Proposta é apresentada ao Governo Federal.
(JC) A realização dos Jogos Olímpicos, em 2016, no Brasil, deverá deixar como legado ao País não só a infraestrutura que tem sido construída - e, espera-se, algumas medalhas da delegação brasileira - mas também um marco na educação científica mundial. Uma proposta pioneira para a criação da primeira Olimpíada Educacional Internacional foi apresentada, na última semana, aos ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, que se entusiasmaram. Assinado pelo físico e professor do instituto de Estudos Avançados de São Carlos (USP), Sérgio Mascarenhas, e apoiada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), o projeto prevê que a primeira edição da competição aconteça paralelamente ao evento esportivo, com a mesma periodicidade.
"Trata-se de uma oportunidade imperdível e que poderá ter grande poder transformador para a humanidade", explica Mascarenhas, que utilizou o próprio modelo dos Jogos Olímpicos tradicionais para idealizar a Olimpíada Educacional. Na proposta apresentada aos ministros e também à comunidade científica, o físico afirmou que a idéia é que as olimpíadas educacionais se revertam em recursos para a educação. "Ela dará retorno necessário não apenas para sua continuidade, mas também para adicionar recursos faltantes às atividades educacionais da humanidade". O próximo passo agora será apresentar a proposta ao ministro Aldo Rebelo, dos Esportes, pois apesar de ser um evento educacional, terá como motor propulsor o evento esportivo.
A inspiração veio do próprio modelo da Olimpíada Esportiva, que, segundo Mascarenhas, gera importantes progressos sócio-econômicos, incorporando inovações científicas e tecnológicas em diversas áreas, como transmissões por satélites, logística, organizações bancárias, infraestrutura de turismo, defesa e construção civil e modelos de gestão. Assim como no esporte, poderão ainda ser criadas a Para-Olimpíada Educacional, para crianças com problemas de aprendizagem, e uma Olimpíada Educacional para Idosos, pensando na educação continuada.
Um importante fator que facilita a realização da competição científica é a existência de Olimpíadas isoladas de Computação, Robótica, Química, Física e outras áreas ligadas à inovação. Só a Olimpíada Brasileira de Matemática mobilizou, na última edição, mais de 18 milhões de estudantes.
Para o professor, que também foi o idealizador e primeiro reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), será uma oportunidade para se aproveitar todas as iniciativas já existentes e dar a elas um caráter global e interdisciplinar, adicionando nova gestão, planejamento estratégico e caráter empresarial. "Assim, após os eventos, serão deixados não apenas piscinas, estádios e hotéis, mas redes de Centros Olímpicos Educacionais e Museus de Ciências, onde serão preparados e realizados os eventos em cada país-sede".
As etapas iniciais para a estruturação do evento são a constituição de um Comitê Olímpico Educacional Brasileiro (COEB), articulando ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Esporte e das Relações Exteriores, em cooperação com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB); e a oficialização da Olimpíada Internacional Educacional pela Unesco e pela ONU. Além disso, seriam abertas licitações públicas para atividades empresariais de organização, exploração de produtos - como camisetas e bonés - e serviços necessários à organização.
Já as medidas legais e operacionais ficam a cargo da SBPC e da ABC, em parceria com o governo federal, que fornecerá os fundos iniciais necessários para a realização da primeira edição. Mascarenhas reforça também a importância de cativar grandes empresas para a viabilização do evento, por meio de patrocínios. Segundo o físico, grandes empresas, como Gerdau e Vale, podem lucrar com a iniciativa e ainda ajudar na criação de um fundo internacional para a educação.
"Além de corações, pulmões, membros, músculos, ossos e tendões, necessários aos esportes, o cérebro humano é o mais nobre atributo para a criação, através do processo educação-aprendizagem e do conhecimento universal", conclui Mascarenhas.
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Inscrições para a Olimpíada Brasileira de Biologia
Os melhores estudantes poderão representar o País em olimpíadas internacionais.
