São Carlos, de onde saiu rumo à Estônia.

Confira a lista dos 45 classificados na final do evento: http://www.ipho2012.ee/newsletter/2012/07/gold-medalists/
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Brasileiros ganham ouro em olimpíada de matemática

(Folha) Em ritmo de Olimpíada, os brasileiros Renan Henrique Finder, Matheus Secco, Hugo Fonseca Araújo e Davi Lopes Alves de Medeiros conquistaram medalha de ouro. Mas, ao contrário do esporte, a Competição Internacional de Matemática para Estudantes Universitários não é realizada em Londres, mas em Blagoevgrad, na Bulgária.

A competição que reúne 318 estudantes de vários países começou no dia 26 e será encerrada amanhã (1°).

O Brasil também ganhou duas medalhas de prata e nove de bronze. A delegação brasileira, selecionada por meio da Olimpíada Brasileira de Matemática, contou com 23 participantes de dez universidades. Três dos vencedores do ouro são da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e um da Universidade Federal do Ceará.

Eles foram liderados pelos professores Samuel Barbosa Feitosa, de Salvador (BA), e Fábio Dias Moreira, do Rio de Janeiro (RJ).

COMPETIÇÃO
Os estudantes têm cinco horas para responder cada uma das provas aplicadas em dois dias consecutivos. Os testes envolvem os campos da álgebra, análise real e complexa e combinatória. As questões devem ser respondidas em inglês.

Segundo o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, o Brasil já conquistou 99 medalhas desde 2003, quando entrou na competição mundial.

No total, o país tem uma medalha de ouro especial, 16 ouros, 31 de prata e 51 de bronze.
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