sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Brasileiros disputam olimpíada de matemática na Romênia

(JC) O País participa pela terceira vez da Romanian Master of Mathematics (RMM), olimpíada de matemática que se realiza do próximo dia 29 a 4 de março na cidade de Bucareste, Romênia.

O evento, que reúne jovens talentos para a matemática, convoca os países com melhor desempenho na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO). Além do Brasil, participam as delegações da Alemanha, Bielorussia, Bulgária, Coreia do Sul, China, Estados Unidos, Hungria, Itália, Irã, Japão, Peru, Polonia, Reino Unido, Romênia, Russia, Sérvia, Ucrânia.

O Brasil será representado pelos estudantes André Macieira Braga, de Belo Horizonte (MG); Henrique Gasparini Fiúza do Nascimento, de Brasília (DF); João Lucas Camelo Sá, de Fortaleza (CE); Maria Clara Mendes Silva, de Pirajuba (MG); Rafael Kazuhiro Miyazaki e Rodrigo Sanches Ângelo, ambos de São Paulo. Eles serão liderados pelos professores Fabrício Siqueira Benevides, de Fortaleza e Matheus Secco Torres da Silva, do Rio de Janeiro.

A participação nacional na competição é organizada por meio da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), iniciativa que desempenha relevante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental e médio nas escolas públicas e privadas de todo o país.

A OBM é um projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT- Mat).

A RMM é organizada desde 2007 pela Escola Nacional de Informática Tudor Vianu em colaboração com a Sociedade Científica Romena de Matemática e o Ministério de Educação Investigação e Juventude. Seus objetivos são proporcionar oportunidade para os jovens demonstrar suas habilidades em matemática, possibilitar a troca de conhecimentos, reforçar os contatos interculturais no ensino médio e conhecer aspectos culturais da Romênia.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Olimpíada Brasileira de Astronomia abre inscrições para a edição de 2012

(JC) Escolas públicas e privadas de todo o País já podem garantir presença na 15ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). As inscrições para os ensinos fundamental e médio vão até março e as provas, divididas em quatro níveis, acontecem no dia 11 de maio.

Em 2011, a olimpíada distribuiu 33.307 medalhas e reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do País, envolvendo 64.890 professores. A expectativa deste ano é atingir a marca de um milhão.

Segundo o astrônomo e coordenador nacional da OBA, professor João Canalle, cada prova será constituída de dez perguntas: cinco de Astronomia, três de Astronáutica e duas de Energia. "As questões serão, em sua maioria, de raciocínio lógico", informa.

Os estudantes mais bem classificados vão integrar as equipes que representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica - que este ano será no Brasil - e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, além de participarem das Jornadas Espacial, de Energia, de Foguetes e do Space Camp.

Canalle ressalta que o objetivo da olimpíada é fomentar o interesse dos jovens pela Astronomia e ciências afins, promovendo a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa: "Nossa principal meta é fornecer dados corretos e atualizados aos alunos e professores".

A OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).

Durante todo o ano, a OBA realiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). O programa - que existe desde 2009 - é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria oba.secretaria@gmail.com. Mais informações no site http://www.oba.org.br.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Olimpíada Brasileira de Biologia 2012 já recebe inscrição

A inscrição está aberta até 31 de março de 2012 e podem participar estudantes de ensino médio e pré-universitários.

(JC) Escolas de ensino médio de todo o País já podem se inscrever na 8ª Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), organizada pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio) e que tem a parceria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A inscrição está aberta até 31 de março de 2012 e podem participar estudantes de ensino médio e pré-universitários.

O vencedor representará o Brasil na fase internacional, em Cingapura e Portugal. "A OBB é sempre uma grande oportunidade para divulgar e testar os conhecimentos em biologia de alunos brasileiros, inclusive para representar o país nas etapas internacionais", diz Leila Macedo Oda, presidente da ANBio. Em 2011, mais de 500 escolas e 40 mil alunos participaram das duas fases da Olimpíada.

Os oito primeiro colocados receberam treinamentos na Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio), na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e no Instituto de Tecnologia ORT, no Rio de Janeiro. As primeiras provas da próxima OBB serão em abril de 2012 e as etapas vão até setembro, quando também será divulgado o resultado final. "Criaremos esse ano, ainda, um tutorial online na página da Olimpíada, para esclarecer e treinar os alunos, principalmente de escolas públicas, para diminuir a defasagem e permitir maior participação desses estudantes nas fases finais", completa a presidente.