(JC) O prazo de inscrições para a 8ª edição da Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) vai até o dia 31 de março. A competição é organizada pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio) e podem participar estudantes de ensino médio e pré-universitários. Os melhores classificados podem representar o Brasil na fase internacional, em Cingapura e Portugal.
A OBB acontece em duas etapas. As primeiras provas serão realizadas em abril. A segunda fase será em setembro, quando também será divulgado o resultado final. "Criaremos esse ano, ainda, um tutorial online na página da Olimpíada, que esclarecerá e oferecerá treinamento aos alunos, principalmente de escolas públicas, para diminuir a defasagem e permitir maior participação desses estudantes nas fases finais", esclarece o coordenador nacional da OBB, professor Rubens Oda.
Em 2011, mais de 500 escolas e 40 mil alunos participaram das duas fases da Olimpíada. Os oito primeiro colocados receberam treinamentos na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e no Instituto de Tecnologia ORT, no Rio de Janeiro. "A OBB é sempre uma grande oportunidade para divulgar e testar os conhecimentos em biologia de alunos brasileiros, inclusive, para representar o País nas etapas internacionais", enfatiza a presidenta da ANBio, Leila Macedo.
Apoio - A ANBio também busca apoio de empresas interessadas em contribuir com a OBB. A Olimpíada conta com o apoio do Ministério da Educação (MEC), do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), de Universidades e membros da ANBio.
Confira mais informações no site www.anbiojovem.org.br.
(JC) O prazo de inscrições para a 8ª edição da Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) vai até o dia 31 de março. A competição é organizada pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio) e podem participar estudantes de ensino médio e pré-universitários. Os melhores classificados podem representar o Brasil na fase internacional, em Cingapura e Portugal.
A OBB acontece em duas etapas. As primeiras provas serão realizadas em abril. A segunda fase será em setembro, quando também será divulgado o resultado final. "Criaremos esse ano, ainda, um tutorial online na página da Olimpíada, que esclarecerá e oferecerá treinamento aos alunos, principalmente de escolas públicas, para diminuir a defasagem e permitir maior participação desses estudantes nas fases finais", esclarece o coordenador nacional da OBB, professor Rubens Oda.
Em 2011, mais de 500 escolas e 40 mil alunos participaram das duas fases da Olimpíada. Os oito primeiro colocados receberam treinamentos na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e no Instituto de Tecnologia ORT, no Rio de Janeiro. "A OBB é sempre uma grande oportunidade para divulgar e testar os conhecimentos em biologia de alunos brasileiros, inclusive, para representar o País nas etapas internacionais", enfatiza a presidenta da ANBio, Leila Macedo.
Apoio - A ANBio também busca apoio de empresas interessadas em contribuir com a OBB. A Olimpíada conta com o apoio do Ministério da Educação (MEC), do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), de Universidades e membros da ANBio.
Confira mais informações no site www.anbiojovem.org.br.
quinta-feira, 8 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
AEB Escola Deverá Criar em Breve Olimpíada de CANSAT
(Brazilian Space) Durante a realização da palestra sobre o Programa Espacial Brasileiro na “Campus Party 2012”, o representante da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Eduardo Quintanilha, fez um anuncio que consideramos muito importante, mas que passou despercebido pela mídia que cobriu o evento.
Trata-se do anuncio de que o “Programa AEB Escola” da agência deverá criar em breve uma “Olimpíada de CANSAT (pequeno satélite no formato de uma latinha de refrigerante)", o que consideramos uma grande notícia para o PEB, realmente um avanço, mas ainda tímido se consideramos os eventos que poderiam ser criados paralelamente a essa iniciativa.
Convido ao leitor a assistir na íntegra a essa palestra através do vídeo abaixo.
