Estudantes de oito países latino-americanos participaram da competição.
(JC) Estudantes brasileiros tiveram uma participação destacada na Olimpíada de Matemática do Cone Sul que foi realizada entre os dias 14 e 20 de agosto na cidade de La Paz, Bolívia. Os estudantes Rafael Miyazaki de São Paulo (SP), Henrique Fiúza do Nascimento de Brasília (DF), Rafael de Melo de Caucaia (CE) e Vinícius Canto Costa do Rio de Janeiro (RJ), conquistaram medalhas de prata. Com este resultado o Brasil ficou em segunda posição entre os oito países participantes.
O evento contou este ano com a participação de 32 estudantes representando as delegações da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. A equipe brasileira formada por quatro estudantes, todos vencedores da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), foi liderada pelos professores Francisco Bruno Holanda e Régis Barbosa Feitosa, ambos de Fortaleza (CE).
Durante as provas, realizadas em dois dias consecutivos, os participantes tiveram quatro horas e meia, em cada dia, para resolver três problemas de matemática, propostos pelos países participantes e selecionados por um júri internacional. Os problemas abrangem disciplinas como álgebra, teoria dos números, geometria e combinatória. A soma dos pontos obtidos na solução de cada problema determinou os vencedores do certame.
Histórico - A competição, que existe há 23 anos, tem como objetivo proporcionar uma oportunidade para os jovens participantes demonstrarem suas habilidades em matemática, possibilitar a troca de conhecimentos e reforçar os contatos interculturais entre estudantes do ensino médio de diversos países latino-americanos. O Brasil participa desta competição desde 1988 e já conquistou um total de 81 medalhas, sendo 19 de ouro, 34 de prata e 28 de bronze. Em 2012 o certame acontecerá no Peru.
O processo de seleção para participar da competição é organizado através da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) - iniciativa que desempenha um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas escolas e universidades públicas e privadas de todo o Brasil.
A OBM e um projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Matemática (INCTMat).
terça-feira, 23 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Quase 19 milhões devem fazer prova de olimpíada de matemática
(JC) Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas começa nesta nesta quarta-feira. Mobiliza mais de 18 milhões de estudantes e cerca de 150 mil professores de 5,5 mil municípios.
Nesta quarta-feira (17), 18,7 milhões de estudantes de 5,5 mil municípios de todos os estados devem fazer as provas da primeira fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), em 44,6 mil escolas do ensino fundamental e médio.
A Obmep tem como objetivo estimular o estudo da matemática entre alunos e professores do ensino médio e fundamental e é promovida pelos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). É realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa/MCTI), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).
Para chegar até as escolas, localizadas tanto em grandes centros urbanos quanto em localidades distantes e de difícil acesso de zonas rurais, as crianças vão a pé, de bicicleta, de ônibus, de trem e, em alguns casos, até de barco.
Leia sobre as provas, o calendário e as histórias dos participantes no site: http://www.obmep.org.br/
Nesta quarta-feira (17), 18,7 milhões de estudantes de 5,5 mil municípios de todos os estados devem fazer as provas da primeira fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), em 44,6 mil escolas do ensino fundamental e médio.
A Obmep tem como objetivo estimular o estudo da matemática entre alunos e professores do ensino médio e fundamental e é promovida pelos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). É realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa/MCTI), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).
Para chegar até as escolas, localizadas tanto em grandes centros urbanos quanto em localidades distantes e de difícil acesso de zonas rurais, as crianças vão a pé, de bicicleta, de ônibus, de trem e, em alguns casos, até de barco.
Leia sobre as provas, o calendário e as histórias dos participantes no site: http://www.obmep.org.br/
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Estudantes brasileiros na Olimpíada Internacional de Astronomia
Equipe brasileira participa de competição científica na Polônia.
Estudantes do ensino médio vão se encontrar na cidade de Cracóvia, na Polônia, para um desafio científico. Entre os dias 25 de agosto e 3 de setembro, a cidade será sede da 5ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês). O evento reúne 27 países, entre eles, o Brasil, que vai sediar o evento no ano que vem. Participante desde a primeira edição, o nosso país já conquistou seis medalhas de prata, seis de bronze e três menções honrosas. A esperança agora é conquistar a de ouro.
Cinco jovens representarão o Brasil. Eles conquistaram as primeiras colocações na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), em maio: Ivan Tadeu, 16, Pedro Caetano, 16, Tábata Amaral, 17, e Gustavo Haddad, 16, de São Paulo; e Rafael Bordoni, 18, do Amazonas. À frente da equipe, estarão os professores Thais Mothé-Diniz, do Observatório do Valongo, da UFRJ e Felipe Gonçalves Assis, ex-participante da Olimpíada.
