terça-feira, 15 de maio de 2012

Alunos do Didálvi finalistas nas Olimpíadas de Astronomia


(Correio do Minho) O Colégio Didálvi tem dois alunos na final das Olimpíadas de Astronomia. Pedro Emanuel Caldas Ferreira do 12º ano e Mónica Ferreira de Sousa do 10º ano ficaram entre os 10 melhores a nível nacional, apurando-se para a final que se realiza entre os dias 24 e 27 de maio no Observatório Astronómico de Santana - S. Miguel nos Açores.

A final é constituída por duas provas: uma teórica e outra prática que inclui o manuseamento de telescópios, sendo, por isso, realizada à noite. Estes alunos serão acompanhados pelos professores de Física e Química David Ferreira e Vítor Garim.

O vencedor da final nacional tem a oportunidade de participar nas Olimpíadas Internacionais de Astronomia e Astrofísica (IOAA) que se realizará no Rio de Janeiro (Brasil) entre os dias 4 e 14 de Agosto.

O Pedro e a Mónica conseguiram o 8º e 9º lugares na prova Regional que se realizou na Sociedade Científica ORION em Braga, no passado dia 13 de abril. Na prova foram colocadas diversas questões sobre astronomia e astrofísica com o objetivo de avaliar os conhecimentos teóricos e experimentais.

É de salientar que nos últimos 4 anos, o Didálvi contou com 3 participações nas Finais Nacionais das Olimpíadas de Astronomia: em 2008 com o Vítor Lima; em 2009 com o Tiago Portela e em 2010 com o César Carpinteiro.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

OBA: Prova resolvida


(Física na Veia) Na última sexta-feira, 11 de maio, aconteceu em todo o território nacional a prova da OBA - Olimpíada Brasileira e Astronomia e Astronáutica.

Meus alunos fizeram a prova de nível IV (ensino médio). Os organizadores já disponibilizaram no site do evento tanto a prova (questões) bem como a resolução oficial (questões + respostas).

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Olimpíada Brasileira de Astronomia será nesta sexta-feira

Expectativa é reunir cerca de 1 milhão de estudantes. Prova terá dez perguntas sobre astronomia, astronáutica e energia.



(G1) A prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) ocorre nesta sexta-feira (11). Podem participar alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e privadas, urbanas e rurais, de todo o país. Além disso, as instituições de ensino cadastradas na olimpíada poderão participar também da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG).

As provas serão divididas em quatro níveis distintos, de acordo com a escolaridade. Cada exame será constituído de dez perguntas: cinco de astronomia, três de astronáutica e duas de energia.

Esse ano, a OBA completa 15 anos. A iniciativa já conta, até hoje, com mais de 4 milhões de participantes. Em 2011, a olimpíada distribuiu 33.307 medalhas e reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores. A expectativa, esse ano, é atingir a marca de 1 milhão de estudantes.

Os estudantes mais bem classificados vão integrar as equipes que representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, de 2013, além de participarem, nesse ano, das Jornadas Espacial, de Energia, de Foguetes e do Space Camp.

Mostra de foguetes
Além da olimpíada, as escolas também poderão participar da VI Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG). O evento avalia a capacidade dos estudantes de construir e lançar, o mais longe possível, foguetes feitos de garrafa pet ou de canudo de refrigerante, conforme o nível de escolaridade do aluno.

A MOBFOG acontece dentro da própria escola e possui quatro níveis. Não há obrigatoriedade em relação ao número de alunos participantes. Os foguetes deverão ser elaborados e lançados individualmente ou em equipe. Após esta sexta-feira (11), a escola deverá informar os nomes dos participantes e os alcances obtidos por seus foguetes. No final, todos, incluindo professores e diretores, recebem um certificado da OBA e os estudantes que alcançarem os melhores resultados receberão medalhas e serão convidados para a IV Jornada de Foguetes.
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Olimpíada Internacional de Astronomia acontece no Brasil em 2012 (JC)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Alunos do Mojuca lançam foguetes nesta quarta–feira durante Olimpíada de Astronomia

(O Nortão) Toda escola cadastrada para participar da XV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) participa automaticamente da VI Mostra de foguetes.

O Centro Educacional Mojuca é uma das escolas de Porto Velho que representam Rondônia no evento nacional.

Nesta quarta – feira, 9, a partir das 14h 30 alunos do estabelecimento de ensino vão apresentar a comunidade escolar o que a física e a química são capazes de fazer.

Sob a coordenação da professora Patricia Albuquerque, da área de Química e Física, os estudantes vão lançar foguetes que eles mesmos produziram com garrafas PET.