Trata-se do anuncio de que o “Programa AEB Escola” da agência deverá criar em breve uma “Olimpíada de CANSAT (pequeno satélite no formato de uma latinha de refrigerante)", o que consideramos uma grande notícia para o PEB, realmente um avanço, mas ainda tímido se consideramos os eventos que poderiam ser criados paralelamente a essa iniciativa.
Convido ao leitor a assistir na íntegra a essa palestra através do vídeo abaixo.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Estudantes participam de lançamento de foguetes
(JC) Alunos de escolas públicas e privadas vão participar de uma verdadeira gincana científica. Estão abertas as inscrições para a 6ª Mostra de Foguetes (MOFOG). O evento avalia a capacidade dos jovens de construir e lançar, o mais longe possível, foguetes feitos de garrafa pet ou de canudo de refrigerante.
Realizada pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a iniciativa é voltada para estudantes dos ensinos fundamental e médio. Para participar, as instituições devem se cadastrar primeiramente na OBA pelo site (http://www.oba.org.br).
A MOFOG acontece dentro da própria escola e possui quatro níveis. Não há obrigatoriedade em relação ao número, mínimo ou máximo, de alunos participantes. Os foguetes deverão ser elaborados e lançados individualmente ou em equipe. Após o dia 11 de maio, a escola deverá informar os nomes dos participantes e os alcances obtidos por seus foguetes. No final, todos, incluindo professores e diretores, recebem um certificado da OBA e os estudantes que alcançarem os melhores resultados receberão medalhas.
Os estudantes dos níveis 1 e 2 (do 1º ao 5º ano do ensino fundamental) terão de elaborar um foguete feito de um simples canudinho de refrigerante. Já os alunos do nível 3 (do 6º ao 9º ano) vão fazer um foguete constituído de um simples tubinho de papel. Em ambos modelos se usará o princípio da impulsão para mover os foguetinhos. Já os candidatos do ensino médio fazem uma atividade mais complexa: foguete de garrafa pet.
Com o trabalho, os participantes aprendem, na prática, a famosa Lei da Física da Ação e Reação, de Isaac Newton. Para isso, será usado um combustível feito a partir da mistura de vinagre com bicarbonato de sódio (fermento em pó). Além de elaborarem os foguetes, os estudantes terão que construir a base de lançamento. O site da OBA, no tópico "Downloads", há todos os detalhes para a construção dos projetos, além de vídeos explicativos.
As avaliações serão relacionadas às distâncias percorridas, na horizontal, pelos foguetes entre a base de lançamento e o local de impacto. Os resultados deverão ser enviados junto com a prova da OBA, sendo que o trabalho com foguete de garrafa pet deve ser enviado com a descrição do projeto, forma de lançamento e, se possível, incluir fotos ou vídeos.
Os estudantes do ensino médio que se destacarem na MOFOG serão convidados para 4ª Jornada de Foguetes. Além de palestras com especialistas, nesse evento os participantes vão apresentar e lançar seus foguetes diante de uma comissão julgadora. Os vencedores receberão material didático e um troféu. Ainda serão distribuídas 70 bolsas de Iniciação Científica Júnior, com duração de um ano.
A 6ª Mostra de Foguetes conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e é organizada por João Batista Garcia Canalle (UERJ), Pâmela Marjorie Correia Coelho (UERJ), Marcos Pontes, Eugênio Reis Neto (Mast), José Bezerra Pessoa Filho (IAE), Danton José Fortes Villas Boas (IAE), José Guido Damilano (IAE) e Juliana Cilento da Silva (UERJ).
Mais informações no site http://www.oba.org.br.
Realizada pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a iniciativa é voltada para estudantes dos ensinos fundamental e médio. Para participar, as instituições devem se cadastrar primeiramente na OBA pelo site (http://www.oba.org.br).