Durante toda a semana passada, os estudantes selecionados participaram de um treinamento em São Paulo, com palestras, aulas de astronomia e astrofísica, além de analisarem o céu da Polônia por meio de projeções no Planetário. A preparação foi organizada por João Canalle, coordenador da OBA, e realizada pelos professores Julio Klafke e Thaís Mothe Diniz, todos membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB). "O encontro dos jovens antes da viagem promove maior integração à equipe, o que é muito importante numa competição", ressalta Canalle.
Utilizando telescópios, calculadoras e muita criatividade, os jovens farão as provas da olimpíada internacional em três modalidades: observacional, teórica e prática. Primeiramente, os participantes vão demonstrar seus conhecimentos sobre o céu "que podemos ver". Depois, terão de resolver problemas de variados níveis sobre astrofísica, astronomia de posição, mecânica celeste e cosmologia. Por fim, vão aplicar tudo o que leram nos livros, utilizando e interpretando dados de observação do céu como um astrônomo profissional.
Segundo Canalle, a competição ajuda a motivar os estudantes a se interessarem pela astronomia. "Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. Tanto a OBA quanto a IOAA surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em Astrofísica", prevê.
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização da competição exige que cada país se comprometa a realizar uma edição da Olimpíada, arcando com todas as despesas relativas à estadia dos participantes e à organização geral do evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade. Já a OBA é realizada por uma comissão formada por membros da SAB. O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ) e Jaime Fernando Villas da Rocha (Unirio).
Mais informações: http://www.oba.org.br.
Estudantes do ensino médio vão se encontrar na cidade de Cracóvia, na Polônia, para um desafio científico. Entre os dias 25 de agosto e 3 de setembro, a cidade será sede da 5ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês). O evento reúne 27 países, entre eles, o Brasil, que vai sediar o evento no ano que vem. Participante desde a primeira edição, o nosso país já conquistou seis medalhas de prata, seis de bronze e três menções honrosas. A esperança agora é conquistar a de ouro.
Cinco jovens representarão o Brasil. Eles conquistaram as primeiras colocações na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), em maio: Ivan Tadeu, 16, Pedro Caetano, 16, Tábata Amaral, 17, e Gustavo Haddad, 16, de São Paulo; e Rafael Bordoni, 18, do Amazonas. À frente da equipe, estarão os professores Thais Mothé-Diniz, do Observatório do Valongo, da UFRJ e Felipe Gonçalves Assis, ex-participante da Olimpíada.
Durante toda a semana passada, os estudantes selecionados participaram de um treinamento em São Paulo, com palestras, aulas de astronomia e astrofísica, além de analisarem o céu da Polônia por meio de projeções no Planetário. A preparação foi organizada por João Canalle, coordenador da OBA, e realizada pelos professores Julio Klafke e Thaís Mothe Diniz, todos membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB). "O encontro dos jovens antes da viagem promove maior integração à equipe, o que é muito importante numa competição", ressalta Canalle.
Utilizando telescópios, calculadoras e muita criatividade, os jovens farão as provas da olimpíada internacional em três modalidades: observacional, teórica e prática. Primeiramente, os participantes vão demonstrar seus conhecimentos sobre o céu "que podemos ver". Depois, terão de resolver problemas de variados níveis sobre astrofísica, astronomia de posição, mecânica celeste e cosmologia. Por fim, vão aplicar tudo o que leram nos livros, utilizando e interpretando dados de observação do céu como um astrônomo profissional.
Segundo Canalle, a competição ajuda a motivar os estudantes a se interessarem pela astronomia. "Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. Tanto a OBA quanto a IOAA surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em Astrofísica", prevê.
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização da competição exige que cada país se comprometa a realizar uma edição da Olimpíada, arcando com todas as despesas relativas à estadia dos participantes e à organização geral do evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade. Já a OBA é realizada por uma comissão formada por membros da SAB. O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ) e Jaime Fernando Villas da Rocha (Unirio).
Mais informações: http://www.oba.org.br.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
18 Alunos do Liceu de Barbalha Estão Classificados para a Segunda Etapa da Olimpíada Internacional de Astronomia
(Brazilian Space) A Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica – OLAA é uma competição anual de astronomia e astronáutica para estudantes do ensino médio. Em sua idealização teve objetivos como divulgar a astronomia, por isso sua primeira edição ocorreu no Ano Internacional da Astronomia, e fazer uma interação entre os estudantes de ensino médio da América do Sul.