Ela informou que a partir de uma reação química, os objetos serão arremessados de uma plataforma construída com PVC numa área ao ar livre dentro da própria escola. “Toda essa pesquisa ocorre em um clima de brincadeira e diversão, aliando ciência e tecnologia”, diz a docente.

A diretora do estabelecimento de ensino, Erilene Silveira informa que é a segunda vez que o Colégio Mojuca participa. “Na Olimpíada de 2011 o Mojuca recebeu a doação de uma Luneta Astronômica Galisleoscópio como premiação pela brilhante participação de seus alunos e alunas no evento”, lembra a educadora.

Na edição 2012, haverá uma premiação de troféus e medalhas oferecidos pela OBA para os vencedores (no caso quem conseguir que o artefato voe mais alto). Na etapa local os estudantes concorrem a “pen drives”, “modens” e calculadoras científicas– recursos tecnológicos que auxiliarão nos estudos. Já os estudantes aprovados para a etapa nacional, poderão concorrer a bolsas de iniciação científica júnior.

Olimpíadas
A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica é realizada anualmente pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e Eletrobrás Furnas. A segunda etapa será no dia 11 de maio. Os alunos realizarão as provas, que são aplicadas entre alunos de todas as séries dos Ensinos Fundamentais (9º ano) e Ensino Médio no Brasil.

O objetivo da OBA é fomentar o interesse dos jovens pela astronomia e ciências afins, promovendo a discussão de conhecimentos básicos de uma forma lúdica e cooperativa. Os alunos inscritos receberão certificados e conforme o desempenho de cada estudante, o mesmo poderá participar de olimpíadas internacionais.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Professora brasileira leva olimpíada de astronomia para o Timor Leste

Tunísia Schuler vai aplicar a prova a 200 alunos de uma escola em Dili. Proposta é incentivar o estudo de ciências de forma lúdica.





(G1) No próximo dia 11, cerca de 200 crianças da Escola de Ensino Básico Dr. Sérgio Vieira de Melo, que fica em Dili, no Timor Leste, que fica em uma ilha no sudeste da Ásia e tem o português como um dos seus idiomas, vão fazer a prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) no mesmo dia, que os milhares de estudantes brasileiros inscritos na 15ª edição da competição estudantil de conhecimento. O evento chega pela primeira vez ao Timor pelas mãos da engenheira e professora Tunísia Schuler, uma das 37 pessoas selecionadas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie para dar aulas durante um ano na Universidade Nacional do Timor Leste (UNTL).

Tunísia embarcou para o país asiático no início de 2012 e levou consigo a missão de introduzir a olimpíada nas escolas timorenses. "Através da OBA, as crianças são estimuladas a buscar o conhecimento de forma lúdica. A OBA desperta o interesse dos alunos pelo saber científico e pela tecnologia, além de incentivar jovens cientistas em potencial, dando a eles oportunidade de participação em outros eventos científicos", afirmou a professora, em entrevista por e-mail ao G1.

O projeto-piloto, feito em parceria com a OBA, teve sua primeira fase na semana passada, com o treinamento de 10 professores da escola, que entre os dias 25 e 27 de abril participaram de palestras e oficinas de três temas. "As professoras brasileiras da Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior], Graziela Lunardi e Márcia Brandão Aguilar, estão responsáveis pelos temas de astronomia e energia, respectivamente, e eu pela astronáutica."

Desde a quarta-feira (2) até esta sexta-feira (4), os professores fizeram oficinas com os alunos participantes para treinar e poder reproduzir a experiência nos próximos anos. No sábado (5), os alunos assistiram a um filme e, na próxima quarta-feira (9), participarão de uma mostra de foguetes de papel. No dia 11, às 13h (horário de Dili), os estudantes farão as provas da olimpíada.

Recursos
Segundo Tunísia, várias entidades ajudaram a levantar os recursos para a realização do evento. "A OBA está doando 275 dólares (cerca de R$ 520) para todo o material escolar que será utilizado durante as oficinas. E a embaixada brasileira está nos fornecendo os equipamentos de multimídia (telão, datashow, caixa de som e gerador). Os professores timorenses receberão um material didático cedido pela OBA, pela empresa Acrux e pela Capes", disse.

Além dos poucos recursos financeiros, Tunísia também se supreendeu pela facilidade em mobilizar crianças e adultos timorenses interessados na olimpíada.

"Fiquei admirada ao ver que 200 alunos do ensino pré-secundário (7º a 9º anos) se inscreveram, o que mostra bastante interesse na participação neste projeto. Os professores também ficaram empolgados, como podemos verificar pela adesão de todos eles que trabalham na área de física e geografia."