A ANBio também busca apoio de empresas interessadas em contribuir com a OBB. Já são parceiros do projeto além do CNPq, o Ministério da Educação (MEC), o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), universidades e membros da ANBio.

Mais informações: http://www.anbiojovem.org.br/obb/.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Olimpíada Brasileira de Matemática divulga resultados

A competição reuniu este ano mais de 190 mil jovens estudantes e seus professores.

(JC) A 33ª. Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) já tem seus vencedores. A relação dos estudantes premiados em 2011 pode ser consultada no endereço: www.obm.org.br. A competição, realizada em três fases, contou este ano com a participação de mais de 5,3 mil escolas da rede pública e privada de ensino e 155 instituições de ensino superior, o que implicou na participação efetiva de mais de 190 mil jovens estudantes e seus professores.

Os alunos premiados receberão medalhas e certificados em janeiro próximo além de serem convidados para participar do processo de seleção para formar as equipes que representarão o Brasil nas diversas olimpíadas internacionais de Matemática.

No que se refere à participação brasileira em competições internacionais, os resultados alcançados este ano são excelentes: Na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), realizada na Holanda, foram conquistadas três medalhas de prata e três de bronze. Na Competição Internacional de Matemática para Estudantes Universitários (IMC), realizada na Bulgária, os estudantes brasileiros conquistaram um total de treze medalhas, sendo uma de ouro, cinco de prata e sete de bronze.

Entre outros destaques, os brasileiros conquistaram este ano o primeiro lugar geral na I Olimpíada de Matemática da Lusofonia, realizada em Portugal, com duas medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Na Olimpíada do Cone Sul, na Bolívia, foram quatro medalhas de prata, na Olimpíada Iberoamericana de Matemática, na Costa Rica, foram três medalhas de prata e uma de bronze e na Competição Iberoamericana Interuniversitária de Matemática (CIIM), realizada no Equador, o Brasil conquistou três medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze.

Para a Coordenadora geral da OBM, professora Luzinalva Amorim, estes resultados refletem o excelente nível alcançado pelos estudantes. "Esses magníficos estudantes representam milhares de jovens participantes da OBM e as medalhas conquistadas por eles são frutos da dedicação, estudo, competência e excelência alcançados", disse.

A OBM, competição realizada desde 1979, visa estimular o estudo da Matemática, contribuir para a melhoria do ensino no país e identificar talentos entre os participantes. A competição é uma iniciativa conjunta do Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa), da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCTMat).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Jornada Espacial Aproxima Estudantes de Cientistas

















(Revista Fator / Brazilian Space) Cerca de 60 estudantes participaram, em novembro, da VII Jornada Espacial na cidade de São José dos Campos, em São Paulo. Eles foram selecionados pelos resultados obtidos na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Acompanhados de seus respectivos professores, os jovens visitaram o Pólo de Tecnologia Aeroespacial Brasileiro e conheceram um pouco mais sobre a atuação de pesquisadores e técnicos da área.

Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as instalações do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Também houve visitas às instalações da TV Vanguarda, onde aprenderam o processo de transmissão de TV via satélite. Os cientistas mirins ainda tiveram acesso ao Laboratório de Integração e Testes (LIT) e ao Centro de Visitantes, ambos no INPE, e puderam ver a Lua, Júpiter, Vênus e Mercúrio pelo Observatório Astronômico do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).

Além das visitas, o passeio científico contou com palestras sobre astronomia, foguetes, satélites e suas aplicações. Os assuntos foram debatidos por uma equipe de primeira: o astronauta brasileiro Marcos Pontes e os especialistas do INPE, do IAE, do ITA e da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Durante o programa, os estudantes também participaram de oficinas científicas. Entre as atividades, houve aulas de interpretação de imagens de satélites, construção e lançamento de foguetes feitos de garrafas pet, elaborados pelos próprios alunos. No Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB), puderam ver vários foguetes de sondagem nacionais e a maquete em tamanho real do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1). No último dia, quatro participantes da Jornada Espacial foram selecionados e ganharam laptops, bolsas de estudo de inglês por um ano e um serviço de consultoria para auxiliá-los na escolha da profissão. A ação foi realizada em parceria com a Fundação Estudar.