A primeira edição da OLAA ocorreu em outubro de 2009 e contou com a participação de delegações de sete países latino-americanos (México, Colômbia, Bolívia, Brasil, Paraguai,Uruguai e Chile), totalizando 33 alunos participantes. A prova observacional foi realizada no Laboratório Nacional de Astrofísica em Itajubá, MG.
A segunda edição ocorreu em setembro de 2010, em Bogotá, Colômbia, contando com a participação dos mesmos sete países que participaram da primeira edição, mas com 35 alunos. A prova observacional ocorreu no Deserto da Tatacoa.
A terceira edição (2011) ocorrerá em Santiago, Chile. Para participar da OLAA, os alunos são selecionados por etapas assim descritas:
1. 100 melhores alunos em resultado da OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (13/05/2011) para alunos do 1º e 2º ano do Ensino Médio;
2. Pré-seleção: 50 melhores alunos sem resultado por nota da prova de conhecimentos aplicados à Astronomia e Astronáutica (02/09/2011);
3. Curso preparatório: 05 alunos serão escolhidos dentre os 50 para compor a delegação representante do Brasil na III OLAA.
A XIV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica – XIV OBA aconteceu no dia 13 de maio de 2011, tendo a participação de 9.129 escolas e 797.979 alunos distribuídos em todo o Brasil, dentre eles 100 alunos foram escolhidos para a pré-seleção (segunda etapa) que acontecerá dia 02 de setembro de 2011, dos quais 18 do Liceu de Barbalha foram escolhidos para participarem, confira os nomes:
Alexandre Martins da Silva Santos – 1º “B”
Emanuela Fernandes Gonçalves – 1º “B”
Guilherme Sousa Brandão – 1º “B”
Jose Walison Martins – 1º “B”
Luis Filipe do Nascimento – 1º “B”
Maria Silvana da Silva Martins – 1º “B”
Rodrigo da Silva Viana – 1º “B”
Timóteo Erik Pereira Alves– 1º “B”
Valéria Martins do Nascimento – 1º “B”
Vitória Shiévila dos Santos Gonçalves – 1º “B”
Washington Moura Braz – 1º “B”
Andyara Malena Rocha de Sousa – 1º “C”
Jonas Delano Bernardes de Sousa – 1º “C”
Jonatan Augusto Almeida Oliveira – 1º “C”
Maria Luisa Farias Grangeiro – 1º “C”
Ravena Yáscara Sampaio de Oliveira – 2º “A”
Yasminne Santos Vidal – 2º “A”
João José de Sousa Neto – 2º “B”
Os conteúdos da prova de pré-seleção são os mesmos da OBA e estão disponíveis no site www.oba.org.br
A primeira edição da OLAA ocorreu em outubro de 2009 e contou com a participação de delegações de sete países latino-americanos (México, Colômbia, Bolívia, Brasil, Paraguai,Uruguai e Chile), totalizando 33 alunos participantes. A prova observacional foi realizada no Laboratório Nacional de Astrofísica em Itajubá, MG.
A segunda edição ocorreu em setembro de 2010, em Bogotá, Colômbia, contando com a participação dos mesmos sete países que participaram da primeira edição, mas com 35 alunos. A prova observacional ocorreu no Deserto da Tatacoa.
A terceira edição (2011) ocorrerá em Santiago, Chile. Para participar da OLAA, os alunos são selecionados por etapas assim descritas:
1. 100 melhores alunos em resultado da OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (13/05/2011) para alunos do 1º e 2º ano do Ensino Médio;
2. Pré-seleção: 50 melhores alunos sem resultado por nota da prova de conhecimentos aplicados à Astronomia e Astronáutica (02/09/2011);
3. Curso preparatório: 05 alunos serão escolhidos dentre os 50 para compor a delegação representante do Brasil na III OLAA.