A MOFOG acontece dentro da própria escola e possui quatro níveis. Não há obrigatoriedade em relação ao número, mínimo ou máximo, de alunos participantes. Os foguetes deverão ser elaborados e lançados individualmente ou em equipe. Após o dia 11 de maio, a escola deverá informar os nomes dos participantes e os alcances obtidos por seus foguetes. No final, todos, incluindo professores e diretores, recebem um certificado da OBA e os estudantes que alcançarem os melhores resultados receberão medalhas.
Os estudantes dos níveis 1 e 2 (do 1º ao 5º ano do ensino fundamental) terão de elaborar um foguete feito de um simples canudinho de refrigerante. Já os alunos do nível 3 (do 6º ao 9º ano) vão fazer um foguete constituído de um simples tubinho de papel. Em ambos modelos se usará o princípio da impulsão para mover os foguetinhos. Já os candidatos do ensino médio fazem uma atividade mais complexa: foguete de garrafa pet.
Com o trabalho, os participantes aprendem, na prática, a famosa Lei da Física da Ação e Reação, de Isaac Newton. Para isso, será usado um combustível feito a partir da mistura de vinagre com bicarbonato de sódio (fermento em pó). Além de elaborarem os foguetes, os estudantes terão que construir a base de lançamento. O site da OBA, no tópico "Downloads", há todos os detalhes para a construção dos projetos, além de vídeos explicativos.
As avaliações serão relacionadas às distâncias percorridas, na horizontal, pelos foguetes entre a base de lançamento e o local de impacto. Os resultados deverão ser enviados junto com a prova da OBA, sendo que o trabalho com foguete de garrafa pet deve ser enviado com a descrição do projeto, forma de lançamento e, se possível, incluir fotos ou vídeos.
Os estudantes do ensino médio que se destacarem na MOFOG serão convidados para 4ª Jornada de Foguetes. Além de palestras com especialistas, nesse evento os participantes vão apresentar e lançar seus foguetes diante de uma comissão julgadora. Os vencedores receberão material didático e um troféu. Ainda serão distribuídas 70 bolsas de Iniciação Científica Júnior, com duração de um ano.
A 6ª Mostra de Foguetes conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e é organizada por João Batista Garcia Canalle (UERJ), Pâmela Marjorie Correia Coelho (UERJ), Marcos Pontes, Eugênio Reis Neto (Mast), José Bezerra Pessoa Filho (IAE), Danton José Fortes Villas Boas (IAE), José Guido Damilano (IAE) e Juliana Cilento da Silva (UERJ).
Mais informações no site http://www.oba.org.br.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
O projeto que decolou no DF
Devido ao bom desempenho de nossos estudantes, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) conquistou uma posição de destaque no cenário mundial

(Jornal da Comunidade) Os estudantes de Brasília se destacaram de tal forma na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) de 2011 que a participação deles na competição repercutiu no exterior. Graças aos excelentes resultados, os alunos se uniram em torno de um objetivo: presentear o Brasil com as sonhadas medalhas e outras premiações. Além disso, planejam incentivar outros interessados em participar da OBA.
O projeto nasceu nos colégios do Distrito Federal e cresceu tanto que se espalhou por todo o país. “A OBA teve início em 2009 e já se encontra na 24ª edição, sempre empurrada e apoiada pelas associações locais. Essas instituições se reúnem com a proposta de promover palestras sobre o ensino da astronomia e realizar oficinas sobre as olimpíadas. Impulsionam e motivam os alunos a gostar das ciências espaciais”, relata o professor João Canalle, coordenador nacional da OBA.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) financia as ações da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Durante o programa, os participantes têm a oportunidade de aprender as ciências astronômicas e suas curiosidades, além de tirar dúvidas sobre o conteúdo dos livros didáticos. São ministradas oficinas de montagem de lunetas, observações astronômicas, aulas de aspectos gerais dos planetas, comparações, entre muitas outras atividades.
Além do programa patrocinado pelo CNPq, há também os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREA), realizados para discutir e compartilhar práticas pedagógicas voltadas ao ensino disciplinar. A importância da ciência espacial em âmbito regional também ganha destaque nos EREAs. “Queremos buscar caminhos, criar rotas de conhecimento e sermos uma ponte com a finalidade de fomentar a integração entre educadores, pesquisadores e astrônomos”, enfatiza Canalle.