Desde que chegou ao país, a professora afirmou que tem visto um investimento do Timor Leste na educação, tanto no aumento do salário dos professores quando no incentivo ao aprendizado do português. Ela negou, porém, que o governo tenha o objetivo de eliminar o tétum - os dois idiomas são considerados oficiais, mas, segundo ela, o censo timorense mostrou que 90% da população fala tétum e apenas 25% domina o português, "o que é um grande avanço, já que, há dez anos, apenas 5% falavam a língua portuguesa". Segundo ela, o governo investe no português para diferenciar o país de seus vizinhos, a Indonésia e a Austrália, onde predomina o indonésio e o inglês.

Tunísia espera permanecer no Timor por pelo menos dois anos e, então, voltar ao Brasil para fazer um doutorado. Antes disso, porém, ela já iniciou um plano para garantir a longevidade da olimpíada de astronomia por lá. "Neste primeiro projeto, meus estudantes do primeiro ano de física [na universidade do Timor] participarão dos cursos como ouvintes e darão apoio aos professores timorenses, orientando as crianças durante as oficinas. Pretendo preparar um professor da UNTL e alguns estudantes que possam divulgar a OBA entre outras escolas e dar continuidade neste trabalho."

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Escola realiza lançamento de foguetes produzidos pelos próprios estudantes

(BV News) Toda escola cadastrada para participar da XV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) participa automaticamente da VI Mostra de Foguetes. Roraima não ficou de fora. Neste sábado (5), a partir das 7h30, alunos da Escola Estadual Antônio Carlos Natalino irão mostrar ao público o que a física e a química são capazes de fazer.

Na Vila Olímpica Roberto Marinho, no bairro Olímpico, serão lançados os foguetes que eles mesmos produziram com garrafas pet. A partir de uma reação química os objetos serão arremessados de uma plataforma construída com PVC. Toda essa pesquisa ocorre em um clima de brincadeira e diversão, aliando ciência e tecnologia.

“É a primeira vez que a Escola Antônio Carlos Natalino participa, pois consideramos importante que os alunos sejam estimulados a participarem das Olimpíadas Brasileiras, uma oportunidade de crescimento social e intelectual”, ressaltou o gestor da escola, Marcos Roberto Oliveira.

Haverá uma premiação de troféus e medalhas oferecidos pela OBA para os vencedores (no caso quem conseguir que o artefato voe mais alto). Na etapa local os estudantes concorrem a pen drives, modens e calculadoras científicas – recursos tecnológicos que auxiliarão nos estudos. Já os estudantes aprovados para a etapa nacional, poderão concorrer à bolsas de iniciação científica júnior.

OLIMPÍADAS

A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica é realizada anualmente pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e Eletrobrás Furnas. As provas são aplicadas entre alunos de todas as séries dos Ensinos Fundamental e Médio no Brasil.

A OBA tem como objetivo fomentar o interesse dos jovens pela astronomia e ciências afins, promovendo a discussão de conhecimentos básicos de uma forma lúdica e cooperativa. Os alunos inscritos receberão certificados e de acordo com o seu desempenho poderão participar de olimpíadas internacionais.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Estudantes amazonenses disputam vaga em Olimpíadas Internacional e Latino-Americana de Astronomia

Um total de 105 estudantes participarão do concurso e as provas acontecerão nas seguintes em várias regiões do País

(A Crítica) Três estudantes do Amazonas vão participar neste sábado (28), do processo seletivo que escolherá as equipes que vão representar o Brasil nas Olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA 2012) e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA 2012). Nesse ano, a IOAA será no Rio de Janeiro. Já a OLAA será na Colômbia. Ao todo, serão 105 alunos de diversas regiões do país.

Para participar das olimpíadas internacional e Latino-Americana, os candidatos devem obter excelentes pontuações na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). Destinada aos jovens dos ensinos fundamental e médio, a olimpíada é realizada numa única fase, dentro da própria escola dos participantes. A última edição reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores.

Um total de 105 estudantes participarão do concurso e as provas acontecerão nas seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Pinhais (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Vitória (ES).

Segundo o professor Dr. João Canalle, coordenador nacional da OBA, a competição motiva os estudantes a se interessarem pela astronomia:

“Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. As olimpíadas científicas surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em astrofísica”.

Organização
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização da competição exige que cada país se comprometa a sediar uma edição da olimpíada, arcando com todas as despesas relativas ao evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade.

Fundada na cidade de Montevidéu, Uruguai, a OLAA acontece desde 2009 e é coordenada por astrônomos brasileiros, argentinos, uruguaios, entre outros países. E a OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).

E com o objetivo de disseminar o conhecimento científico, a OBA realiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). O programa – que existe desde 2009 - é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e junto ao Instituto Nacional de Estudos Espaciais (INespaço). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
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Cariocas rumo à Olimpíada Internacional de Astronomia (JB)