A XIV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica – XIV OBA aconteceu no dia 13 de maio de 2011, tendo a participação de 9.129 escolas e 797.979 alunos distribuídos em todo o Brasil, dentre eles 100 alunos foram escolhidos para a pré-seleção (segunda etapa) que acontecerá dia 02 de setembro de 2011, dos quais 18 do Liceu de Barbalha foram escolhidos para participarem, confira os nomes:
Alexandre Martins da Silva Santos – 1º “B”
Emanuela Fernandes Gonçalves – 1º “B”
Guilherme Sousa Brandão – 1º “B”
Jose Walison Martins – 1º “B”
Luis Filipe do Nascimento – 1º “B”
Maria Silvana da Silva Martins – 1º “B”
Rodrigo da Silva Viana – 1º “B”
Timóteo Erik Pereira Alves– 1º “B”
Valéria Martins do Nascimento – 1º “B”
Vitória Shiévila dos Santos Gonçalves – 1º “B”
Washington Moura Braz – 1º “B”
Andyara Malena Rocha de Sousa – 1º “C”
Jonas Delano Bernardes de Sousa – 1º “C”
Jonatan Augusto Almeida Oliveira – 1º “C”
Maria Luisa Farias Grangeiro – 1º “C”
Ravena Yáscara Sampaio de Oliveira – 2º “A”
Yasminne Santos Vidal – 2º “A”
João José de Sousa Neto – 2º “B”
Os conteúdos da prova de pré-seleção são os mesmos da OBA e estão disponíveis no site www.oba.org.br
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Ouro, prata e bronze em matemática

(Agência FAPESP) Estudantes brasileiros tiveram uma participação notável na 18ª International Mathematics Competition for University Students 2011 (IMC), que terminou em 3 de agosto na cidade de Blagoevgrad, na Bulgária, ao conquistar medalhas de ouro, prata e bronze.
Renan Henrique Finder, aluno da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro ganhou o ouro, ficando na 13ª colocação geral na competição, com 65 de um total de 100 pontos possíveis. O grupo brasileiro levou outras 12 medalhas, sendo cinco de prata e sete de bronze.
Neste ano, a competição contou com a participação de 305 estudantes representando 77 instituições de ensino superior de todo o mundo.
A delegação brasileira foi composta pelas equipes olímpicas da PUC-Rio, do Instituto Militar de Engenharia, da Universidade Federal de Minas Gerais, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica e da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, lideradas pelos professores Thiago Barros Rodrigues Costa e Samuel Barbosa Feitosa.
Costa realizou projeto de iniciação científica no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IME) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com Bolsa da FAPESP e conquistou medalhas de ouro na mesma competição, em 2005 e 2006.
O evento, que reúne talentos universitários para a matemática, é extremamente desafiador. Os participantes devem resolver duas provas aplicadas em dois dias consecutivos, com um tempo de cinco horas cada dia. As provas, que devem ser resolvidas em inglês, incluem questões dos campos da álgebra, análise real e complexa, além de combinatória, cujas pontuações somadas determinam os vencedores.
“Estamos orgulhosos de que estudantes brasileiros estejam competindo de igual para igual com estudantes vindos das universidades mais prestigiosas do mundo e obtendo resultados de grande destaque. Isto confirma a excelência alcançada pelo Brasil neste tipo de competições de Matemática”, disse Feitosa.
O Brasil participa da competição desde 2003, tendo conquistado desde então um total de 84 medalhas, sendo uma de ouro especial (Grand First Prize), 12 de ouro (First Prize), 29 de prata (Second Prize) e 42 de bronze (Third Prize).
Os estudantes brasileiros foram selecionados por meio da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) – iniciativa que desempenha um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas escolas e universidades públicas e privadas de todo o Brasil.
A OBM é um projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT– Mat).
Mais informações: www.obm.org.br/opencms
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Inscrições para a Olimpíada de História do Brasil terminam dia 9
(JC) A Olimpíada acontece em cinco etapas. Serão quatro fases online, com duração de uma semana para a realização das provas, e uma presencial, realizada durante dois dias, na Unicamp.
Já estão confirmados mais de 12 mil participantes na 3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). Organizada pelo Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, a competição envolve professores e estudantes na resolução dos problemas. As inscrições terminam no dia 9 de agosto.
Podem participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do ensino fundamental e demais séries do ensino médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história.
A Olimpíada acontece em cinco etapas. Serão quatro fases online, com duração de uma semana para a realização das provas, e uma presencial, realizada durante dois dias, na Universidade Estadual de Campinas. A primeira fase começa dia 15 de agosto. A final presencial acontece no dias 15 e 16 de outubro (sábado e domingo).
A ONHB premiará escolas, alunos e professores, com medalhas de ouro, prata e bronze e certificados de participação. A escola receberá doação de livros para o acervo da biblioteca e a assinatura da Revista de História da Biblioteca Nacional por um ano.