Para quem deseja participar de eventos ligados às ciências espaciais, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) abrirá suas inscrições a partir de janeiro. A prova acontecerá no dia 11 de maio de 2012. Os melhores classificados poderão integrar a equipe brasileira e representar o país nas olimpíadas internacional e latino-americana, além de participarem das Jornadas Espacial, de Energia e de Foguetes.

Organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB), em parceria com a Furnas Centrais Elétricas, a OBA reuniu, esse ano, mais de 800 mil estudantes do Brasil, distribuídos por cerca de 9 mil escolas, sendo representada por aproximadamente 70 mil professores. O intuito da iniciativa é disseminar a ciência espacial em todas as regiões do país.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

'Supercampeã olímpica', jovem de SP quer estudar astrofísica em Harvard

Estudante de 17 anos conquistou 30 medalhas em olimpíadas estudantis. Filha de vendedora e cobrador de ônibus vai prestar USP e Unicamp.



















(G1) Mais do que 30 medalhas conquistadas em olimpíadas de física, química, informática, matemática, astronomia, robótica e linguística no mundo todo, a estudante Tábata Cláudia Amaral de Pontes, de 17 anos, moradora de São Paulo, guarda lembranças, contatos, culturas e histórias dos amigos estrangeiros que fez por onde passou.

Bolsista do Colégio Etapa, Tábata é filha de uma vendedora de flores e um cobrador de ônibus. Ela conclui em 2011 o terceiro ano do ensino médio e diz que encerra a vida de "atleta". O próximo desafio é ingressar na universidade. A jovem quer estudar astrofísica e ciências sociais na Harvard University, nos EUA, ou em outra instituição de ensino superior americana. Está participando de oito processos seletivos para conseguir bolsa de estudos.

Também vai prestar física na Fuvest, medicina na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e engenharia de aeronaútica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

As medalhas de Tábata estão guardadas na casa dos pais na Vila Missionário, Zona Sul de São Paulo, onde também estão os dois baús repletos de presentes que trocou com os participantes das olimpíadas na China, Turquia e Polônia, e em várias cidades brasileiras. Ela também coleciona moedas e notas em papel.

A primeira medalha foi uma de prata que veio aos 12 anos, em 2005, quando ela fez sua estreia nos torneios estudantis com a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). No ano seguinte, ganhou o ouro e bolsa de estudos da escola Etapa, onde vai concluir o terceiro ano do ensino médio neste ano. De lá para cá, foram dezenas de competições e títulos.

Dentre a coleção de prêmios, um dos mais especiais foi a medalha de bronze conquistada em julho deste ano no mundial de química na Turquia. Representantes de 70 países estavam na disputa. Outra medalha marcante foi o ouro da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astrofísica (OLAA), realizada no Rio e em Passa Quatro (MG) na semana passada.

"Gosto muito de participar das 'iberos', as pessoas são muito diferentes e muito incríveis. Ficamos amigos e a rivalidade não é tão forte como nos torneios mundiais", diz. Para Tábata, um dos piores resultados foi no mundial de astronomia na Polônia, quando conquistou uma menção honrosa, equivalente ao quarto lugar. A concorrência nesta competição foi acirrada, segundo ela, porque Irã e China, países favoritos, mandaram duas equipes cada um.

"Tenho oportunidade que quase ninguém tem e quando não dá certo fico chateada. Os meninos riem de tudo e aprendo muito com eles", diz Tábata, chorona assumida.

Futuro
A vontade de estudar fora do país tem explicação. Além de conseguir a fluência no inglês e desfrutar da boa qualidade e infraestrutura de ensino, Tábata diz que em Harvard, por exemplo, poderá conciliar os estudos dos cursos de astrofísica e ciências sociais. Ela quer ser astrofísica para trabalhar com pesquisas do universo - sua grande paixão - e socióloga para ajudar pessoas, tocar projetos sociais e retribuir as oportunidades que teve na vida. Para a estudante, a formação em ciências humanas é fundamental.

