(BV News) Toda escola cadastrada para participar da XV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) participa automaticamente da VI Mostra de Foguetes. Roraima não ficou de fora. Neste sábado (5), a partir das 7h30, alunos da Escola Estadual Antônio Carlos Natalino irão mostrar ao público o que a física e a química são capazes de fazer.
Na Vila Olímpica Roberto Marinho, no bairro Olímpico, serão lançados os foguetes que eles mesmos produziram com garrafas pet. A partir de uma reação química os objetos serão arremessados de uma plataforma construída com PVC. Toda essa pesquisa ocorre em um clima de brincadeira e diversão, aliando ciência e tecnologia.
“É a primeira vez que a Escola Antônio Carlos Natalino participa, pois consideramos importante que os alunos sejam estimulados a participarem das Olimpíadas Brasileiras, uma oportunidade de crescimento social e intelectual”, ressaltou o gestor da escola, Marcos Roberto Oliveira.
Haverá uma premiação de troféus e medalhas oferecidos pela OBA para os vencedores (no caso quem conseguir que o artefato voe mais alto). Na etapa local os estudantes concorrem a pen drives, modens e calculadoras científicas – recursos tecnológicos que auxiliarão nos estudos. Já os estudantes aprovados para a etapa nacional, poderão concorrer à bolsas de iniciação científica júnior.
OLIMPÍADAS
A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica é realizada anualmente pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e Eletrobrás Furnas. As provas são aplicadas entre alunos de todas as séries dos Ensinos Fundamental e Médio no Brasil.
A OBA tem como objetivo fomentar o interesse dos jovens pela astronomia e ciências afins, promovendo a discussão de conhecimentos básicos de uma forma lúdica e cooperativa. Os alunos inscritos receberão certificados e de acordo com o seu desempenho poderão participar de olimpíadas internacionais.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Estudantes amazonenses disputam vaga em Olimpíadas Internacional e Latino-Americana de Astronomia
Um total de 105 estudantes participarão do concurso e as provas acontecerão nas seguintes em várias regiões do País
(A Crítica) Três estudantes do Amazonas vão participar neste sábado (28), do processo seletivo que escolherá as equipes que vão representar o Brasil nas Olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA 2012) e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA 2012). Nesse ano, a IOAA será no Rio de Janeiro. Já a OLAA será na Colômbia. Ao todo, serão 105 alunos de diversas regiões do país.
Para participar das olimpíadas internacional e Latino-Americana, os candidatos devem obter excelentes pontuações na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). Destinada aos jovens dos ensinos fundamental e médio, a olimpíada é realizada numa única fase, dentro da própria escola dos participantes. A última edição reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores.
Um total de 105 estudantes participarão do concurso e as provas acontecerão nas seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Pinhais (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Vitória (ES).
Segundo o professor Dr. João Canalle, coordenador nacional da OBA, a competição motiva os estudantes a se interessarem pela astronomia:
“Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. As olimpíadas científicas surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em astrofísica”.
Organização
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização da competição exige que cada país se comprometa a sediar uma edição da olimpíada, arcando com todas as despesas relativas ao evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade.
Fundada na cidade de Montevidéu, Uruguai, a OLAA acontece desde 2009 e é coordenada por astrônomos brasileiros, argentinos, uruguaios, entre outros países. E a OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).
E com o objetivo de disseminar o conhecimento científico, a OBA realiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). O programa – que existe desde 2009 - é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e junto ao Instituto Nacional de Estudos Espaciais (INespaço). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
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E mais:
Cariocas rumo à Olimpíada Internacional de Astronomia (JB)
(A Crítica) Três estudantes do Amazonas vão participar neste sábado (28), do processo seletivo que escolherá as equipes que vão representar o Brasil nas Olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA 2012) e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA 2012). Nesse ano, a IOAA será no Rio de Janeiro. Já a OLAA será na Colômbia. Ao todo, serão 105 alunos de diversas regiões do país.
Para participar das olimpíadas internacional e Latino-Americana, os candidatos devem obter excelentes pontuações na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). Destinada aos jovens dos ensinos fundamental e médio, a olimpíada é realizada numa única fase, dentro da própria escola dos participantes. A última edição reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores.
Um total de 105 estudantes participarão do concurso e as provas acontecerão nas seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Pinhais (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Vitória (ES).
Segundo o professor Dr. João Canalle, coordenador nacional da OBA, a competição motiva os estudantes a se interessarem pela astronomia:
“Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. As olimpíadas científicas surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em astrofísica”.
Organização
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização da competição exige que cada país se comprometa a sediar uma edição da olimpíada, arcando com todas as despesas relativas ao evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade.