Sonhos maiores
Diante das significativas pontuações alcançadas nacionalmente, o Brasil ganhou o direito de participar das Olimpíadas Latino-Americanas de Astronomia e Astronáutica (OLAA) e das Olimpíadas Internacionais de Astronomia e Astrofísica (OIAA, em tradução livre). Na OLAA, a equipe brasileira já conquistou oito medalhas de ouro, cinco de prata e três de bronze. Na OIAA os participantes ganharam seis medalhas de prata, oito de bronze e quatro menções honrosas.
A equipe participante dessas duas competições é selecionada e formada com base nos resultados obtidos na OBA. O empenho tem sido tão bom que o país já conquistou duas edições da OLAA e será palco da próxima Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, realizada em 2012.
O grupo já visitou lugares importantes, como o Memorial Aeroespacial Brasileiro, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Instituto Tecnológico de Aeronáutica e o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, Plenário do Rio de Janeiro, Observatório do Laboratório Nacional de Astrofísica e a Hidrelétrica de Funil, na cidade de Itatiaia.
A OBA atingiu uma importante marca em 2011, com a distribuição de 33.307 medalhas por todo o país. A 14ª edição do evento reuniu 803.180 alunos, distribuídos por 9.153 escolas de todas as regiões do Brasil e envolveu 64.890 professores em todo o processo. Em outubro de 2011 as escolas participantes receberam certificados, medalhas, planisférios (representação do globo terrestre no papel ou em objeto cilíndrico), além de livros e revistas.
Cerca de 360 medalhistas participaram das jornadas espacial de energia e de foguetes, tendo como critério classificatório a colocação na Olimpíada. Para os interessados em participar dos eventos ligados às ciências astronômicas e espaciais, a OBA abriu inscrições no mês de janeiro. Os interessados podem se inscrever nas escolas onde estudam. A prova será realizada no dia 11 de maio. Os melhores classificados poderão integrar-se à equipe brasileira e representar o país nas olimpíadas internacional e latino americana. Mais informações podem ser obtidas no site www.oba.org.br

(Jornal da Comunidade) Os estudantes de Brasília se destacaram de tal forma na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) de 2011 que a participação deles na competição repercutiu no exterior. Graças aos excelentes resultados, os alunos se uniram em torno de um objetivo: presentear o Brasil com as sonhadas medalhas e outras premiações. Além disso, planejam incentivar outros interessados em participar da OBA.
O projeto nasceu nos colégios do Distrito Federal e cresceu tanto que se espalhou por todo o país. “A OBA teve início em 2009 e já se encontra na 24ª edição, sempre empurrada e apoiada pelas associações locais. Essas instituições se reúnem com a proposta de promover palestras sobre o ensino da astronomia e realizar oficinas sobre as olimpíadas. Impulsionam e motivam os alunos a gostar das ciências espaciais”, relata o professor João Canalle, coordenador nacional da OBA.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) financia as ações da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Durante o programa, os participantes têm a oportunidade de aprender as ciências astronômicas e suas curiosidades, além de tirar dúvidas sobre o conteúdo dos livros didáticos. São ministradas oficinas de montagem de lunetas, observações astronômicas, aulas de aspectos gerais dos planetas, comparações, entre muitas outras atividades.
Além do programa patrocinado pelo CNPq, há também os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREA), realizados para discutir e compartilhar práticas pedagógicas voltadas ao ensino disciplinar. A importância da ciência espacial em âmbito regional também ganha destaque nos EREAs. “Queremos buscar caminhos, criar rotas de conhecimento e sermos uma ponte com a finalidade de fomentar a integração entre educadores, pesquisadores e astrônomos”, enfatiza Canalle.