"Com ciência é possível descobrir o mundo. Eu me sinto descobrindo o mundo e fico encantada com o céu. Como alguém pode ver o céu e não acreditar em Deus? É o que lugar onde ele mais se mostra, foi a coisa mais incrível que criou", diz Tábata, que é católica e participa ativamente das atividades da igreja.

Para Tábata, estudar em Harvard vai ser como participar de uma olimpíada por quatro anos consecutivos. "Se eu for aceita, vou estar numa sala onde a maioria dos alunos é estrangeiro. Quero estudar e voltar com riqueza cultural para mudar a educação do Brasil. Sei que vai ser muito difícil, não tenho boas ideias, mas posso ajudar nas pesquisas."

Exemplo para a mãe
Há pouco mais de um ano, Tábata quase teve de desistir da bolsa de estudos do Etapa. Os pais não tinham como arcar com as despesas de transporte e alimentação da filha. Desde então, o Etapa passou a custear um quarto em um hotel próximo à escola na Avenida Vergueiro, em São Paulo, e pagar o almoço da estudante. "Sou muito sortuda", diz.

Tábata costuma voltar para casa da mãe aos domingos, no período da tarde depois de dar aulas de matemática e astronomia para crianças das 5ª e 6ª séries de um projeto chamado Vontade Olímpica de Aprender (VOA) que ela criou.

O VOA reúne cerca de 100 alunos da rede pública de São Paulo que querem participar de olimpíadas. As aulas ocorrem sempre aos domingos de manhã em uma escola pública na Vila Mariana. Tábata orgulha-se em contar que alguns de seus alunos já ganharam medalhas e bolsas de estudo. Além dela, cerca de nove pessoas participam do projeto dando aulas de outras disciplinas.

"Eles são meu xodó. É muito lindo ver uma criança de 5ª série que ganha medalha e estuda porque que quer. Eu tenho todo apoio do meu colégio, mas eles não", afirma.

Até a mãe de Tábata, Maria Renilda Amaral Pires, de 40 anos, se inspirou na dedicação da filha. Maria voltou a estudar e neste ano e vai concluir o ensino médio junto com a garota. O maior desafio de ambas agora é vencer a saudade, caso Tábata realize mais um sonho: o de ser estudante da Harvard.
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E mais:
Superdesempenho do Brasil nas Olimpíadas de Física e Astronomia (Física na Veia)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Foguete Criado por Alunos do IFRO Vence Olimpíada Nacional

Equipe do IFRO alcançou a maior distância do País no lançamento do foguete




(Rondôniadinâmica / Brazilian Space) Os estudantes do Campus Porto Velho/Zona Norte do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), que participaram da XIV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronaútica (OBA) e da V Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBFOG), receberam na manhã desta segunda-feira, 31, os certificados de participação no evento. Na oportunidade, houve a entrega da medalha de bronze ao aluno Joseph Matheus da Silva Luiz (Curso Técnico em Informática), selecionado entre os mil melhores do País. A comemoração ficou completa com a conquista do primeiro lugar no campeonato nacional de lançamento de foguetes.

A equipe do IFRO alcançou a maior distância do País no lançamento do foguete. Na OBFOG, 643 escolas realizaram testes de lançamento de foguetes Mais de oitocentos mil alunos de nove mil estabelecimentos de ensino fundamental e médio de todo país enviaram trabalhos.O IFRO inscreveu cerca de 60 alunos, que foram orientados pelo professor de Física, Tarso Leite. “Esse resultado mostra nosso compromisso com a pesquisa e o ensino na área de astronomia, além do empenho dos professores”, comenta Tarso.

O foguete desenvolvido pelos alunos foi construído com garrafa pet, madeira, turbos de pvc e alimentado com vinagre e bicarbonato de sódio. Todo o processo de criação levou em média um mês. Estudante do Curso Técnico em Edificações e membro da equipe vencedora, Felipe Israel, diz que o campeonato contribui com seu aprendizado. “Nós criamos mais conhecimento e a cada projeto nos aperfeiçoamos”, argumenta.

Organizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Astronomia (SBA), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), a OBA e a OBFOG visam à motivação de alunos e professores interessados, voluntariamente, em melhorar seu entendimento sobre Astronomia e Astronáutica. Cerca de 60 alunos de vários cursos do IFRO se envolveram com o campeonato e a equipe vencedora foi composta por quatro alunos.