Fundada na cidade de Montevidéu, Uruguai, a OLAA acontece desde 2009 e é coordenada por astrônomos brasileiros, argentinos, uruguaios, entre outros países. E a OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).
E com o objetivo de disseminar o conhecimento científico, a OBA realiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). O programa – que existe desde 2009 - é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e junto ao Instituto Nacional de Estudos Espaciais (INespaço). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
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E mais:
Cariocas rumo à Olimpíada Internacional de Astronomia (JB)
PI disputa vaga em Olimpíada Internacional de Astronomia
A última edição reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país
(180graus) Dois estudantes do Piauí vão participar nesse sábado, 28 de abril, do processo seletivo que escolherá as equipes que vão representar o Brasil nas Olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA 2012) e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA 2012). A prova acontece no próximo sábado, dia 28 de abril. A IOAA nesse ano será no Rio de Janeiro. Já a OLAA será na Colômbia. Ao todo, serão 105 alunos de diversas regiões do país.
Para participar das olimpíadas internacional e Latino-Americana, os candidatos devem obter excelentes pontuações na OBA. Destinada aos jovens dos ensinos fundamental e médio, a olimpíada é realizada numa única fase, dentro da própria escola dos participantes. A última edição reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores.
As provas acontecerão nas seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Pinhais (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Vitória (ES).
Segundo o Dr. prof. João Canalle, coordenador nacional da OBA, a competição motiva os estudantes a se interessarem pela astronomia: “Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. As olimpíadas científicas surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em astrofísica”.
Organização
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização da competição exige que cada país se comprometa a sediar uma edição da olimpíada, arcando com todas as despesas relativas ao evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade.
Fundada na cidade de Montevidéu, Uruguai, a OLAA acontece desde 2009 e é coordenada por astrônomos brasileiros, argentinos, uruguaios, entre outros países. E a OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).
E com o objetivo de disseminar o conhecimento científico, a OBA realiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). O programa – que existe desde 2009 - é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e junto ao Instituto Nacional de Estudos Espaciais (INespaço). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
(180graus) Dois estudantes do Piauí vão participar nesse sábado, 28 de abril, do processo seletivo que escolherá as equipes que vão representar o Brasil nas Olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA 2012) e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA 2012). A prova acontece no próximo sábado, dia 28 de abril. A IOAA nesse ano será no Rio de Janeiro. Já a OLAA será na Colômbia. Ao todo, serão 105 alunos de diversas regiões do país.
Para participar das olimpíadas internacional e Latino-Americana, os candidatos devem obter excelentes pontuações na OBA. Destinada aos jovens dos ensinos fundamental e médio, a olimpíada é realizada numa única fase, dentro da própria escola dos participantes. A última edição reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores.
As provas acontecerão nas seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Pinhais (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Vitória (ES).
Segundo o Dr. prof. João Canalle, coordenador nacional da OBA, a competição motiva os estudantes a se interessarem pela astronomia: “Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. As olimpíadas científicas surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em astrofísica”.
Organização
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização da competição exige que cada país se comprometa a sediar uma edição da olimpíada, arcando com todas as despesas relativas ao evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade.
Fundada na cidade de Montevidéu, Uruguai, a OLAA acontece desde 2009 e é coordenada por astrônomos brasileiros, argentinos, uruguaios, entre outros países. E a OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).
E com o objetivo de disseminar o conhecimento científico, a OBA realiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). O programa – que existe desde 2009 - é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e junto ao Instituto Nacional de Estudos Espaciais (INespaço). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Brasil sediará Olimpíada Internacional de Astronomia pela primeira vez
(Inovação Tecnológica) Em agosto, estudantes dos cinco continentes desembarcarão no Rio de Janeiro para participar de uma olimpíada diferente.
Em vez de quadras e aparelhos esportivos, os equipamentos serão telescópios, calculadoras, criatividade e aplicação.
Trata-se da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA).
Reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU), a associação mundial dos astrônomos profissionais, a IOAA envolve estudantes de ensino médio de todo o mundo.
No Brasil, os estudantes são selecionados a partir da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que existe desde 1998.
Patrocínio total
Uma especificidade da organização da Olimpíada de Astronomia é que cada país participante deve se comprometer com a realização de uma edição da competição, arcando com todas as despesas relativas à estadia dos participantes e organização geral do evento.
Para tal, é necessário o apoio de diferentes setores da sociedade.
A missão de apoiar o espírito olímpico e acolher equipes de 30 países, na primeira olimpíada científica de alcance mundial em solo brasileiro, tem o envolvimento o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de seus institutos de pesquisa e divulgação em astronomia: o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA) e o Observatório Nacional (ON).
Da mesma forma, participam o Ministério da Educação, o governo do estado do Rio e as prefeituras do Rio de Janeiro e de Vassouras (RJ), por meio das respectivas instituições.