Sonhos maiores
Diante das significativas pontuações alcançadas nacionalmente, o Brasil ganhou o direito de participar das Olimpíadas Latino-Americanas de Astronomia e Astronáutica (OLAA) e das Olimpíadas Internacionais de Astronomia e Astrofísica (OIAA, em tradução livre). Na OLAA, a equipe brasileira já conquistou oito medalhas de ouro, cinco de prata e três de bronze. Na OIAA os participantes ganharam seis medalhas de prata, oito de bronze e quatro menções honrosas.
A equipe participante dessas duas competições é selecionada e formada com base nos resultados obtidos na OBA. O empenho tem sido tão bom que o país já conquistou duas edições da OLAA e será palco da próxima Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, realizada em 2012.
O grupo já visitou lugares importantes, como o Memorial Aeroespacial Brasileiro, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Instituto Tecnológico de Aeronáutica e o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, Plenário do Rio de Janeiro, Observatório do Laboratório Nacional de Astrofísica e a Hidrelétrica de Funil, na cidade de Itatiaia.
A OBA atingiu uma importante marca em 2011, com a distribuição de 33.307 medalhas por todo o país. A 14ª edição do evento reuniu 803.180 alunos, distribuídos por 9.153 escolas de todas as regiões do Brasil e envolveu 64.890 professores em todo o processo. Em outubro de 2011 as escolas participantes receberam certificados, medalhas, planisférios (representação do globo terrestre no papel ou em objeto cilíndrico), além de livros e revistas.
Cerca de 360 medalhistas participaram das jornadas espacial de energia e de foguetes, tendo como critério classificatório a colocação na Olimpíada. Para os interessados em participar dos eventos ligados às ciências astronômicas e espaciais, a OBA abriu inscrições no mês de janeiro. Os interessados podem se inscrever nas escolas onde estudam. A prova será realizada no dia 11 de maio. Os melhores classificados poderão integrar-se à equipe brasileira e representar o país nas olimpíadas internacional e latino americana. Mais informações podem ser obtidas no site www.oba.org.br
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Olimpíada de Matemática para Escolas Públicas divulga premiados de 2011
(JC) A Olimpíada Brasileira de Matemática para Escolas Públicas (Obmep) divulgou nesta segunda-feira (13) a lista dos 3.200 alunos premiados em todo o País. Também foram listados 131 professores, 117 escolas e 60 secretarias de educação pelos resultados de seus estudantes.
Em 2011, mais de 18,7 milhões de alunos se inscreveram na 7ª edição da competição e cerca de 98% dos municípios brasileiros estiveram representados. Destes 818.566 passaram para a segunda fase, realizada em novembro. Todos os alunos que participaram da segunda fase podem receber um certificado de participação emitido pela OBMEP. A escola deve entrar no site da Olimpíada para emitir os certificados de seus alunos.
Iniciada em 2005, a OBMEP vem crescendo a cada ano criando um ambiente estimulante para o estudo da Matemática entre alunos e professores de todo o País. Os sucessivos recordes de participação fazem da OBMEP a maior Olimpíada de Matemática do mundo.
Confira mais informações e as listas dos premiados no site: http://www.obmep.org.br/.
Em 2011, mais de 18,7 milhões de alunos se inscreveram na 7ª edição da competição e cerca de 98% dos municípios brasileiros estiveram representados. Destes 818.566 passaram para a segunda fase, realizada em novembro. Todos os alunos que participaram da segunda fase podem receber um certificado de participação emitido pela OBMEP. A escola deve entrar no site da Olimpíada para emitir os certificados de seus alunos.
Iniciada em 2005, a OBMEP vem crescendo a cada ano criando um ambiente estimulante para o estudo da Matemática entre alunos e professores de todo o País. Os sucessivos recordes de participação fazem da OBMEP a maior Olimpíada de Matemática do mundo.
Confira mais informações e as listas dos premiados no site: http://www.obmep.org.br/.
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