Sobre - Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma realização do Museu Exploratório de Ciências - UNICAMP, concebida e elaborada por historiadores e professores de história do MC e da universidade. Como proposta, os participantes têm a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias utilizadas pelos historiadores.
O evento é patrocinado pelo CNPq e conta com o apoio da Revista de História da Biblioteca Nacional, da Azul Linhas Aéreas Brasileira e da TV Globo. A 1ª Olimpíada, realizada em 2009, inscreveu mais de 16 mil participantes e reuniu cerca de duas mil pessoas na final presencial realizada na Unicamp, nos dias 12 e 13 de dezembro. No ano passado, a 2ª edição cresceu exponencialmente, tendo grande alcance nacional com mais de 43 mil participantes. A estimativa dos organizadores para 2011 é triplicar a quantidade de participantes.
Interessados em participar devem realizar a inscrição no site: http://olimpiada.museudeciencias.com.br/3-olimpiada/.
Já estão confirmados mais de 12 mil participantes na 3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). Organizada pelo Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, a competição envolve professores e estudantes na resolução dos problemas. As inscrições terminam no dia 9 de agosto.
Podem participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do ensino fundamental e demais séries do ensino médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história.
A Olimpíada acontece em cinco etapas. Serão quatro fases online, com duração de uma semana para a realização das provas, e uma presencial, realizada durante dois dias, na Universidade Estadual de Campinas. A primeira fase começa dia 15 de agosto. A final presencial acontece no dias 15 e 16 de outubro (sábado e domingo).
A ONHB premiará escolas, alunos e professores, com medalhas de ouro, prata e bronze e certificados de participação. A escola receberá doação de livros para o acervo da biblioteca e a assinatura da Revista de História da Biblioteca Nacional por um ano.
Sobre - Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma realização do Museu Exploratório de Ciências - UNICAMP, concebida e elaborada por historiadores e professores de história do MC e da universidade. Como proposta, os participantes têm a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias utilizadas pelos historiadores.
O evento é patrocinado pelo CNPq e conta com o apoio da Revista de História da Biblioteca Nacional, da Azul Linhas Aéreas Brasileira e da TV Globo. A 1ª Olimpíada, realizada em 2009, inscreveu mais de 16 mil participantes e reuniu cerca de duas mil pessoas na final presencial realizada na Unicamp, nos dias 12 e 13 de dezembro. No ano passado, a 2ª edição cresceu exponencialmente, tendo grande alcance nacional com mais de 43 mil participantes. A estimativa dos organizadores para 2011 é triplicar a quantidade de participantes.
Interessados em participar devem realizar a inscrição no site: http://olimpiada.museudeciencias.com.br/3-olimpiada/.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Estudante brasileiro ganha medalha em Olimpíada Internacional de Informática
(Agência Brasil) Pela primeira vez, um estudante brasileiro conquistou medalha na Olimpíada Internacional de Informática. Aluno da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, Felipe Abella Cavalcante Mendonça de Souza terminou a competição, que este ano foi na Tailândia, como terceiro colocado geral, com 598 de 600 pontos possíveis.
Mais três brasileiros conquistaram medalhas na olimpíada, todas de bronze. No total de medalhas, o Brasil superou concorrentes como a Inglaterra, França, o Canadá e a Alemanha, equipes com tradição na competição, segundo a Sociedade Brasileira de Computação (SBC).
Os estudantes brasileiros foram selecionados durante a Olimpíada Brasileira de Informática, organizada pela SBC e pelo Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A equipe do Brasil concorreu com mais de 300 estudantes, de cerca de 80 países.
----
Matérias similar no R7, Inovação Tecnológica e Agência Fapesp

----
E mais:
Olimpíadas Internacionais de Informática: Bronze para Portugal (Ciência Hoje - Portugal)
Mais três brasileiros conquistaram medalhas na olimpíada, todas de bronze. No total de medalhas, o Brasil superou concorrentes como a Inglaterra, França, o Canadá e a Alemanha, equipes com tradição na competição, segundo a Sociedade Brasileira de Computação (SBC).
Os estudantes brasileiros foram selecionados durante a Olimpíada Brasileira de Informática, organizada pela SBC e pelo Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A equipe do Brasil concorreu com mais de 300 estudantes, de cerca de 80 países.
----
Matérias similar no R7, Inovação Tecnológica e Agência Fapesp

----
E mais:
Olimpíadas Internacionais de Informática: Bronze para Portugal (Ciência Hoje - Portugal)
Assinar:
Postagens (Atom)