Modalidades astronômicas
Como país-sede, o Brasil tem direito este ano a duas equipes.
Todos os estudantes farão, como todos os anos, as três modalidades de prova: observacional, na qual demonstram seus conhecimentos sobre o céu que podemos ver; teórica, na qual resolvem problemas de astronomia e astrofísica; e, finalmente, a prova prática, em que utilizam e interpretam dados como um astrônomo profissional.
Mais informações podem ser obtidas no site do evento, no endereço http://www.ioaa2012.ufrj.br/.
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Matéria similar no Com Ciência
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Relógio de Sol da OBA
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Provas da XV OBA a caminho da escola
(OBA) Todas as provas da XV OBA já foram colocadas nos correios. O último lote foi postado no dia 13/4/12. Como sempre tudo é enviado aos cuidados do professor representante da OBA na escola e no endereço postal que ele escolheu para receber suas correspondências. A partir do dia 30/4/12 as provas e a carta circular que as acompanha (de leitura obrigatória) estarão disponíveis para download na home page no setor exclusivo dos professores, ou seja em www.oba.org.br/extranet.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Olimpíadas de Química Júnior (Portugal)
Cada equipa é acompanhada por um professor
(Ciência Hoje - Portugal) Charadas, puzzles, jogos de pistas ou demonstrações farão parte de um conjunto de problemas teóricos e práticos a serem resolvidos por perto de 90 alunos, do 8º e 9º ano de escolaridade de 30 escolas do distrito de Braga.
O Departamento de Química da Universidade do Minho recebe, ao longo do dia de amanhã, as Olimpíadas da Química Júnior (OQJ). O concurso é organizado em parceria com a Sociedade Portuguesa de Química (SPQ) e tem edições em simultâneo em várias universidades do país.
A iniciativa pretende dinamizar o estudo e ensino desta área nas escolas básicas, despertar interesse por esta ciência, cativar vocações para carreiras científico-tecnológicas entre os estudantes dos 8º e 9º anos e, também, aproximar as escolas e universidades.
As OQJ são um concurso entre equipas de três alunos de diferentes escolas da região, que têm que efectuar uma prova teórica com questões sobre imagens, filmes e/ou animações projectadas e uma prova laboratorial com questões baseadas na observação de montagens experimentais.
Cada equipa é acompanhada por um professor, que participa em actividades laboratoriais e nas palestras paralelas. Todos os intervenientes têm direito a diploma de participação e lembrança. As três melhores equipas ganham medalhas (“ouro”, “prata”, “bronze”) e um prémio surpresa.
As "Olimpíadas de Química Júnior" decorrem em três fases: na primeira, existe uma selecção por escola; na segunda, são as semifinais nas universidades e a última é a final nacional, onde será apurada a equipa 1ª classificada de cada semifinal, mais a 2ª classificada das semifinais com mais participantes, até ao número máximo de 20 equipas. Uma equipa do Instituto Nun’Alvares venceu a edição anterior.
(Ciência Hoje - Portugal) Charadas, puzzles, jogos de pistas ou demonstrações farão parte de um conjunto de problemas teóricos e práticos a serem resolvidos por perto de 90 alunos, do 8º e 9º ano de escolaridade de 30 escolas do distrito de Braga.
O Departamento de Química da Universidade do Minho recebe, ao longo do dia de amanhã, as Olimpíadas da Química Júnior (OQJ). O concurso é organizado em parceria com a Sociedade Portuguesa de Química (SPQ) e tem edições em simultâneo em várias universidades do país.
A iniciativa pretende dinamizar o estudo e ensino desta área nas escolas básicas, despertar interesse por esta ciência, cativar vocações para carreiras científico-tecnológicas entre os estudantes dos 8º e 9º anos e, também, aproximar as escolas e universidades.
As OQJ são um concurso entre equipas de três alunos de diferentes escolas da região, que têm que efectuar uma prova teórica com questões sobre imagens, filmes e/ou animações projectadas e uma prova laboratorial com questões baseadas na observação de montagens experimentais.
Cada equipa é acompanhada por um professor, que participa em actividades laboratoriais e nas palestras paralelas. Todos os intervenientes têm direito a diploma de participação e lembrança. As três melhores equipas ganham medalhas (“ouro”, “prata”, “bronze”) e um prémio surpresa.
As "Olimpíadas de Química Júnior" decorrem em três fases: na primeira, existe uma selecção por escola; na segunda, são as semifinais nas universidades e a última é a final nacional, onde será apurada a equipa 1ª classificada de cada semifinal, mais a 2ª classificada das semifinais com mais participantes, até ao número máximo de 20 equipas. Uma equipa do Instituto Nun’Alvares venceu a edição anterior.
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